segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Idílica tarde pela Lagoa da Ameixieira em Ansião

João Silva morador na Lagoa da Ameixieira, nascido sob a influência do signo aquário cujo elemento principal o ar, nele determina especial gosto pela boa vivência no convívio com os demais, mas sempre rodeado da grande família seja em paródia, comezaina e jogatina, porque concertina já houve melhores dias.
Este ano desloquei-me nesta época de frio intenso no propósito de aceitar o convite para a sua festa do seu 88º aniversário. E que rica festa onde havia arroubo de alegria, muita fartura de comes e bebes, que nem em outro melhor restaurante, como aqui a sua casa. Só dei conta da falta de duas pessoas...Mas claro sempre presentes no pensamento e no coração, o mais importante!
Adorei cada minuto que convivo com esta gente, muito boa, que me recebe a mim e aos meus, como se fossemos da família, assim o sinto, e claro sempre me fazem sentir em casa.Adoro a ruralidade; do calor da fausta lareira  com madeira de oliveira em brasido incandescente, do deleite de ver o Paulo a cortar sabiamente o leitão, enquanto as irmãs e cunhadas, arranjavam as travessas de carnes e de frutas variadas, ainda a D. Helena que enchia terrinas em fila de boa sopa do seu lavrado, enquanto isso neste bom ambiente quente já ansiosos os convivas, sentados em mesas corridas com boa loiça e vidros preparados para  começar a "enfardar" as entradas de presunto, queijos, azeitonas e paté...No meu jeito observador estimei com encanto os trabalhos de artesanato do tecelão que foi do Avelar-, peças únicas de rica criatividade; corações, flores e frutos, misto colorido, seja em mantas, tapetes, almofadas e passadeiras tecidas em tear manual, com lãs da CUF de Ansião, na mesma continuidade da pintura da faiança "ratinha" de Coimbra, como se sabe ganhou foros de nobreza em coleções de Museus e de particulares. A meu ver peças como estas deveriam ser preservadas para um dia serem pertença do Museu que a edilidade camarária dita mandar fazer onde os lanifícios foram no concelho rei-, na vila do Avelar, porque jamais as vi a enfeitar os carros em cortejos alegóricos, será que na vila onde foram tecidas ninguém as tem?...
Momentos em que se cantaram parabéns ao Sr. João-, homem carismático, bem humorado, armado de sorriso matreiro, olhar fulminante, ares de malandreco, abençoado de boa pele morena e macia, cariz bonito e de corpo escorreito, quem diria ainda rompe "meias solas"...Deus lhe dê ainda mais anos de boa saúde, para podermos conviver, porque é sempre um prazer revê-lo seja pela amabilidade e simpatia que se estende a todos da sua  família. Além da brutal festa, ainda presenteado com tanta prenda. Porque bem o merece, e como!
Todos os convivas se mostravam bem refastelados de barriga cheia, fartos de boa e farta comida; leitão, pato, galo, batata frita cortada com a latinha em rendilhado, arroz de cenoura, batata assada, salada, pão cozido no forno a lenha pela D. Helena com 80 anos, que ninguém lhe os dá-, por se mostrar ainda uma mulher jovial  e pojante de força bastante para qualquer trabalho, amiga de obsequiar, bem disposta, de alegria contagiante, humilde em saber receber-, mulher que se levantou pelas 6 da manhã para acender o forno na outra casa ainda a aurora era noite e fria, onde confecionou também o seu famoso Pão de Ló, porque as filhas e netas, a ajudam  noutras guloseimas; tartes, molotof e pudins, porque o bolo de aniversário veio direto da pastelaria. Repasto bem regado a bom vinho; tinto, branco e sumos, porque havia gente somente a água...
 
O Sr. João  nesta foto rodeado dos netos e do bisneto Vicente
Gente de fibra, amante da família, então não vieram a Lisboa conhecer o bisneto
e ainda trouxeram o farnel...
A Sara, a filha mais nova do Paulo,  a única que aceitou o meu convite para passeio.
Um encanto de menina de semblante doce, muito educada e bem disposta, neste mote assim saímos pela  sua mão em passeio pela Lagoa da Ameixieira -, surpresa hilariante, a cicerone se revelou com destreza no perfil de guia turística, apesar da parca idade, se mostrou interessada em cativar a atenção de todos, falando com saber e elegância sobre o casario novo e em ruínas, dos muros de pedra seca, de coisas giras como pedras que parecem esculturas, que a sua avó materna Dídia, tanto lhe ensina. Um bem haja a esta avó que não conheço pessoalmente, mas acredito nada fica atrás da avó paterna Helena, de quem nutro grande estima e simpatia.
Sempre todo o passeio a esbarrar  com obras de arte-, os belos muros de pedra seca resistentes no tempo, ainda contornam quintais e courelas.

 
Portas abertas neste agora vazias e no passado cheias de gente trabalhadora e alegre...
Resistentes ainda telhas mouriscas em paredes de pedra ainda de pé a desafiar a ruína iminente.Uma fartura de pedra-, pois estamos em pleno sopé da serra da Ameixieira onde o calcário é dominante.
 
 
Vestígios de escadarias em pedra na frontaria das casas, uma tradição na região em vias de se perder e é pena, porque são soberbas onde outrora se namorava...Por isso o encantamento e romantismo no olhar...
Uma pia de água para os animais beberem na entrada da casa.
Prado florido de florzinhas brancas...
Um dia destes fresado, para arrancar parco sustento da terra semeada de pedras à toa...
Nesta curva uma fazenda em total abandono, uma selvajaria-, só ficava bem aos donos, o dever de a manter limpa, porque outra assim igual não distingui em total abandono neste Lugar...
A Junta de Freguesia deve proceder à limpeza das bermas, aqui couves galegas de boa semente...
Em todos os quintais laranjeiras com boa laranja-, incrível que não as comem e deviam, pois é fruta barata que só faz bem à saúde, nem que seja bebida como sumo natural.
Ementa nos dias que fui à minha casa rural  para colmatar tempo para as tarefas florestais-, não perdi tempo a cozer batatas, fazer arroz ou massa, e não se ficou com fome-, cinco boas laranjas em rodelas numa bacia ao sol aquecendo-, uma maravilha que acompanhei com morcela de arroz e costeletas do fundo, bem grelhadas, bom pão e claro vinho, e o cafezinho feito ao lume com um cheirinho de medronho.
Linda reconstrução de casa antiga de pedra-, encanto enternecedor este olhar novo em traça vincada do passado em sitio idílico.
Cancela de madeira com umbrais de pedra a fechar uma courela
Oliveira milenar com uma grande buraca no tronco ao meio, a foto não é muito feliz , ao lado uma grande pedra horizontal na entrada de uma courela.
Outra bela casa moderna bem enquadrada, onde não faltam apontamentos de pedra da região e o limpador em madeira.
Escada de pedra sobre pedra,  de acesso a uma fazenda, uma tradição de acesso  ainda frequente.
Nogueiras de ramos ainda despidos cujos terrenos e clima ameno aqui é sinonimo de boas colheitas de nozes.
 
 
Caminhos de terra batida com encruzilhadas  para outros sempre ladeadas por muros de pedra seca, se mostram limpos para caminhadas.O que francamente gostei de apreciar.

Encanto foi ter a possibilidade e o prazer de apreciar a pacatez deste ambiente rural ainda tão natural, que deveria continuar a ser preservado, sendo mantido nas rotas turísticas de caminhantes do Maciço de Sicó, por estar dentro de portas de Ansião a caminho de outros  tantos bons sítios.











 



Courelas exíguas limitadas por altos muros de pedra seca-, ex-libris de proteção  dos ventos,ainda muito visível neste Maciço de Sicó, que deverá ser preservado.
 
Aqui há gente que aprecia as pedras, no mesmo gosto as defendo e amo por serem "símbolos escultóricos que falam"  fatalmente o que sinto quando as admiro!
Para mim  esta escultura despertou-me o instinto que seja a imagem de Nossa Senhora com o Menino ao colo e as ovelhinhas? 
Mas para o dono que a escolheu, e aqui prostrou na frontaria da casa, não sei a imagem que nele exala a tamanha  paixão.

Sem demoras a guia nos chamou  ao tardoz desta casa para ver outra escultura, na certeza de adivinhar de que animal se tratava...
Nada mais de que um pedregulho de base, e outra pedra que a erosão talhou em perfil de cabeça de cão de orelha grande, e o focinho vincado -, engenho e arte do proprietário que a idealizou.
Mais à frente eis que nos chama para apreciar o rebanho de ovelhas a pastar...
Na nossa frente uma geoforma cársica, uma dolina que deu o nome popular ao Lugar-, Lagoa da Ameixieira
 



Ainda a conheci com as pedras onde as mulheres lavavam a roupa, destruídas para fazer a estrada e a vedação de segurança.
Belos contrastes do sol ao entardecer com a dolina cheia de águas.
Pena senti do  sítio do Lagar  de azeite que se visualiza ao fundo, pertença de dois proprietários, sendo que um fechou a sua parte, e a outra o telhado ruiu...Ao tempo o Lagar de vara, que nem sei se ainda resiste o tronco no espaço em ruína, e havia a prensa que ao tempo eram movidas à força de bois.
Local estratégico para um bom restaurante, como se constata em Coja, Maxial e tantos outros lagares  desativados, desta feita assim revitalizados .E aqui ficaria "a matar".
Leão na entrada de uma vivenda, será o seu dono do  meu Sporting ?
Fontanário desativado, vimos pelo menos três de estética semelhante.
Hortinha de couve nabo, favas, couve galega e não faltam pedras...
Muito casario restaurado com bom gosto.

A Sara se revelou no gosto de apreciar pedras. Coisa de gente intelectualmente inteligente, e nesta tenra idade é de pasmar!
Teimosiou na vontade férrea para que víssemos uma pedra, para si espetacular, sendo que para isso entramos em propriedade particular, fato que logo desvaneceu, dizendo que o dono não se importava...Valeu a pena, de fato, é muito interessante pelo formato-, colunata em desequilibro que lhe confere graça, composta por placas arrevesadas a mármore em  amontoados de brecha com calcário e outros arenitos agregados.O meu pai sempre dizia que havia um filão de mármore na sua propriedade do Carril que dista deste Lugar coisa de 2 quilómetros.
Sempre atenta a cicerone percebeu o meu gosto e paixão por velharias.
Na verdade quis presentear-me com esta coleção-, e aqui me desculpo com os donos, recortei as fotos para despiste...
Talha em cerâmica de aba canelada a imitar cordas, possivelmente feita na olaria do Carapinhal em Miranda do Corvo, e a pedra natural em feitio de banco com a piscussanha de apanhar passaritos atrevidos...
 
 Belas eiras com o chão em lages

Um povo religioso - Alminhas de 1958
Tanto me lembro das pedras assim trabalhadas das umbreiras, que sustentavam portões como este.
Outro fontanário desativado, dos três o melhor conservado
 

  
Casa em decadência ainda com haveres fotografados pela janela aberta, que puxei em jeito de a fechar...
Senti uma enorme tristeza  ao constatar a cama de ferro onde supostamente foram gerados filhos e onde morreu gente, cadeiras onde se sentaram  a rezar o terço ou receber pessoas para  pêsames e velório ... De pé com as marcas do bicho da madeira a arca guardadora de milho ou de roupa, de pé o varandim de madeira de acesso ao r/c, ainda resistente a lâmpada presa ao teto falso, a mesa de gaveta onde sobre o tampo se punha a côngrua para o padre levantar pela Páscoa, neste agora com o quadro emoldurado com a gravura do Santo devoto destas boas almas que aqui viveram.
O forno em pedra ainda resiste no tempo de pé...
 
De volta à estrada para num repente a Sara se lembrar de voltarmos atrás para ver outra casa bonita...Afinal era o Lagar de azeite que dele já falei, quando passámos inicialmente não lhe dei importância porque me lembro dele no antigamente.
Lagoa da Ameixieira
Por todo o céu uma infinidade de cabos elétricos, telefónicos e de telecomunicações, uma encruzilhada de fios, que não obedecem a estética regulamentada-, antes, os sub empreiteiros assim se habituaram em os estender na paisagem para abreviar tempo e poupar dinheiro. Uma imensidão de fios que atravessam sem dó nem piedade, as  propriedades privadas, quando o certo seria seguirem os postes, as linhas de comunicação-, no preceito acertado no mesmo uso dos postes em cimento armado da EDP, anulando os postes em madeira, seria a parceria ideal entre as partes, para defesa estética do ambiente, que um dia destes sem vistoria nem fiscalização, ninguém se entende, pela barbaridade de tanto fio inestético a desafiar os céus...Porque se  neste agora os postes de madeira se apresentam ao longo das estradas, ora na direita ora na esquerda, num emaranhado de fios baixos outros altos, finos e grossos, e ainda com o desplante de sem quê nem porquê atravessar terrenos com espias que só empatam -, fenómenos que só atestam trabalho deficitário do terceiro mundo e não do século XXI em que estamos, se atendermos que as empresas "mães" auferem anualmente milhões de lucro, com isso a prestação de serviços deveria seguir o preceito do trabalho com zelo e etiqueta, sendo bem efetuados, com regras, sem chocar o olhar, a mim dá-me raiva ver emaranhados fios que se cruzam abaixo e acima sem qualquer estética. Isto para não dizer que deveriam os cabos serem enterrados, o mais correto. O que fazer? Então temos todos que defender o nosso património, se não nos pagam renda para atravessar as nossas propriedades, não permitimos a passagem de fios.
E jamais seguir o que nos dizem, para deixar passar os fios e reclamar depois... 
Estejam atentos aos homens em cima dos postes e protestem!
 
Tomamos em rota final a subida ao Penedo da Galinha, uma bela flor do cato aloe vera.
 
 
Hora da ovelha regressar ao curral  ao som do chamamento do seu dono.
Estrada fora eis que nos deparamos com um cão de corrente farta que mete respeito pois invade metade do caminho. A Sara por já ter sido atacada por um não queria passar, com muita calma a minha Dina  e o meu marido conseguiram que ela ultrapassasse o medo...
Naquilo aparece a dona do cão  à porta desfeita em lamentos, só pedia desculpas...
Não deixamos de elogiar a Sara, visivelmente contente pela coragem  e valentia demonstrada em desafiar o medo, que conseguiu ultrapassar com êxito.

Admirei apreciar espantalhos pendurados nas árvores...
O caminho divide-se, a direito segue para a Serra do Anjo da Guarda, a nossa meta era contornar o Lugar, por isso cortamos para a direita.
 
Alguém achou que o caminho seria ideal para o entulho com telhas velhas da fábrica do Pontão de L. Medeiros...
Mais uma descoberta de outra grande pedra sob o comprido
Penedo da Galinha com vista  panorâmica sobre os Casais e do Maciço de Sicó


A Sara cheirava o forte aroma da marganiça, termo que aqui se dá ao tomilho, também conhecido na região por erva de Santa Maria ,que o gado come conferindo o sabor caraterístico ao queijo denominado "Rabaçal".
 
Adoro pedras, esta  veio comigo, furada de lado a lado
 
Algures no costado da serra, sem querer, demos conta de colmeias de um modesto apicultor
 
Ao fundo deste caminho encontramos uma alma penante vestida de negro de cabelos  alvos desgrenhados muito carente, da sua alta varanda  mandava calar o cão em altos berros sem desgarrar conversa, na lábia dizia "que me importa saber o que andam a fazer"... Vomitou lamentos sobre o marido, filhos, noras , netos, vizinhos, dos rapazes que ali passam em mota 4 e estragam os caminhos, da sobreira por onde passamos que é dela, do pinheiro seco para cortar e, ...
 

  
 
Pelo que parece por aqui também há gente que aprecia aves de rapina, nisto lembrei-me do Benfica... 
Fartura de pedra deu mote aos antigos  em sustentar as oliveiras com muros em meia lua
  
O entardecer confere  no casario um brilho encantador
 
Bons " pêro pau"  ficou a maldita vontade em surripiar  um e logo o trincar para sentir a dureza, mas fresco e de sabor divinal...
Apontamentos de objetos que tiveram o seu passado...
Alguidar em vidrado verde furado ao centro onde cresce uma erva...
Pratos em faiança industrial pesados, que não servem mais...
Pipos de madeira cortados ao meio servem de floreiras
 Camélias, sempre belas em qualquer jardim
Casa dos anfitriões. No terraço soalheiro o homem da casa com os filhos a jogar à sueca
Chegada ao terraço ao pôr do sol  que se fazia sentir quente, forte e  inspirador...

Casario mirante de sala com janelas seguidas, a nascente e poente, a que se chamava varanda, pertença desta família-, aqui viveu gente abastada, onde não faltava na mesa a boa porcelana portuguesa da Vista Alegre de finais de 1800, que acredito na vila de Ansião seriam poucos que assim igual a tinham...
  
Obrigada Sara-, foste a revelação positiva da aparente "menina mimada" mote dado pelo teu "falsete da voz de menininha" um dia destes vais mudar a voz. Mostraste porte de uma pequena princesa, que não se fica só na lindeza, muito comunicativa e de conversa agradável e certeira, com quem dá gosto confraternizar em passeio. Parabéns. Quero teimar em adivinhar que o futuro te reserva boas surpresas, te presentear em ser muito risonho, porque sabes interagir com as pessoas, atendendo à tua baixa idade é de pasmar tamanha sabedoria e saber estar com sobeja alegria a falar de pedras, de casas, de gente e de património.
Também endereço parabéns aos anfitriões e sua família pelo acolhimento que sempre me enaltecem em grandeza e dádivas, sobretudo aos meus compadres Odete e Fernando Moreira.
Remato com desculpas de ter invadido a privacidade de alguns.




















Este Lugar  da Lagoa da Ameixieira se mostra irresistível e belo no deambular por tantos caminhos, baldios, e ainda a fetichista lagoa de águas cálidas e mansas que tanto inspiram corações doces, sejam mote para partir em novo sonho, aventura e descobertas!
Bom Lugar, do mais castiço das redondezas, eleito de bons ares, bonitas paisagens, de boas gentes, mas também haverá como em todos outros Lugares, gente menos fiável, com falta de humildade e bom coração, antes de mente duvidosa, doentia, carregada do mal de inveja e de mau olhado, quais cobras venenosas... Que qualquer boa alma se sabe proteger com as ervas esotéricas, que crescem aqui por todo o lado; arruda;  comigo - ninguém - pode, ainda não florida em amarelo, e as espadas de S. Jorge sempre em casa a ornar vasos ...
Interessante neste Lugar eleito com um dos mais bonitos pôr do sol-, só senti a falta de atribuição de nome às suas ruas.
Aqui nasceu há mais de oitenta anos um homem de alto valor credetício, que ganhou a vida no Brasil, em nada fica atrás de outros conterrâneos sobejamente badalados no concelho, na mesma soma sejam os milhões-, igualmente Benemérito-, pela grande ajuda financeira a muitos conterrâneos que se revelam " amigos da onça " alguns deles se fala que no tempo se esqueceram em cumprir os compromissos assumidos, e não deviam, porque as dívidas são para ser pagas, e respeitar quem os ajudou em tempos difíceis, mesmo pagando o  juro contratado-, apesar de serviço prestado pela Banca, esta quase sempre se mostrou alheia em praticar empréstimos a quem trabalhava, mas não descontava no IRS, e ainda o fato acrescer da prática de juros mais altos, além de impostos para o Estado.
Supostamente este bom homem tirou alguns da miséria, por isso honrado, merecia sem favor algum,  ainda desterrar uma lápide em vida,  aqui neste Lugar, com o seu nome  Alfredo "Significa este nome "conselheiro engenhoso" .Tem origem no germânico Alverad, formado pela união dos elementos alpalf, que significa "génio, alfo, duende" e rat que quer dizer"conselho" . 
Nome difundido através do rei da Inglaterra conhecido como "Alfredo, o Grande". Se destacou por ter combatido os vikings dinamarqueses e ficou conhecido também por ter traduzido as obras de Santo Agostinho.Também é nome do químico e inventor sueco Alfred Nobel, criador do prémio que leva o seu nome e conhecido também por ter inventado a dinamite.

Fontes:
http://www.dicionariodenomesproprios.com.br/alfredo/

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