terça-feira, 25 de março de 2014

Dancing Bear em Portugal!

A Dança do Urso!



Soube há dias na mesa do café deste fenómeno recente a querer assentar arraiais na nossa sociedade no mundo da diversão erótica. O fascínio da  novidade -,  em ser exclusiva  para o sexo feminino.
Moda importadada dos States -, a dança do urso.

Nada mais do que clubes para mulheres, onde strips masculinos se passeiam por elas, nus e excitados, disponíveis para quem deles quiser tirar proveito,  e quando a energia se esgota no imediato substituídos por outro, igualmente quente, apto em animar o maralhal de senhoras famintas - , seja pelas vistas  em corpo atlético, musculado, tatuagens ou deslumbração de potência.
Homens de mente criativa sem tabus, desfilam por elas até que as tiram do sério -,elas m ímpetos investem  em os saborear à vez, forte e feio irrompem esganadas em experiênciar tamanha amansia , a sua primeira , na vontade de saciar fome, e pelo que parece pouco querer deixar para outras!
  • Em Portgal ainda caminha verde este modernismo...
Ainda assim, o strip na onda de Dancing Bear que aconteceu no Dia da Mulher algures na Margem Sul, quiçá noutros lugares.Supostamente as inscrições feitas nas redes sociais onde se chegaram sequiosas para apreciar homens másculos "nuzinhos da silva em pelota" sem direito a mais nada...E queriam por certo!
Gáurio e delicia delas que loucas se derretiam a beber Gin e Uísque -, em jeito histérico e destranbelhado por sua conta e risco, neste louco viver do seu grande dia em que parece tudo é permitido(?) e até com os empregados  se babavam, deles não despegavam -, seria da farda os espicaçavam "hoje não temos marido"...
  • Curioso, não deixa de ser atitude sensata o ultimato dado na entrada-, proibição de registar qualquer foto. 
Pois se lembrarão que na mesma noite um cabo da GNR vestido de farda e armado, desfilou no platou para outro mulherio numa discoteca (?) sendo que a foto registada valeu-lhe o passaporte para processo disciplinar e suposto despedimento. O homem ao que parece fazia esta prática habitual de strip sem farda, como extra do vencimento curto. Malvado dia, marcado pela ingenuidade, em desfilar fardado e armado, na louca loucura em elevar ao rubro adrenalina, neste agradar perigoso a histéricas, na  luxuria de  arrancar mais aplausos -, aplaudido ficou sozinho, no desaforo desaforado da sua vida ...
Quão alto preço pago pela ingenuidade, bem duro!
  • Ora há que tomar providências cautelares à laia de aviso expresso pelo dono ou quem desempenha o papel de relações públicas  para não se correrem riscos desnecessários para todos os envolvidos.

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