quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Casa da Câmara de Chão de Couce no concelho de Ansião

Nas ruínas onde funcionou a Casa da Câmara de Chão de Couce, foi encontrado um Livro das Receitas e Despesas da Câmara de Pousaflores, para o período que decorre entre 1766 e 1808. O seu aparecimento entre o espólio documental da Câmara de Chão de Couce, explica-se pelo facto de Pousaflores. A partir de 1837 ter integrado ESTE CONCELHO , segundo o historiador, meu amigo, Dr. Manuel Augusto Dias.
Numa das minhas idas  a trabalhos rurais a caminho da Moita Redonda, na vez de cortar na Serra do Mouro a caminho de Lisboinha, segui em frente para Chão de Couce e decidi parar!
Feliz por tantas vezes pensar aqui parar...e fotografar
 Uma porta ao nível do r/c encimada com cercadura em tijoleira  em semi arco 
Plano superior à casa virado a sul. Acesso por uns improvisados degraus que possivelmente fariam parte do imóvel cuja frente a nascente não existe. Ombreiras de janelas? jazem em jeito de escada.


No plano superior logo encostado ao imóvel encontra-se um tanque quadrado, vazio com esgoto provisório para o plano abaixo na entrada da casa.
  • Enquadrado num ambiente de prado, plano de gaveto, cariz bucólico num dos lados vegetação com canas da Índia. 
  • Adorei o cenário bucólico, doce com o costado ao fundo até ao outeiro do souto de castanheiro francês, da Quinta de Cima.
 
Citando o José Estanqueiro Rocha " Tantas vezes subi estes degraus, para fechar ou abrir a água que abastecia o tanque e servia para regar vários talhões cultivados. O terreno neste patamar superior onde está o tanque e as persistentes canas da índia, foi cultivado pela minha falecida e saudosa mãe, (a ti Gracinda), em regime de arrendamento ao Sr. Moreira de Sousa, durante mais de trinta anos. Saudades!"
Parede com piais em pedra da antiga casa da Câmara de Chão de Couce
 Outra porta
 Só paredes, esta no interior
 
O interior visível ainda restos de estuque com cal
 
Parede exterior onde se nota esta pedra cilíndrica, se tivesse furo ao centro e nela cravejada argola em ferro teria servido para prender os animais. No caso , está limpa, daí o enigma. 

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