sexta-feira, 27 de junho de 2014

Muralhas de quintas e franjas de azulejos no Pragal

Olhar o fausto de anteontem de resquícios de muralhas e muros grossos e altos de antigas quintas  que quis o tempo alterar e modificar, ainda assim apontamentos marcantes desses tempo de fausto e riqueza, hoje só num bocadinho do Pragal em Almada, para não cansar...
Guarita da antiga muralha (?) de Almada, apenas resta o que aqui se vê e mais à frente existe na toponímia ( Travessa do Forte), julgo este nome "Forte" seja o nome da quinta que foi expropriada para se em parte urbanizada e a restante jardim que ladeia o acesso à Portagem.A sê-lo falhou a atribuição da toponímia que deveria ser Quinta do Forte mas não se pensar em fortim...
Muros de pedra muito altos ainda persistem na paisagem e casas solarengas das antigas quintas estão a ser arranjadas, o caso da que se vê.
O antigo dos muros altos das quintas ainda de pé a rivalizar nas urbanizações que no tempo não cuidaram do resto do espaço sobrante e deviam!
Lote recentemente vendido onde está a ser construída uma vivenda num lote com mais de 300 m2 com caixa de ar que desconhecia-, vigas de cimento armado do traçado da estrutura da casa onde são abertos buracos redondos alternados para circulação do ar por debaixo da placa.
Ficará soberba a sul, pelo muro muito alto no tardoz  com vista para a Arrábida e ainda um pequeno jardim,
Antigas instalações da Cooperativa Piedense onde chegou a funcionar o Preço Justo
O emaranhado de fios e de postes em aberração total na paisagem...
Nesta quinta funcionou inicialmente a Cooperativa Piedense com um belo painel de azulejos na frontaria do portão com a Nossa Senhora da Arrábida
Os muros foram feitos à base do material predominante da região que é argila fossilizada com conchas, moluscos e areias...
A bela capuchinha cor de laranja que nasceu numa brecha de um dos muros, flor da minha infância que gosto muito pela cor fantástica.

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