quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Tricas com partilhas mal partidas...

Espécimen de carta que serviu apenas para descarregar fúrias...
Senhora F....
Filhas S e I
Senhora sua mãe
Julgo não persistirem dúvidas de quem escreveu a primeira carta depois de lerem e relerem sem conta esta longa e histórica Epopeia, contudo teve alguma graça ver o seu irmão que não sendo dado a escritas, de repente vê-lo na mesa da cozinha a escrever.
Sabe, diz o povo “Quem não se sente não é filho de boa gente” .
Decididamente a pedido da minha filha por não conseguir defender-me das suas investidas e ter constatado todo o ódio por todas vós exaltado em relação à minha pessoa era premente reflectir, ponderar e dosear o bom-senso e explicar os vários episódios por esta via, única forma embora nefasta, desagradável, medonha quiçá, mas única em abono da verdade na reposição dos factos que de outra forma verbal, pelo impulso de graves conflitos internos de alguns, e apelações de outros, na mediação do diz que disse, e não disse, e consequentemente mal transmitidos e esclarecidos passaram num ápice a falsas interpretações e até a boatos, e ai concordo quando na sua carta começa por dizer “ apenas um ouvirá em primeira mão (o que é pouco) se o fizer pessoalmente temo em exaltar-me...
Diz o ditado “o desprezo é a alma do negócio”.
Foi a opção por mim escolhida depois dos tristes acontecimentos iniciados por si. Atendendo à sua atitude ardilosa, calculista, fria, egoísta e premeditada em concluo com a sua mãe e filhas no passado domingo pela triste cena a que votaram a minha filha que pela primeira vez se exaltou em extremos como jamais lhe acontecera na vida, chegando a casa toda a tremer e assim se manteve horas, dizendo mãe...
Não sei como consegui trazer o carro.
Conta com mais quatro pessoas que te odeiam.
Estou revoltada a tia é que rouba e atira as culpas para ti.
Acho que tens de arranjar forma de a todas ao mesmo tempo desmitificares a imagem negra e perversa que elas teimam em passar de ti.
Gritei tanto que a tia até me mandou calar.
Motivo este que como é óbvio não posso nem quero permanecer calada, porque a quem se atreve a fazê-lo a ela, tem de se haver comigo e em dobro, nesse pressuposto é meu entendimento esta epopeia apurando assim os factos e não floreá-los a gosto como tem sido a sua pretensão apenas com o objectivo de justiça e libertação de carga psicológica negativa de discernimento e intrínseca nota de culpa apenas imputada a mim, seu irmão e à minha filha.
Vamos aos factos:
A senhora obrigou a minha filha a assinar carta dos seus objectos em ouro, afirmando que mais tarde quando a avó já cá não estiver nós não nos apoderarmos deles porque é sua intenção deixar os seus em casa para seu usufruto.
Mais, disse, bem ... “Os teus são para derreter”, os nossos não.
Ao levantar suspeitas sobre nós sobre um acto futurista, apenas idealizado na sua mente doente, incorreu no infortúnio de ler o que não gosta, mas que muitos na família vêem à muito, à excepção da senhora.
Se alguém desviou objectos de um modo continuado sem pedir licença ou autorização, foi a senhora, a esta atitude dá-se o nome de Roubo!
Instigou a minha filha para a perturbar e assim a conseguiu desestabilizar na vistoria dos objectos com os seus modos ardilosos e assim ficar com os que já estava farta de decidir com as suas filhas.
Sabe que era intenção da sua mãe dividir o ouro pelas três netas, teve o seu irmão que exercer os seus direitos chamando-a à luz da razão e verdade, netas pode ter mil, filhos só tem e terá sempre apenas dois.
As heranças dos bens móveis e imóveis são sempre divididos pelos filhos. Quando um dos progenitores morre o filho mais velho, assume por direito a cabeça de casal na herança.
Mais, a sua filha mais velha é que tomou uma postura de negociante e de sabedoria na feitura dos montes a partilhar e decisão dos valores das várias peças.
Não deveria ter sequer intervido. O espólio apenas competia a ser divido pela minha filha em representação do pai, seu irmão mais velho que delegou nela essa tarefa estando para o efeito ausente do local, e pela senhora. A sua filha mais nova tomou uma postura pacífica, era visível estar chateada, mas manteve-se sempre calada junto à janela.
Quanto a si passou a imagem de...Marca de Sempre... Vítima...Coitadinha....Boazinha...
Ao comentário “os teus são para derreter”, foi evitado a sua mãe ter tirado os anéis dos dedos, não valem rigorosamente nada nem sequer para derreter, só pessoas como a senhora que se calhar nunca comprou algo em ouro, ou comprou muito pouco (o que tem foi oferta da sua mãe desde sempre, como brincos em solteira e depois de casada nalguns aniversários, cordão, pulseira escrava larga (que na altura por nos parecer tão mal e despropositado o seu irmão se indignou com a sua mãe e viemos a receber em contrapartida um fio malha batida da avó paterna e medalha além de uma pulseira para o seu irmão). Só assim se compreendem afirmações destas por total falta de discernimento, saiba que nem a comunidade negra sua vizinha tão apreciadora nos mesmos os quer dados.
Pensava que só a senhora pode gozar, eu doseando também gosto.
Apesar do meu património valioso ter sido roubado, recordo que a senhora do facto nunca proferiu uma palavra de consolo ou outra, até parece que ficou contente com o sucedido.
Mas olhe o pouco que ainda tenho foi por mim usado nesse dia fatídico mais o ofertado pela minha irmã, mãe e até uma amiga com o intuito de me reconfortarem. Todas as peças que ficaram sem par, só brincos foram 8, todos valiosos ainda gastei dinheiro para fazer um alfinete para recordação, como vê nunca precisei de derreter ouro ou muito menos pô-lo a penhor. Aliás só para constar tenho um invejável anel e brincos em ouro branco tudo cravado em brilhantes brancos e negros, uma autêntica pequena fortuna...
Julgo ter ficado bem claro que o ouro da sua mãe não serve para quase nada, mas como é um direito recebê-lo, foi partilhado bem ou mal, o destino a dar-lhe apenas cabe à minha filha, apenas o seu irmão se limitou a tirar o relógio e colocá-lo junto ao que herdara do pai, ninguém tem direito a questionar o assunto muito mais a Opinar.
É dela por direito, faz o que achará melhor.Daí os comentários por si proferidos terem sido inadequados mais uma vez.
Que fique bem claro que no futuro o que falta partilhar apenas diz respeito ao seu irmão, senhora e mãe de ambos.
Ninguém mais vai opinar, seja o que for, nem eu, nem a minha filha nem a senhora e suas filhas .
Quando viemos da terra e avisámos a sua mãe da falta de objectos, foi a própria que nos quis comprar o nosso silêncio com a garrafa ao que o seu irmão respondeu, não levo porque seria igual a ela, referindo-se a si……frase por ele repetida várias vezes, inclusive até a chegou a tirar da estante e pô-la na mão do seu irmão, e ele de imediato foi colocá-la no lugar.
Estivemos seguramente mais de uma hora a discutir o tema, a sua mãe ia deixando recados no ar”já não posso fazer renda vejo mal e nem me apetece” “ os almoços vão acabar as forças são cada vez menos”...
Nunca afirmou que lhe tinha dado autorização para trazer o que quisesse...
Sempre a defendeu com unhas e dentes... vocês viram mal ela só me disse que tinha levado duas malgas grandes, as outras coisas como o copo, a jarra e a cesta estão é fora de sítio se calhar na cozinha, ao que eu furiosa respondi, só é cego aquele que não quer ver, até lhe digo mais, a sua filha é capaz de lá ir de propósito e repor as coisas para ficar com a imagem limpa. Grande foi a ousadia de sua mãe ao referir-se a mim... és uma cínica, porque levaste coisas para as casas, se eram tuas porque as não trouxeste, nunca disseste nada e...porque...gostava que a família se desse bem.
Mas também os teus primos não se entendem nas partilhas nem os filhos do AV, quero lá saber disse em desabafo...e mais...
Mas a propósito a senhora também tem objectos nas casas e nunca ninguém lhe tirou nada, certo?
Porque haveria eu de tirar as minhas?
Só o comecei a fazer à posterior para não ficar mais defraudada.
Foi nossa imposição que os factos lhe fossem transmitidos.
Assim, no dia seguinte domingo quando a sua mãe lhe contou apenas o que quis, de imediato a senhora impetuosa e para não denegrir a sua imagem perante a sua mãe e filha mais nova telefona para o seu irmão para tirar satisfações e a primeira frase proferida foi ”estou banzada com o que a mãe acaba de me dizer” dito num tom de gozo ao que o seu irmão respondeu à sua maneira no mesmo tom instigado por si aproveitando o mote de gozo como iniciou a conversação.
Quando ele lhe perguntou a razão das malgas grandes terem sido para a casa da sua filha mais velha, a senhora respondeu furiosa”olha eu sempre adorei aquela malga grande"...esqueceu-se foi de dizer que a mãe não lhe deu nenhuma autorização...
Verdade?
Para sua afirmação pessoal de marcação de território, decide em boa hora enviar uma carta registada com aviso de recepção assinada pela senhora e suas filhas.
No fim de semana no norte em família, decidem trazer a jarra com a retórica”foi a minha filha mais velha que levou, estavam lá três até tirou a que estava suja……”, será que não foi a filha mais nova que ouvindo no domingo anterior o telefonema e durante toda a semana as várias interpretações floreadas dos acontecimentos, que chegada pela primeira vez à nova casa da irmã reparou na jarra não porque a conhecesse mas por tão óbvio a sua presença no móvel que achou por bem a mesma ser entregue?
Como calcula falou o meu instinto de auditora, mas que tolice a minha, auditora é a senhora, ora ora…… (acho que estou a ser arrogante, aceite as minhas desculpas.
No domingo ou segunda -feira a senhora leva a jarra à sua mãe, esta telefonou a comunicar que afinal tinha sido a sua filha mais velha que tinha gostado dela.
Se eu queria que ela me a trouxesse cá a casa ao que respondi não valer a pena porque era um objecto que de futuro era da MR para a casa que porventura o seu irmão iria herdar, e que na Páscoa a podia levar.
A senhora pela primeira vez afirma na sua carta, que afinal só levou duas malgas grandes porque a sua mãe lhe tinha dado autorização para levar pratos...e...talheres, tudo o que fosse preciso para a nova casa da neta.
Afinal, se foi verdade, porque razões as duas o omitiram (a sua mãe no sábado e a senhora no telefonema de domingo) sendo o facto crucial para finalizar quase o tema (porque não se pode autorizar quando tudo já é indiviso dos três) Certo?
Mas com certeza seriam os diálogos mais ténues...e não passaria tudo de dissabores e arrufos.
Se a sua mãe tivesse personalidade, se soubesse mediar situações tensas de conflito entre os filhos, se usasse uma postura de pessoa franca, objectiva, sem cinismos nem hipocrisias, se soubesse ouvir, mesmo que lhe custasse com ponderação a luz da dúvida viria à tona, mas não a sua mãe e a senhora são iguais, por isso o fanatismo,a raiva.
Afinal só tinha levado duas malgas grandes, e eis que senão apareceu a jarra e também já está confirmada a cesta, também” foi a sua filha mais velha que levou sem a mãe saber".
As desculpas não são desculpáveis.
Vejamos, até podia ter sido a sua filha mais velha a pegar nas coisas, mas a senhora que andou sempre com ela, o tempo era escasso quando foram buscar batatas, viu a cesta e logo pegou nela, a senhora teria que lhe dizer”olha filha gostas, a mãe também gosta, mas já foi dividida e é da tia, nestas coisas de partilhas é assim (não descuidando no diálogo apenas e exclusivamente a educação que pretende dar à mesma, para um dia com a irmã este tipo de cenas não se repetirem). A talhe de curiosidade deve recordar-se que foram as cestas por si divididas na altura da vindima com a sua mãe quando decidiram limpar o sótão, chegada ao local as que me couberam por sorte já estavam na despensa guardadas pela sua mãe para eu levar para a minha outra casa, nesse momento na cozinha a senhora “afiambrou-se” à cesta ao que eu respondi acho que já levaste a cesta da costura, mais uma vez não quis ser indelicada e disse acho, sabendo eu que a senhora a ostenta garbosamente em cima do móvel da sua cozinha, não é verdade?
Mas não, deu-vos um grande gozo roubar.Aliás a vossa ida à aldeia foi o vosso maior orgasmo intelectual. Com tão pouco tempo foram a todo o lado. Acaso nem vistoriei como a senhora afirma porque em abono da verdade se o fizesse com certeza teria dado falta de mais alguma coisa, o tempo o confirmará.
Foi lamentável o rol de desculpas associadas aos objectos furtados por si para não os entregar.
Para remate se não viu a sua filha mais velha tirar as coisas teve muito tempo quando foi a sua casa no norte, pois passou lá uns dias, sendo a casa pequena e arrumada por si, não me vai dizer que não viu, ora ora,tantas omissões para quê, só se enterram ainda mais.
Em relação à garrafa, a história associada é demais, veja se se lembra.
Anteriormente já mencionei que a sua mãe nos quis comprar o nosso silêncio no referido sábado, ao que de todo não acatámos.
Passados dias a sua mãe veio a nossa casa, era visível o estado de desgosto por ver a família a desmembrar-se e disse-nos que era sua pretensão dar um serviço de café a si e outro a nós eram os dois bons em pó de pedra, não que a senhora lhe o tivesse pedido mas como sabia que precisava, e tendo dois queria que os dividíssemos, fartou-se de insistir. No meio da conversa veio à baila a garrafa”vocês acham que a garrafa não tem o mesmo valor das malgas, acham que ficam prejudicados, se eu soubesse destas chatices tinha atirado para o lixo o raio das malgas" -, ao que eu com calma retorqui, tem de perceber os gostos das pessoas tanto a sua filha como nós apreciamos velharias, as peças quando únicas não se podem cortar ao meio um fica com uma peça, o outro fica com outra, sendo que as melhores, servem nas partilhas para compensar as peças mais fracas.
E continuava...” mas vejam lá não terão o mesmo valor e"...até falou onde a tinha comprado, numa feira,peça de refugo com aba torta, desvalorizando a dita (por saber da sua adoração pela mesma) e assim ficarmos quites com a garrafa.
Rematamos, que iríamos pensar e no domingo ao almoço se falaria, e assim foi, o seu irmão escolheu o serviço que ele mais gostava, por acaso eu e a minha filha gostávamos mais do outro, mas era a ele a competência da escolha e assim o fez mesmo verificando quando o tirava que a leiteira estava colada de alto a baixo, quando perguntou à sua mãe se era para trazer a garrafa esta apressou-se a dizer, a tua irmã também gosta dela, já lhe disse que era para ti, ela até me respondeu...a mãe é que sabe faça como achar melhor (é notório que a senhora passa sempre a batata quente para o outro... quer sempre manter a fachada de boazinha).
A pedido incessante de sua mãe leva-a já daqui para fora...
Por favor leva-a já.
Ele assim fez, e de todo a senhora ainda não aceitou o facto.
Também eu ainda hoje julgo não ser verdade quando olho para ela, sempre achei que seria para si um dia.
Veja como são as coisas.
Vejamos outros apontamentos da sua carta relativos de análise casuística:
Quando casei (e não casámos à pressa pelos motivos julgados arbitrariamente por sua mãe mas sim pelo juro bonificado que tinha como obrigatoriedade o casamento sendo que um dos dois não podia estar efectivo que era o caso, e também porque fui pedida em casamento pelo seu irmão após cinco dias de nos conhecermos, tire as ilações que se lhe oferecer. A minha mãe deu-me alguns objectos com alguma antiguidade era essa já a minha postura de decoração para a minha nova casa, e nesse pressuposto a oferta pela sua mãe do conjunto de faiança do lavatório, panela de ferro pintada e bule, este, anos mais tarde a minha filha partiu-o e eu como tinha estima no mesmo colei-o como pude e quando mudei de casa (a talhe de foice não fui eu que quis mudar como a senhora afirmou, nem tão pouco ficámos com uma mão à frente e outra atrás como relatou(mas são assuntos pessoais para os quais não pretendo responder acho de todo um despropósito, aliás a minha mãe deu-me um lote que vendi por 3.000 cts nessa altura), assim fiz vários caixotes de distribuição de objectos consoante as várias casas onde habitualmente estou algum tempo e assim contempla-los,usufruir da calma que me transmitem e aliviam no stress do dia a dia.
Tantas são as casas por onde gosto de ter pertences meus.Casas da minha mãe e casa da minha irmã ficando ainda caixotes arrumados para quando tivéssemos a nossa segunda habitação, o que no momento já é uma realidade. A sua mãe ao telefone disse ao seu irmão “ o bule fui eu que o comprei, dei-o à tua mulher ela depois se o levou para a MR era porque já o não queria agora vai ficar em minha casa assim como o copo casca de cebola,ao que o seu irmão respondeu que concordava em relação ao copo por este ser pertença da casa sendo objecto ainda indiviso, não em relação ao bule que é meu, pelos vistos com os nervos tudo se confundiu na sua cabeça, temos de aceitar que já são 75 anos.
Para espanto e indignação da minha filha no domingo o bule não estava na casa da avó como seria suposto pelo transmitido no telefonema mas sim na casa da senhora e perante azedume de palavras e tons de voz de desespero da sua mãe que desenfreada gritava em seu socorro ,a minha filha fez exercer o direito ao mesmo, gritando também para se fazer ouvir, então a sua filha mais nova apressou – se a ir sua casa buscá-lo, quando chegou bateu tão intensamente a porta como sinal de protesto ao qual a senhora respondeu com um sinal de aprovação gestual.
Na dita casa da MR deixei também um candeeiro a petróleo, que fora pertença de uma tia mui querida, entretanto adquiri outros e porque as idas a sua casa sempre se resumiram a duas por ano quando reparei no mesmo fiquei com dúvidas, dúvidas plausíveis atendendo à sua simplicidade e existirem ainda muitos modelos iguais facto este que me levou a alvitrar sobre chaminés para ver se a senhora dizia se o tinha comprado ou a sua origem, ao que fiquei esclarecida, tratava-se do meu, aliás tinha desaparecido da casa, mas como outras pessoas lá vão, contudo fiquei calada, nunca foi hora nem momento em sua casa para dizer algo que pudesse perturbar o bem estar das suas filhas no dia dos seus aniversários alheias aos factos e depois fora da casa da senhora seria inadequado.
Foi o que me parecia nessas alturas e depois apesar do valor efectivo, de serem minhas, também tudo vale o que vale.
Veio a sua mãe ao telefone dizer ao seu irmão “bem, o candeeiro não sei bem...
lembro que quando casaste tinhas um quarto decorado a ferro que tinha lá um.
Sinceramente, se a senhora o tivesse comprado ou alguém lho tivesse ofertado, se fosse efectivamente seu, teria dito , era aquele o momento, certo?
Fiquei sem perceber o motivo do preço na chaminé, que estrategicamente colocou... partiu-a, comprou uma nova, não sei nem interessa, é para eu pagar, mas como se quando o roubou tinha chaminé?
Em relação à azeiteira verde a senhora disse à minha filha que fora o seu irmão que lha tinha dado à minha frente.
A verdade é que a mesma foi por mim pendurada no cabide da casa por cima da TV para a trazer, quando vi o bule na sua casa comecei a levar para a minha outra casa outros objectos meus antes que a senhora os cobiçasse, foi assim com a azeiteira, mas como me esqueci dela a senhora aproveitou o incauto e sem hesitar levou-a como sendo sua.
Olhe, julgo ter sido no último almoço na casa fui ao escaparate tirar um púcaro de barro partido também meu (a senhora tem um igual mas intacto) e fiquei um pouco apreensiva porque acho que a sua filha mais nova viu e podia ter-me julgado mal, fiquei chateada comigo porque deveria ter-lhe explicado, o que não fiz.
Para finalizar o tema dos objectos faltam os varejões aos quais a senhora a teima chamar de paus, dizendo à minha filha não te o dou porque não os tenho em tom arrogante e altivo. Sabe bem, que fui eu que os encontrei na casa da lenha terão +-1,50 m pau de marmeleiro com nós reluzentes das mãos ao longo dos anos a maneja-los, poderia perfeitamente tê-los escondido para mim, mas de todo o não fiz , como sabe coloquei-os frente ao muro do curral dos porcos, assim como as escadas e um barrote largo de oliveira, para depois se voltar a guardar, praticamente a casa foi toda arrumada por mim, foi decisão minha fazer um palco e fui buscar o referido barrote e outra trave de quina que também tinha posto de lado para fazer o muro uma vez que o terreno é em declive.Quando terminei a sua mãe veio ajudar-nos, a senhora estava no local onde tínhamos deixado inicialmente as coisas que por sua vez ajudava a sua mãe para levar para dentro da casa e eu finalizava o arrumo das mesmas, ainda decidimos fazer cavacas de uma escada por estar podre arrumei umas varas de eucalipto, e como a sua mãe se ausentou, saí e constatei que nenhuma das duas estava no local...mais os varejões tinham desaparecido.
Deu-me uma raiva ainda fui ver nas imediações, mas eis que debalde já era tarde o tempo que mediou as vossas ausências foi suficiente para lhe dar o destino pretendido o roubo.Não disse nada porque estava dependente de boleia vossa, resignei-me a custo mais tarde meti conversa sobre os ditos e era notório o brilho no seu rosto quando se referiu aos ditos “são muito bonitos”.
Tudo isto para dizer que além de ladra também é mentirosa e ardilosa com as palavras para não demonstrar aos outros os males por si praticados e tão sagaz que quase consegue transpor para nós as culpas, santa paciência tudo o que é demais cheira mal, azeda, e o nosso relacionamento chegou ao FIM.
Depois de tantas mentiras acha que engulo a dos varejões, eu estava lá, só não vi porque estava dentro da casa e o seu tio continuava a pôr para o ribeiro os excedentes de madeira podre para depois queimar muito longe do sítio onde por mim foram deixados inicialmente e onde a senhora os viu pela primeira vez, não é verdade?
Deixe um deles bem visível numa das casas para eu trazer, enquanto o não fizer continuarei a chama-la de ladra, depois de o recepcionar a minha boca calar-se-à sobre o assunto.
Porque de todo não gostei da sua afirmação “desde que formaram família não tem conta as peças que têm saído do espólio da casa dos pais..."
Fique bem claro, não sou da sua laia, uma ocasião a sua mãe deu-me uma garrafa casca de cebola e de imediato fui procurar peça idónea para ela lhe trazer, encontrei então um canecão de litro faiança de Coimbra pintado com flores avermelhadas com vários “gatos” à frente, que deixei de ver quando se divorciou, fiz-lhe várias incursões sobre a mesma e nem se lembra dela, se calhar não gosta das flores, tinha-me esquecido que detesta o cor de rosa, mas que é valiosa lá isso é.
Outra vez quando fui dar uma vista de olhos no curral da burra nas imediações encontrei uma balança de pesos que me apressei a pendurar na adega da casa, poderia ter ficado de imediato com ela pois foi encontrada por mim no chão, mas não o fiz nem tão pouco sabia da existência de outra na casa, anos mais tarde quando o seu irmão pediu à sua mãe esta virou-se para ele e disse podes levá-la porque tenho outra na casa para a tua irmã e apressou-se a pendurá-la logo na casa para ser bem visível.
É inadmissível afirmar que” nos sentimos (pseudo) donos e roubados,como consideram as casas da aldeia coisa vossa.".A vossa verdade como também relata “sempre que ficava na aldeia, olhávamos para a casa rural como uma coisa um bocadinho nossa."
Nunca foi essa a nossa postura, como sabe uma coisa é gostar do lugar onde persistem boas recordações desde a infância, outra bem diferente é a posse arbitrária das mesmas. Casas é mote que felizmente nunca nos faltou para gozo de férias, o mesmo não pode dizer a senhora. Aliás para que conste quando o seu avô decidiu partilhar os bens fui eu que persuadi a sua mãe a convencer o seu pai a ficar com a casa de cima, porque já na altura sabedora dos gostos dos irmãos seria mais fácil um dia as partilhas, olhe que foi difícil convencer o seu pai, ele só gostava da casa dele, não precisava de outra casa para nada na mesma aldeia, gastar dinheiro de todo não era com ele - foi muito a custo que entendeu e acedeu sempre aos meus pedidos e apesar de “ mal educado” sempre acatou as minhas ideias, também o propósito de fazer as obras foi ideia minha, fui eu e o seu irmão que enchemos a cozinha de pedra, e o telhado da casa e churrasqueira , ao que me recordo a senhora nada fez, apenas avançou usufruindo.E depois o seu espólio é sobejamente muito mais valioso que o nosso -, dê-se ao trabalho de avaliar apenas os três primeiros objectos que me lembro:Jarro com tampa decorativa de faiança “ Carvalhinho”, quando for ao Centro Comercial Palladium, aprecie o preço da garrafa branca com pé e rolha castanha, dois penicos de faiança de Coimbra, garrafa vidro Marinha Grande 4 Lt e outra de 0,5 Lt. , candeeiro a petróleo azul, a referida caneca de litro com os gatos, púcaro da enxunda e funil dos enchidos, duas jarrinhas casca de cebola, cesta de verga da costura, copo vinho de cor verde +outro branco +outro grande branco, pratos Sacavém, duas taças + bule de caldo para doentes + escarradeira sem tampa + livros + óculos + caneta + toalhas de linho + etc…
O Ti Bernardo em vida só deu e até acho que foi ao seu então marido um relógio de bolso porque estava todo estragado. O seu avó em vida nunca lhe deu nada, a mim sim deu-me um lindo prato de faiança do Outeiro com um grande Galo, quando fiz 30 anos e sabe porquê? Na boca dele a única pessoa na família que o merecia.Era nossa intenção não retirar nada nosso das casas como o seu irmão lhe disse, mas atendendo ao atraz mencionado, depois de ponderar o tema, dei instruções à minha filha para se deslocar às casas e trazer os nossos objectos de maior significado de uso doméstico.
Casa de Cima: serviço completo de pirex transparente por mim comprado no Continente em Matosinhos quando abriu, a sua mãe quis pagá-lo mas não aceitei, quando comprei os talheres de inox ela insistiu e esses sim foram pagos. No entanto comprei várias facas de sobremesa com rabo preto que são minhas.
Copos altos de cerveja, 6 copos grandes tipo uísque, 6 chávenas de café em pirex opaco branco com miosótis azuis, pipo de madeira, garrafa de bico espanhola que está cima da sua sapateira, dentro do móvel da sala jarra tipo mármore, frasco pintado à mão, caneca chinesa com tampa, fruteira de verga comprada na Madeira e naperon branco que está na mesa sendo o 1º por mim crochetado quadro redondo com moinho de maré, caixinha preta com pássaro pintado, alguidar pequeno que está na churrasqueira, pote azul de plástico, banco castanho de cozinha e panela de ferro pintada pelo seu irmão que foi oferta da sua mãe já descrita.
Nesta casa também tinha? Tenho? Não sei um tacho em inox com pega comprida preta.
Quero e manta amarela de trapos que estava no chão da cozinha.
Casa de Baixo: Fruteira em madeira, tacho de barro amarelo e taça igual arrumada por debaixo do lava-loiças, escaparate pequeno com um prato de sobremesa de Miragaia com motivos azuis dado pela minha mãe, tacinha de vidro verde, caneca comprada na praia das Maças, pote comprado em Coimbra , excepção de uma boneca de palha que é da senhora, prato cor de rosa de Coimbra que está no escaparate grande, um pisa papéis de vidro igual a um seu e casinha em madeira tipo escaparate, outro candeeiro a Petróleo de vidro reduzido por mim comprado quando casei que está no quarto escuro assim como uma escova cor de rosa, toalha de plástico da mesa um prato em madeira, um painel de pássaros japonês e um prato azul de Coimbra partido que a sua mãe atirou para o ribeiro quando limpou a casa rural e eu depois fui lá e entre silvas encontrei-o juntamente com outros objectos que desde a altura tenho em casa.
Não me julgue mal, primeiro sou bem mandada e depois como já disse esta decisão apenas tem haver com os últimos acontecimentos. Deixo na casa a carpete, os pratos onde habitualmente comem, uma saladeira com flor central verde, jarra do vinho com tampa vermelha, a colher de pau grande e o tacho de esmalte de ir ao lume porque a senhora arrumou atrás da chaminé da churrasqueira a panela grande usada para esse fim… que sempre foi guardada na despensa da casa velha, mesmo quando deslocada para a outra casa. Lembra-se na vindima com a sua mãe andaram a limpar a churrasqueira, arrumou a panela de todo a parecer escondida por detrás da chaminé, uma panela de ferro para as brasas, as suas cestas e retirou todos os barros para a Adega e cobriu-os com um oleado, olhe que não destapei para ver se faltava algum.
Não é minha intenção ao chegarem lá e não terem o mínimo indispensável, mas se de todo vos impressionar o facto de serem minhas podem perfeitamente colocá-las dentro de um caixote.Na casa ficaram as almofadas.No entanto ficam ainda os móveis, não que não tivesse sítio para os arrumar mas de todo acho despropositado, porque assim teria também de tirar os seus e só se alugasse local para os guardar.
Casa de Cima:6 Cadeiras almofadadas a amarelo-torrado, móvel – bar, cabide castanho em madeira pendurado no hall, mesa castanha de cozinha que está na churrasqueira e duas floreiras em cimento no terraço e vaso grande em plástico.
Casa de Baixo:Escaparate grande.
Lamento profundamente as suas dúvidas sobre o meu procedimento em relação ao diferencial do pagamento do chão e portas da casa de sua mãe, reconheço que para si é impensável igual procedimento tudo o que trouxe para casa dos mesmos foi pago na hora, até Tv a preto e branco comprado a um seu colega, que se revelou uma porcaria. E até a navalha da barba em Espanha apesar de andar de candeias às avessas com o seu pai, e tendo ele também já comprado uma, mas apressou-se a pagá-la de imediato apesar de nada lhe ter pedido, testemunhos dele a mim confidenciados três dias antes de morrer, acrescentando a a senhora não é má pessoa mas tem um feitio do caralh...
A verdade é que fui enganada pelo referido senhor ( envernizador) sempre teso, e eu a julgar que dando-lhe o trabalho o estava a ajudar, quando me disse o orçamento, tomei como certo e o transmiti aos seus pais, na hora de pagar no meu local de trabalho e sem privacidade fui confrontada com um valor superior + 40 cts à época, ao que atendendo à minha posição me calei e diante dos meus colegas que ficaram boquiabertos ao ver-me de imediato preencher o cheque dos seus pais para depósito na minha conta por 60 cts e de imediato passei um meu de 100 cts que entreguei ao senhor.
Nunca mais o apoiei,percebi no futuro imediato ,e sem que eu tivesse alguma vez dito algo, que ele me tinha enganado, mas o último a rir é o que ri melhor. Do facto não disse nada aos seus pais pois já eram tantos os gastos e aborrecimentos com a casa que preferi ficar com o prejuízo, muito mais tarde é que comentei o facto com o seu irmão. Não vale a pena tecer mais comentários sobre este tema, porque como a senhora dá muito pouco ou mesmo nada o que eu fiz é meramente impensável na sua mente ardilosa.
Mas que foi verdade lá isso foi sempre fui mais para os outros do que para mim própria.
Uma autêntica estupidez a que a muito custo tento colmatar e que só me tem trazido prejuízos e injuriações desagradáveis quando apenas me dá prazer ajudar os outros e dar, quanto mais dou mais tenho sempre foi a minha premissa, é de família o meu pai já era assim, tentei emendar-me, mas não totalmente, durante toda a minha vida lhe ofertei a si e filhas mais do que alguma vez a senhora retribuiu a nós, o seu irmão e a minha filha quando começou a ter consciência sempre me chamaram a atenção, tens a mania que és rica, ela alguma vez deu alguma peça de ouro à nossa filha e só temos uma e andas tu a dar ás duas, és maluca, és isto e aquilo….ouvi, ouvi só nos últimos 3 anos é que passei a dar coisas insignificantes, porque cansei. Quando vos convidava a minha casa sempre me esmerei para apresentar o melhor de tudo, o seu irmão chateava-me tanto com as limpezas e compras, que algumas vezes as coisas não saiam bem por estar tão farta, muito farta de ouvir, ouvir e de omitir até valores gastos nas compras, quantas vezes.
Lembra-se está a fazer um ano que a convidei com a família da sua mãe para almoçarem na nossa casa da província, e já não era a primeira vez.
Outro facto que me veio agora à memória foi a sua atitude despropositada num dia de aniversário meu num domingo que também era o dia da mãe em que fizemos um piquenique no então seu terreno, a sua mãe ofertou-me como presente um açucareiro tipo casquinha e a senhora de imediato insurgiu-se contra ela dizendo nunca mais dê uma coisa antiga a uma que não dê à outra, a sua mãe coitada como é bem mandada e tem medo de si, foi à posterior ao local para comprar outro igual para si,mas não havia,recorda-se?
Quando se lembrou casar, tivemos uma conversa na casa dos seus pais onde dissemos que era nossa intenção ofertar-lhe um serviço de vidros completo da Marinha Grande ao que a senhora respondeu, não, não quero, o meu futuro cunhado está a trabalhar no hospital do Rabaçal é relativamente perto e depois traz-me um...silêncio ficámos tão chateados que acabámos por lhe dar como prenda um envelope com dinheiro mas sinceramente não recordo o valor só sei que por despeito demos um valor irrisório, quem ficou a perder foi a senhora, se calhar nem saberia de todo o valor estimado, porque se fosse por pena de nós com o investimento tê-lo-ia dito na altura não,e não ter utilizado o tom arrogante quase de desprezo pela nossa ideia do presente... Afinal acabou por nunca ter o referido serviço,vê como se vira o feitiço contra o feiticeiro.
Acabo de lembrar no domingo a sua mãe perante a entrega do bule em pleno êxtase disse-lhe filha tira daqui o que quiseres, ao que a minha filha retorquiu, não senhor, tudo o que aqui está também é do meu pai, não tira nada.
Quando o seu pai estava a dias de morrer e se falou no carro, a minha filha alvitrou que o namorado poderia ficar com ele porque já estava a trabalhar apesar de ainda não ter a carta, no dia seguinte a senhora apressou-se a chamar a minha filha e a sós na sala disse-lhe “ ó ... em relação ao carro é melhor não dizeres nada ao".... a avó vai ficar com ele, e quando quiser ir a algum lado, as netas levam-nas todas tem carta..." ela não gostou do tom e forma como lhe passou a mensagem “ tipo ordem”e no dia seguinte a senhora quando chegou a casa eu já lá estava, tinha ido às funerárias ver preços e ao mecânico saber o valor do carro ao que passando as informações à sua mãe não pude deixar de ouvir, em relação ao carro o mecânico disse que só valia 1000 € independentemente do estado o que contava é o ano, disse que fazia o trabalho do tejadilho por 100 €, no dia seguinte virou toda a estratégia traçada inicialmente por si, já tinha dado instruções à filha mais nova para enviar e-mail ao pai receosa que este lhe cortasse a mesada e mais, se ela optasse por ficar com o carro do avô,atendendo o pai ter prometido no final do ano dar o seu carro porque ia comprar carro novo. Mas como este respondeu que mantinha tudo estava o terreno livre para o ataque final e assim a senhora passou a querer ficar com o carro para a sua filha mais nova, a sua mãe olhando aos seus gastos, entendeu por bem dá-lo aos dois filhos e assim nós só receberíamos a nossa parte o que aconteceu, o que de todo não gostámos foi ter feito a dedução do arranjo do tejadilho, então o mecânico não disse que não interessava o aspecto mas sim o ano, a senhora é que o quis alindar, contas são contas, mais um acto ardil preceituado com subtileza por si e consequente prejuízo para nós.
Por incrível que pareça mesmo nas nossas fussas...é obra...difícil de engolir...!
Para finalizar não sei se fez de propósito ou não mas como estou tão escaldada com as suas atitudes quando andou a pintar a casa abriu o jornal da terra mesmo na folha onde estava o artigo por mim escrito de página inteira pondo a lata de tinta bem em cima, pergunta-se? Será que foi propositado? As ilações ficam para quem as quiser tirar.Tanta inveja....
À tempos foram ao cemitério com a minha filha, e a senhora não parava de resmungar com a jarra, repetindo não gosto nada de jarras, a sua filha mais nova ainda lhe disse, não gostas de jarras, mas a tia gosta.Francamente arranja em tudo pretextos para me atingir, a senhora é que com a sua mãe alvitraram inicialmente que a campa seria escura, quando souberam o preço até as unhas se encaracolaram, ai decidiram pedir ajuda a mim para lá ir com a sua mãe e escolher, o que fiz de agrado dentro dos valores razoáveis, quanto à jarra, era a mais barata do lote de escolha, por acaso até muito interessante por ter copo para a água. Nunca a sua mãe se referiu que a senhora não queria jarra, se sabia porque o omitiu? Mas quando o seu pai faleceu as senhoras decidiram ficar com o ramo dado pelo TJ. fizeram questão de apenas o mesmo só acompanhar o corpo até ao cemitério e depois trazê-lo de volta a casa para regressar quando a campa estivesse pronta, é porque era preciso jarra, não? Já sei, a senhora por ciúmes da sua mãe em relação a mim (agora que tinha ficado sem pai, só lhe resta mesmo a mãe) quando esta se referiu …. Bem a tua cunhada gosta de vez em quando trazer umas flores...
Cansei, é demais! Julgo ter sido esclarecedora em todos os motes apresentados, são suficientes para atestar em boa fé que a senhora não é uma pessoa de BEM, sendo calculista, egoísta com meandros de falsidade.
Para mim continuo na minha, a senhora é introvertida, só mostra uma parte do seu “eu”, por isso, cria a imagem nos outros de constantes dúvidas, com facetas de manha sendo por vezes matreira onde num místico de demasiada ambição, consegue demonstrar sobretudo ser um ser, eternamente insatisfeito, mostrando uma máscara de calma e impassibilidade enquanto, por dentro, ferve de raiva.
A meu ver, deveria limitar-se a usufruir os seus êxitos, que também os têm.O seu orgulho, a sua necessidade de aplausos e admiração são uma constante no seu dia a dia aliado ao seu dinamismo e entusiasmo.Como no fundo é uma mulher mal amada, nunca está disposta a aceitar quaisquer criticas, devido ao egoísmo nos seus ataques de mau génio, breves, mas intensos por excesso de amor-próprio que assim a transforma em egocêntrica que se deixa dominar pela inveja e pelos ciúmes.Em suma, acaba por guardar no seu coração e na sua cabeça todas as suas emoções, exaltações, frustrações, indignações e entusiasmos e um dia destes acaba asfixiada.
Naturalmente todos temos defeitos, eu própria com este desenrolar dos acontecimentos, enfureci-me e nesta missiva descarrego espectacularmente a minha cólera sobre si, deste modo tenho a consciência de estar a comportar-me como inimiga, mas jamais de forma injusta e egoísta, os factos são os factos, e por serem verdadeiros, jamais os poderia continuar a omitir, corria o risco de asfixiar. Também acontece aos outros e depois é de todo insuportável dar continuidade a uma falsa amizade, onde de todo nunca me fizeram sentir em casa, por mais que eu tentasse, onde nas conversas aos almoços fala com a sua filha de auditorias, da mais velha dos percalços e aventuras, com clímax enaltecido nas glórias e feitos de isto e daquilo, e que a mesma pensa ir para a América e depois já não vai,consegue perceber porque não foi?Acordou das suas ambições?Das notações profissionais.No meio disto tudo a sua filha mais nova é que tem personalidade vincada quantas vezes ela se insurgiu contra si chamando- a à realidade para a senhora descer do pedestal...cena que vivida in loco nos dava um certo gozo no regresso a casa...fartavamo-nos de rir à sua conta...desculpe, mas a senhora é tão cega que não enxerga... Falta-lhe humildade. O seu coração rstá cheio de rancor por não ter conseguido passar no exame.Frustrada com a ambição perdida em sonhos...
Nesta vida não se consegue viver sem amor, o das suas filhas e mãe, por maior que sejam, não chegam, serão sempre insuficientes, fica a faltar aquele carinho especial,até os animais gostam...para quê continuar a esquivar-se a desejos desenfreados e encobrir o sol com a peneira? e continuar a iludir-se e a assustar-se ouvir falar de afectos...amor....
Só porque não gosta de mostrar os seus sentimentos...
Porque tem as filhas...Tinha!Há muito que a abandonaram.Agora sozinha, alerto a inverter a sua má sorte. Dê uma hipótese a si mesma.Não tenha receio de mostrar os seus sentimentos.Sei que por vezes tenho atitudes agressivas tal a minha frontalidade e que posso assustar algumas pessoas que sem me conhecerem bem ,tiram ilações precipitadas, mesmo até, a que se afastem de mim, é verdade, mas quem assume a verdade não merece castigo.Sei que por vezes tomo atitudes de rigidez e confiança cega em mim mesma, que não me deixa ver alem dos meus êxitos.Reconheço que também tenho uma certa rudeza na forma de ser e de falar, que pode incomodar algumas pessoas.Sou no entanto uma pessoa entusiasta quanto a senhora, temperamental, humanitária, impulsiva, combativa, intuitiva, mas muito franca e nunca ousei tirar nada que não fosse meu, à excepção de flores nem consigo de todo proceder de modo ardiloso que só a senhora sabe e consegue perpetuar.
Sempre gostei mais dos outros do que de mim, própria, nunca aprendi a gostar primeiro de mim, depois de mim, e só depois os outros, sendo equilibrada apenas pretendo e procuro a harmonia.As pessoas para gostarem de mim tem de me aceitar tal como sou e nunca tentar mudar-me apesar de muita coisa que eu diga ser fogo de vista.
Sou no entanto leal e sincera, e também um forte instinto de domínio que me torna autoritária e déspota com a obsessão de “querer fazer". Logicamente sou uma pessoa de sangue quente.Só assim se compreende e aceita tudo o que fiz pelos seus pais, veja o rol, quando vos conheci e comecei a frequentar a vossa casa, os pratos e canecas tudo muito pobre e brucinado da torneira, como estava em Coimbra logo me apressei na volta a oferecer canecas em pirex brancas, pratos para os bolos, saladeiras e toalhas, as vossas eram tão velhas que se viam à transparência.Quando casámos no mês seguinte fomos todos a Espanha passear, incitei os seus pais a comprar um serviço de pirex amarelo que ainda mantêm.O carro andava sempre na oficina, gastos disto e daquilo até um dia que num almoço na minha casa disse ao seu pai para comprar um pelo consórcio onde a minha mãe também já tinha comprado , como sempre insurgiu-se contra mim, exaltou-se, praguejou, mas o bichinho ficou lá dentro como sempre, e logo na ida à terra comprou o carro exactamente como eu tinha dito.Decidiram remodelar a casa de banho e cozinha, tirar o papel do hall e pintar tudo, foram tirados os quadros velhos alusivos ao catolicismo e eu de propósito a pé por todo o lado à procura do quadro ideal a carvão que coloquei lá e ainda permanece por cima da cabeceira da cama. O seu ex marido ofereceu um rádio despertador, avariou e lá fomos nós com carinho comprar o actual, comprámos o espelho para a casa de banho, supliquei ao seu pai para fazer o móvel para o hall para o telefone, comprei em latão o pote de guardar os chapéus, comprei os cortinados novos da sala e quarto .Mais tarde quando decidiram mudar de carro, fui eu ao stand fazer o negócio da troca do velho e mais o financiamento de 1.000 cts no Banco que na altura não era tão fácil como agora atendendo já à idade e baixos rendimentos. Quando a senhora e marido decidiram comprar um segundo apartamento foram almoçar a casa dos seus pais e o seu ex marido disse à sua mãe vocês também podiam comprar uma casa.
Deixou o bichinho, não foi você, foi ele, logo a sua mãe mo contou e num domingo que todos fomos Á praia, passei toda a manhã a matracar no seu pai e irmão, sabe como eles são, não preciso de explicar, até as pessoas se assustavam com os gritos de NÃO, NÃO E NÃO, só pensavam no almoço, mas como sou teimosa continuei a insistir e obriguei-os a parar junto do local onde se colhiam as informações, só eu e a sua mãe saímos, veja o calibre deles, fomos lá, vimos as maquetas, decidi no momento, sou assim, escolhi logo a casa virada a sul,ao meio do prédio e fizemos a reserva, comprometeu-se a sua mãe depois a lá ir levar o capital inicial, +- 100 cts.Depois como calcula a partir daí foram dois anos de grandes aborrecimentos, do seu irmão contra mim, meteste os velhos em apuros, não percebem nada de condomínios, o meu pai está habituado à cidade, meteste-te na encrenca agora desenrasca-te...e depois o seu pai também não a fazia melhor massacrava a sua mãe por tudo e por nada, quando a casa estava quase pronto sabíamos que faltava +- 2000 cts, fui a 1ª a apressar-me a dizer que emprestava, nem sequer consultei o seu irmão, sempre me disponibilizei para mediar conflitos, mais de duas ou mais vezes ao domingo a sua mãe telefonou para a minha casa a chorar dizendo-me é melhor desistir o pai não quer, não temos dinheiro que chegue,lá fui eu sozinha, de transportes até sua casa pôr água na fervura, o seu irmão não me levou de carro, estava bem estacionado e depois não tinha lugar quando voltasse, eu que tinha arranjado o sarilho que me desenrascasse, chegava aflita, dizia eu assumo, eu fico com a casa, é o sonho de muitos anos seu (mãe) apontava, não vou deixar de o realizar já que cheguei até aqui vou até ao fim e em relação ao dinheiro impus a muito custo a venda de eucaliptos enormes que já deveriam ter levado dois cortes anteriores e o qual nunca o fez porque dizia são em sítio íngreme difícil vão desvalorizar a madeira...
Mas consegui, entretanto o seu TZ também se disponibilizou para o empréstimo assim como a senhora e ex marido. Nada foi preciso, ainda receberam a indemnização da saída da casa alugada.Mas se não fosse a minha determinação e vontade pelo prazer de realizar os sonhos dos outros sem nada pedir em troca com certeza os seus pais não teriam tido o privilégio e gozo de usufruírem de casa confortável e acolhedora.Saí uma tarde do trabalho para ir com o técnico fazer a montagem da cozinha, quando saí estava radiante, parecia uma cozinha de bonecas, gostei de oferecer uma máquina de lavar que nunca nenhum dos filhos insistiu para que fosse comprada, com premissas de desculpas, o pai não deixa tirar o tanque, porque é preciso fazer obras, porque isto e aquilo. Sabe antes de se pensar comprar a casa tinha idealizado fazer de surpresa nas férias deles que como sabe nem sempre coincidiram com as nossas, a montagem e oferta da máquina para quando chegassem com o espanto o seu pai calar-se, e aceitar.
Depois tive o percalço do envernizamento como já falei, se calhar agora já começa a pensar de mim de forma diferente...verdade?Já falei da minha tomada de posição firme nas partilhas para a sua mãe optar pela casa de Cima com obras feitas, estava-me a esquecer quando o seu TA falsificou na Caixa Agrícola livrança avalizada pelos seus pais de 5.000 cts, fui eu que logo que tomei conhecimento da desconfiança de sua mãe fui de imediato com eles à Caixa, expliquei a situação, como calcula o gerente queria, porque, lhe interessava abafar o caso dizendo bem, não é bem assim, nós até nestes casos mandamos carta para confirmar se tomaram prévio conhecimento, não fosse eu conhecedora do sistema sobre o assunto e de afirmação implacável tão teria resolvido no momento com êxito a minha petição.Tudo o que fiz pelos seus pais devia ser competência e lembrança dos filhos, ou não se lembra de ser arisca e intolerante com eles em solteira, pelos vistos nem um nem outro nunca durante anos se preocuparam como deveriam, com o seu bem-estar, verdade? Certo que também deu coisas aos seus pais, mas tudo o que fez foi sempre em menor grau daquilo que poderia ter feito.Está é sempre à espera de receber, vai ás compras com a mãe, uma vez por outra ela paga, depois almoça em casa dela, esta retribui, pede à mãe para fazer os recados de ir buscar isto e aquilo da filha mais nova, o exame, passar a roupa ,e aparentemente são muito felizes.Fico contente, a sua mãe precisa de si e a senhora dela.Quanto a mim nunca esqueci um domingo na minha casa a sua mãe sempre se prontificou a ajudar e estava ela a passar alguma roupa e a senhora com grande desplante disse em alto e bom som,"a minha mãe não é criada de ninguém".
A partir daí nunca mais lhe dei nada para fazer em casa, fiquei com medo.
Um dia quando tiver tempo há-de repensar em todos os seus actos infames por si praticados sobre a minha pessoa, nunca foi minha pretensão fazer-lhe frente, nem tão pouco ocupar o seu lugar no coração dos seus pais.
Pergunto?
Qual o motivo de tanta raiva, de tanto ódio, sabe para atestar e acreditar, dei-me ao trabalho de entrar em contacto com o seu ex-marido para saber se no tempo que foram casados 20 anos a senhora alguma vez o demonstrou, recebi a resposta suspeita, a senhora nunca gostou de mim no inicio dizia sempre mal, depois com o tempo moderou a sua posição. Fi-lo com duas intenções a 1ª para saber o que acabo de proferir a outra para o mesmo ter conhecimento da assinatura das suas filhas em acto ás quais não diz respeito directamente, e na vez de tomarem uma posição de auscultação e veracidade dos factos, apesar da formação académica adquirida ser rica prontificaram-se a ir em defesa da mãe, julgo não ser um método educacional correcto. No entanto a ponderação e o bom-senso devem mediar sempre a rigidez dos acontecimentos.
Aproveitei a autorização do remate da sua carta ”se falam todos a mesma linguagem então nos próximos tempos vão ter muita conversa que pôr em dia,estejam à vontade”.Não gostei nada de saber que quando o pai lhes perguntava pela prima, ou não diziam nada (porque estão por si autorizadas a não falar) ou dizendo anda lá com os rapazes...quando comuniquei o facto à minha filha virou-se para mim e disse-me mãe não é nada que não esperasse delas.A senhora é uma loba em pele de cordeirinho, afinal o porquê de tanto ódio.Olhe infelizmente tenho alguns inimigos que tudo sempre fizeram para me prejudicar, e o melhor quase sempre conseguiram, mas não lhes consigo guardar rancor, posso falar dizer tudo o que me apetece da boca para fora, mas ódio, rancor de todo são palavras que não entram no meu coração.Quanto à sua mãe, infelizmente está doente de várias patologias já referenciadas e outra chamada esclerose, é de todo aconselhá-la a ir ao médico, não é vergonha nenhuma fazer o teste é preferível do que encobrir as atitudes de falta acentuada de personalidade, de trocas e baldrocas, no último telefonema depois de descarregar tudo o que quis no filho, terminou dizendo que não tinha nada para fazer para eu levar a toalha para ela se entreter, para lá irmos comer,de coisas que viu e já não sabe, que isto e aquilo sendo pragmática e fanática em atestar firmemente a sua idoneidade de grande mulher, o tempo o dirá.Prefaciando as suas palavras, olhe que estou a avisar depois acontece como o seu pai tudo era dos diabetes e afinal ninguém se lembrou nem desconfiou apesar de alguns sintomas de cansaço evidentes que podia ser outra coisa, nem o médico, é obra.AH! Sobre o prazer de roubar objectos também é uma patologia clínica, acontece nas melhores famílias.Trate-se e entregue o que tem a entregar e calemo-nos para todo o sempre caso ainda extravaso e num acesso de loucura total como fiz com a sua mãe ao telefone digo e mostro a todos esta carta, depois não diga que não avisei.
Todos estes acontecimentos me tem causado sofrimento, não consigo dormir de tanta ansiedade para lhe dizer o que agora consegui, julgo que só assim consigo libertar-me da sua imagem nefasta e entrar numa nova fase de relaxamento e profunda mudança de valores.Aconselho-a (perdoe-me, isto é outra mania minha, gostar de dar conselhos sem serem pedidos) a tomar algumas cautelas à sua filha mais velha é demasiado parecida consigo,deveria inverter algumas coisas, não se idolatre tanto, não sonhe através dela o que você gostaria de ter feito, e que as atrocidades da vida não o permitiram. Deixe-a viver o curso natural da sua vida.Quando nos tentamos colar em demasia saímos sempre em desvantagem.A sua filha mais nova apesar de tudo tem bom coração e é inegavelmente uma pessoa de bem, apesar de tímida e pacífica. É indecisa e fácil de convencer. Faz-me pena porque a acho muito solitária, apesar de parecer muito sociável.
Se estes acontecimentos a tivessem perturbado como a mim não teria o desplante de no domingo quando a minha filha entrou em casa da avó “ dar uma de boazinha, em tom agudo e sorriso …. olá está tudo bem?". Acabou finalmente, não vale a pena dizer mais do que foi dito.Tentei não ser inflexível e arrogante, mas os factos, são os factos e não existem formas de os dizer tão abertamente para serem perceptíveis.Por isso não invente o porquê de tanto rancor na carta do seu irmão, nada tem de rancor apenas o mesmo tentou responder com verdades aos factos por si aflorados na sua carta, já parou para pensar que a sua carta é que é rancorosa, mais uma vez passa a bola para o outro lado, a senhora é única, agride-nos, insulta, ameaça dá recados individuais, goza...deliberadamente.Depois ainda tem o desplante de dizer que somos nós os maus da fita, a jeito de remate no domingo vira-se para a sua mãe e diz no seu tom altivo e altaneiro, afinal o seu filho, mulher e neta...bem ainda tinha dúvidas que tu (referindo-se à minha filha) ……mas agora vejo……e ainda inventa com a sua mãe, bem se calhar foi porque não deixamos que fizessem as obras na casa de Baixo, antes das partilhas...sem comentários...
Quando se é fraco de ideias, qualquer assunto serve para justificar os actos.Não fui injusta, apenas disse a verdade nua e crua, reconheço que é muita matéria condensada, de cariz pesado, mas caramba é o relato de 30 anos de ódio, que convenhamos da minha parte sempre tentei “comprando” a sua hipotética amizade, mas tardiamente dei conta que estava a remar contra a maré, nem o amor nem a amizade se compram, conquistam-se.Decididamente a senhora nunca quis a minha amizade e com o tempo eu também desisti da sua.Estamos quites.Até à eternidade em faixas de vidas diferentes.Não insista na resposta, como vê, não existe, tudo relatado é verdade,porém e apelando à minha teimosia relaxei,entendo que porventura uma frase não seja bem assim, ou por outro não seja naquele local, foi dito de outra maneira, foi pensado assim mas era assado…...
Tenho a certeza de tudo relatado aqui ser matéria fulcral num contexto de tese de veracidade vivida por mim durante anos a fio em convivência consigo.Acabou!Dê-me o seu desprezo porque eu já lhe dei o meu.Termino este imenso relato, agradecendo à minha memória, ao meu sentido de justiça, à minha perseverança, à minha vontade, ao rigor de minha fluidez pensamento, que estes me continuem por muitos e bons anos.
Confesso que entregou os bens roubados, excepção do varejão e mais tarde nas partilhas, ludibriou o irmão à descarada. Para o efeito chamou o TA, para mediar, mas a conversar ela fez os montes e deliberadamente tinha tudo bem ensaiado. O irmão levou os pertences para a casa de Cima e ela como tinha a chave, lá foi e trocou o que lhe interessou.
Mas saiu-lhe o tiro pela colatra.Tudo fez com a mãe para nos prejudicar. Fez os montes dos bens imóveis a dividir sem intermediação do irmão. Este ao ser confrontado pela mãe da sua feitura e da equivalência dos mesmos, ele quis conhecer a lista. Após visualização reparou que um dos montes era a "cara dela2, isto é feito e escolhido para ela. De imediato virou o filme, se é bom para ela, por certo será bom para mim e de imediato comunicou à mãe a sua escolha. Ela aflita pior julgar discórdia, nem raciocinou.Mas já não podiam vir atrás. Ele limitou-se a escolher uma vez que não foi visto nem achado para a sua feitura.Ficámos melhor, com a casa que queria para ela.
Tabto azedume, tanta raiva...Odeio-a!
Será?Nem sei o que isso é...agora desprezo, isso não nego.

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