terça-feira, 15 de março de 2011

Piropos de amigos descobertos neste meio virtual

 Não há como bons amigos descobertos aqui!

Apesar de atropelos de isto,daquilo e não sei mais o quê, atrevi-me a escrevinhar, relatar o que senti e como vivi tantos momentos da minha vida até casar. Falar deles foi um recordar e vontades de voltar a fazer tudo outra vez...O título " LUSCO FUSCO DE MEMÓRIAS".
Numa última visita, a minha mãe chamou-me à razão, “falas muito, perdes-te a falar com as pessoas, dizes que tencionas escrever um livro...”. Senti forte o reparo, fiquei triste. A minha mãe foi e será sempre uma mulher da qual me orgulho muito, estudou no seu tempo, de cultura acima da média em relação às suas amigas, contam-se pelos dedos as que têm o mesmo grau de escolaridade, no entanto ficou-se muda quando deveria ter dado azo ao inusitado… “também eu gosto de escrever, em nova fiz um romance, lamentavelmente perdi-o, fico contente por a minha Bela idealizar escrever as suas memórias de infância, acredito que será um livro agradável de ler, serei a primeira a dar-lhe força”…
Apesar da tristeza, não esmoreci. Amigos, tenho poucos, bons, cujos valores académicos e culturais nada se comparam com os meus, mesmo assim com o pouco tempo disponível me vão ensinando, valorizando e isso quer se acredite ou não é o mais importante. Ultimamente tenho vivido uma vida mais desafogada que aos poucos se transforma em qualquer coisa de válido, distrai e diverte não só a mim como aos que me vão lendo nos meus e-mails e blogs. Tudo devo ao empenho e dedicação de todos eles que me incutiram o sonho em o tornar realidade: Ao meu bom amigo Dr. Manuel Dias, da mesma geração, frequentamos a escola primária em turmas separadas, acabou por seguir o seminário, perdemos o contacto. Voltámos a encontrar-nos neste mundo cibernauta num comentário sobre a visita do Prof. Hermano Saraiva à nossa terra, prefaciando as suas palavras,"Gostei, mais uma vez, das suas descrições. Você tem, de facto muito jeito, para descrever; seja sobre o que for, a sua descrição é muito rica, porque lhe junta sempre os sentimentos e isso dá vida ao que descreve. Fale de flores, de pedras, de património, de culinária, de paisagens ou de pessoas... Pode pensar em publicar um livro, de preferência com descrições sobre a nossa terra, estou a falar a sério (serei o 1.º leitor e se quiser posso fazer a revisão, sem lhe cortar o dom.) "…

Ao Pedro com raízes pela Nexebra … “Já pensou escrever um livro? Entretanto parabéns pelo seu Blog. “.

Do amigo virtual, Arquitecto Manuel Sousa Cardoso com raízes na Redinha, “E agora para a Isabel, fiquei assim a saber que partilhamos mais do que pensava, pois afinal possuo casa próximo das nascentes do Anços. Sem saber temos a coincidência de partilharmos espaços...Interessantes. Continue, pois gosto de a ler, sobretudo quando escreve sobre as suas memórias da região que nos é comum, como vivi toda a minha infância e adolescência fora dali, sinto que me foi roubado um bocado. A Maria Isabel está a preencher essa lacuna, bem-haja por isso também “A Maria Isabel no seu melhor! Gostei imenso de ler este seu texto”

Do Dr. Luís Montalvão “A Isabel consegue por vezes ser quase cinematográfica nestas imagens de cenas do passado na sua terra”. Simpatizo com a forma como a Isabel se dispersa. Agradeço as deambulações da Isabel que são uma graça. A Isabel é como o Barroco das Igrejas Portuguesas, agita-se, movimenta-se em todas as direcções, perde-se e depois lá volta a encontrar-se no final."

Da Dra. Maria Paula," Isa, como gostei de a ler! Refere lugares, pessoas, objectos e rotinas que muito me fizeram lembrar os nossos contos tradicionais.

Da Dra. Maria Andrade “Ó Maria Isabel, estou sem palavras e ainda a chorar de tanto riso. É uma contadora de histórias nata! E que memória prodigiosa! Li este texto por partes e de cada vez foi de chorar a rir com as suas peripécias e aventuras. Já estive a contar algumas ao meu marido e disse-lhe que ele tem que as vir ler...Continue a dar livre curso a esta sua veia que vale a pena registar todas estas memórias da maneira viva e divertida como o faz. Obrigada por uns óptimos momentos de boa disposição que me proporcionou hoje”.

Do Prof Arnaldo Silva "A Izabel escreve bem, muito bem. É límpida, é cristalina e erudita. Se a sua publicação ainda não está no prelo é porque os da Câmara não entendem nada. Por aquilo que imagino só pode ter muita qualidade. "

Anónimo…Gosto muito da sua escrita. Permite-me recordar a minha meninice.
As saudades que tenho desses tempos.
A recordação da sua avó Maria da Luz, minha tia, bisavó.

E,....................................................

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