segunda-feira, 17 de março de 2014

Orgasmo cubista chinês a 3 dimensões ...




Incrível o julgar de atitudes com a falta de caráter e civismo -, seja pelo pouco saber (?) como funciona a população chinesa que assentou arraiais no nosso País...mas há gente que suporta mais chinocas de olho em bico. Em pequena, Maria só conhecia um casal de chineses que tinha uma lojita minúscula numa cave no gaveto da Praça Velha em Coimbra, na frontaria tinham expositores carregados de bijuteria, e a sua mãe nas vezes que se deslocava à cidade de agrado lhe comprava alguma coisa; fosse um cinto, travessão, fita para os cabelos, pulseiras, fios, ou anéis em ouro fingido, pechisbeque...
Maria achava esta gente estranha, afanada de carnes, vestida de negro com fatos de linha direita engalanados de golas à padre e fileira de botões, no contraste de peles claras, baças de brilho, olhos talhados em viés, sem graça, cabelos lisos brilhantes a luzir, que lhe parecia brilhantina, num estar de orar pelo constante abanar da cabeça em forma de agradecimento e falas parcas em sotaque arremedado a portuguesado. Muitos anos mais tarde Maria assistiu a descomunal remessa de novos emigrantes chineses que decidiram apostar na oferta de nova gastronomia de comida asiática, abriram novos restaurantes em cada esquina, como se fossem cogumelos -, muito se falou e contestou, sobretudo, pela falta de limpeza nas cozinhas... Seguiu-se nova avalanche de comanditas decididas na aposta forte e feia em grandes lojas e armazéns, que sem penas, tão pouco vergonha, abancaram em poderio no intuito de destronar os negócios familiares de lojistas nacionais, que num ápice viram o seu ganha pão tradicional a ir por água abaixo de toda uma vida, pela arte da venda de roupa, utilidades para casa, cosmética, plásticos, plantas, utensílios, ferramentaria e,...Sabido é coisa de fonte segura que muitos deles vivem em condições miseráveis nas próprias lojas, abertas todos os dias da semana, sem feriados nem folgas, onde fazem o almoço, e sem desplante, se mostram de prato nas mãos almoçando em plena loja na frente da clientela, e só o poisam para a atender na hora da caixa. A última avalanche desta gente é neste agora de peixe graúdo para captar investimentos (?) milionários, a quem são atribuídos vistos Gold (dourado), -, um salvo conduto que lhes abre caminho direto para entrada na Europa, pelo que tem de transferir para o País um capital num montante igual ou superior a 1 milhão de euros (?), criação de pelo menos 10 postos de trabalho, ou compra de imóveis com um valor mínimo de meio milhão de euros. Nos mais de 700 vistos já entregues só adquiriram casas e escritórios em Lisboa, Linha do Estoril a Cascais -, mina para empreiteiros e imobiliárias de luxo... 
Maria sente lacunas incríveis nesta sociedade fechada com meandros estranhos e muita bonance em impostos. A saída em massa de famílias da China para novos mundos calcula Maria que se deva em parte à alta poluição das fábricas que torna o ar das cidades irrespirável, da miséria dos salários praticados, do horror de horas a trabalhar em fábricas em condições sobre humanas, à política em vigor na China e claro na busca do oiro dourado, a fortuna fácil em paraísos onde se enxerga curto a nível governamental na contínua oferta de facilidades a mais, sem controle, aos de fora, roubando aos de casa, a torto e a direito-, um despautério!
O caricato com esta gente é que a mãe de Maria alugou há seis anos um apartamento a um casal de chineses com um filho que nele sabe se instalou outra gente por tempos (?), até melhor escolha e decisão de nova atracagem em porto seguro. O filho do inquilino foi à escola aprender a língua da nossa Pátria -, ainda adolescente com carão de menino atrofiado, engravidou uma chinesa , ficando a família toda a viver debaixo do mesmo teto.Comparativamente a clãs que aparecem no País, no caso balançando -, ciganos e chineses-, os primeiros denotam ter brio em matéria de limpeza, as loiças em monte junto dos acampamentos Maria a viu anos a reluzir prata de tanto com areia arearem os alumínios, já de ladrões jamais se livram de ser apelidados. E dos chineses, gente mais porca julga não vir a conhecer, porque o que parece é nada se incomodam em viver no meio da imundice...Já de roubos , de coisa miúda, nunca ouviu deles falar, podem até haver, e de dimensão bem maior, do que os praticados pelos ciganos...
Durante a estada  na casa nunca foi aumentada a renda, este ano foi comunicado o aumento que não aceitaram. A casa vagou imunda de sujidade e de cheiro nauseabundo coisa que uma noite e um dia em corrente de ar foi bastante para renovação de novo ar respirável...Ambas sabiam do trabalho que as esperava, não tiveram pejo de pôr mãos à obra da árdua tarefa. Maria munida de espátula retirou camadas de gordura no fogão e do extrator, que nunca viram limpeza -, e não se livram de ir para o lixo tal como os móveis, mesa, cadeiras e sofás, um dia destes...Enquanto a mãe se ficou na limpeza do frigorífico.
Tetos estucados, outrora brancos dos quartos, agora com marcas de solas pretas de sapatos...
O teto da sala uma cagada pegada de moscas, mosquitos, melgas e outros bichos...
Casas de banho com sanitas carregadas a sarro amarelo, banheira preta de sujidade, gorduras entranhadas, partido um tampo e o andarilho inox da cortina do poliban...Candeeiros a caírem de peso com pó com o acumular de gorduras, como se fosse uma multiplicidade de teias de aranha transparentes de redes entrelaçadas em suspensão. Cortinados tisnados do sol do verão soalheiro e os da sala bolorentos por falta de ventilação, grande a falta de sensibilidade na abertura diária das janelas, e com isso algumas paredes negras, sendo que estavam a metros do oceano. Pior o esgoto do lava loiças completamente entupido, depois de gastar um litro de produto próprio para desentupimentos, debalde nada surtiu efeito, decidiu abrir a rosca abaixo da bacia e reparou que estava entupido a partir dai...Tinha de se abrir a tampa da caixa no chão. Pediu ajuda de um vizinho, por falta de chave de fendas, muito a custo foi tirada por estar agarrada com gorduras, deparou-se com lodo preto e branco -, o que quer dizer estava entupido há muito...Pois aí despejavam as gorduras dos fritos que fez cola... De olhos semi fechados, cheia de raiva e respiração suspensa, retirou a imundice-, para espanto, espantada, e nada de desentupimento... Pediu à mãe para ir à rua comprar uma mangueira de dois metros que fosse maleável, ela foi bem-mandada e Maria sem certificado, mas diplomada na universidade da vida fez o trabalho de canalizador que resultou a custo e suor, mas com esplendor sucesso.
Gente do diabo. Partiram o tampo de duas cadeiras de pinho e um tampo de outra da sala, estragaram os sofás, deixaram na varanda uma prateleira da estante que com a chuva o seu estado, era lixo. O canteiro cheio de ervas altas, ao meio resistente a sardinheira da avó de folhagem cheirosa, que a amenizou por si plantada há anos, e no canto uma série de isqueiros velhos sem gás...O poleiro do vício do tabaco.
Não sabem o que é limpar roupeiros, nem cadeiras, nem nenhuma mobília, melhor arejar a casa para não se criarem bolores, sabendo que estava sob influência da humidade marítima...A marquise preta, um desconsolo. Maria pintou-a de branco em cima de uma frágil mesa redonda. O chão foi lavado a várias águas e desinfetado. Dois litros de desengordurante, 10 litros de lixivia, 5 litros de desinfetante, outros tantos de acrílico para madeiras, limpos vidros, ambientadores e lixo com os panos, esfregões, ainda a perda de tempo com uma tarefa que não sendo delas perderam o sol e a maresia da praia. 
Graças ao extensor foi possível a lavagem das paredes e dos tetos, mas -, as dores nos braços se mostravam doridas, a coluna em fanicos, e a cabeça em desespero com vontade férrea de lhes bater, batendo, até implorarem compaixão. Velas de cheiro acesas na sala para acalmar as emoções na companhia do rádio no posto RFM...Incrível sentiam-se desgastadas, cansadas, sempre a ouvir as mesmas músicas, e a mãe nervosa nem as suportava, e em ato impulsiva e zangada de fúria, o desligava da corrente de vez em quando, e ela teimosa o voltava a ligar, indispunham-se uma com a outra a reclamar autoridade, e culpavam os chinos!
Maria gritou naquela casa bem alto raios e coriscos contra esta raça de gente de "merda" de hábitos sórdidos, sem pejo de viver o dia a dia em plena sujidade, sem aprendizado e retórica de modos civilizados como se viver numa casa simples, mas limpa higienicamente -, mais parece terem hábitos de barracas de famílias destruturadas, sem conhecimento de normas cívicas do que seja o básico limpar, do que se trata a limpeza, o seu porquê, e dever de a fazer. 
Pior foi dela e da mãe fazerem cridas, para limpar a porcaria deixada, tal como o lixo que tiveram de carregar para o caixote...Não. Bem pior e lhe custou de sobre maneira, foi ver o desplante de sujidade sobre a cabeceira da cama que no passado fora o quarto dela. Ao primeiro impacto julgou se tratar de humidade... Desviada a cama analisou em detalhe e não teve dúvidas do que se tratava. Local estratégico ao meio da cabeceira idealizou o filme que ali se viveu. De pé em cima da cama e de pernas abertas o asiático chinoca de rodas curtas, no desvario louco a testar limites de prazer e gozo do clímax na teima de perpetuar na deixa a sua marca-, a própria esporra projetada na parede acima da cabeceira onde dormia em casa que não sendo sua, mas sim de aluguer!
Acredita Maria o orgasmo foi intenso, a fazer fé na extensa fileira e na espessura dos jatos de términos de gota grossa desenhadas em escorrimento pela parede...A rivalizar o ato no cubismo -, cuja representação de pintura ordeira dos jatos em fila, na vertical, como se fossem objetos em três dimensões, numa superfície plana, a parede , sob formas retilíneas, alternadas, umas maiores e outras mais pequenas, a sugerir um quadro ele imaginou a estrutura do seu corpo, sobretudo do seu potencial de força diabólica em expelir tanto esperma, e dos objetos que dele resultaram fundidos em osmose. Uma vez aliviado do peso testicular, ainda assim , especado de satisfação ao contemplar na sua frente o leite a se movimentar vagarosamente no deslise da parede de pintura rugosa, mirado em deleite de todos os ângulos do quarto, e com isso a nova esperança de novo folgo e fervor de tesão, ao querer perceber tão grande plano do volume da sua própria ejaculação saída de corpo tão franzino...Acredito teria como espetadora-, a china mulher, miúda e lerda, delirante, na apreciação do strip visto de traseira, solta em risos esganados de gueixa histérica em fúria compulsiva, naquele quadro real a ver os pintelhos lisos e negros espetados que lhe adivinham do rabo em alvoroço, fruto da eletricidade estática! 
Que pena não ter registado o plano do quadro! Mas qual quê, a turbulência no momento foi brutal de loucura em tirar aquele nojo nojento da parede. Já basta a triste recordação! 
Maria ficou de mãos em sangue de tanto esfregar com a rodilha de arame e lixívia pura depois de amolecer com o desengordurante...Maria perdeu de novo a cabeça e voltou a gritar bem alto, em bom som que estremeceu o prédio -, gente do piorio uma secura os atacasse nos tomates e a elas uma febre as levasse a rastejar... Nos próximos tempos não lhe voltem a falar em chinos, Maria tal não suportaria! 
Bastaram os dissabores, as despesas adicionais com detergentes e horas de trabalho não remunerado -, porque receberam a casa limpa, e a deixaram imunda, uma tormenta vivida de dois dias e meio, para esquecer! 
Um conselho-, nada de se alugar a chineses , por ser raça velhaca , choram-se "fazem de gato sapato com os proprietários"- comandita de gentalha de merda, de olho em bico, de perfil gozão ditam ordens a torto e a direito, porque infelizmente vivemos num País comandado também por uma cambada de merdas, que sem nos dar alternativas roubam o povo até ao tutano,com isso muita gente ve-se na contingência de aceitar migalhas esmigalhadas de chineses, à falta de outros que paguem...E com isso os lamentos! 
Ora deixem de comprar nas lojas deles, se repararem muitos artigos são mais caros que noutras lojas... 
Um mal lhes desse a todas em fila e os encaminhasse na fuga, de rabo entre as pernas, com pauzinhos a comer pedrinhas da calçada...

2 comentários:

  1. É ,miga
    Nunca mais alugue a casa a chinocas
    Elas são muito porquinhas
    E não lhe desapareceram cães nem gatos na zona?
    Em minha casa ,tem mais de 20 anos desapareceram um dalmata,um pastor alemão muito querido e dócil,gatos foram todos
    Desapareceram sem deixar rasto
    Só lhes encontrei as peles e descobri o triste fim dos animais da minha casa quando se alugou uma parte de casa a chineses
    depois ,...despesas até dizer chega para limpar a imundicie que eles deixaram
    Nunca mais,jurei eu
    Você não queira mais alugar essa casa da sua mãe

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  2. Cara anónima muito obrigada pela cortesia da sua visita e pelo testemunho desta raça porca e estranha que se farta. Escrevi para libertar a raiva que senti ao ver tanta imundice. A minha mãe coitada ainda foi à loja reclamar, montaram-lhe uma cilada, dizendo que estiveram 8 dias sem luz... e ela claro sendo honesta, achou que a EDP tinha percebido mal a indicação...Ora mentira a luz estava ligada. Ficou doente porque a chamei à atenção dos estragos e de ter sido ludibriada sem escrupulos.Pus a casa à venda.

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