sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Não parámos de nos divertir por ficarmos velhos. Envelhecemos porque parámos de nos divertir.

Sem parar de me divertir por estar a ficar velha em múltiplos olhares em dias diferentes de Almada.
Porque alguém escreveu o pensamento:
"Não parámos de nos divertir por ficarmos velhos. Envelhecemos porque parámos de nos divertir."
Muitos estarão tão concentrados e envolvidos no dia-a-dia, na rotina do trabalho-casa-casa-trabalho, e até os reformados nos mesmos afazeres, que se esquecem de se divertir, de ter momentos leves, alegres, descontraídos, de fomentar as amizades que é um pilar tão importante no nosso crescimento.
De fato, perde-se tempo com tais insignificâncias que, quando analisadas assim à distância e racionalmente parecem inacreditavelmente absurdas, é o que eu acho, e a vida é tão curta, por isso o certo é cada um se aperceber e não apenas dar valor, quando a própria vida estiver ameaçada, por falta de saúde ou outra situação menos favorável.É uma pena que haja gente tão cega para aquilo que de fato é fundamental para cada um de nós!
Por isso um bom conselho é de lutar contra uma vida vazia e sem metas. Jamais se resignar. E não se contentar com pouco. Por isso adoro falar com amigos, com a família e gente anónima e fotografar, escrever, rir e,...
TANTA VEZ A CAMINHO DE CACILHAS...

Quiosque em limpezas
Zona turística deveria ser lavada diariamente junto dos caixotes do lixo
Junto de um esgoto um mar de tainhas...
Zona ribeirinha do Ginjal à espera de reabilitação
Intempéries arrasaram  o "caracol" do portal da quinta, na foto nem se vê, mas a olho nu se distingue
Bela bulganvília escarlate
 



Há meses parte deste cais desmoronou-se com a passagem de um carro, neste momento está arranjado. Quem teria suportado os encargos?




Criança nada sem medo em maré alta, na praia que Alfred Keil pintou

Fonte da Pipa
 
Rodas e estrado de coche em agonia total...
Entrada do Bairro Operário do Olho de Boi em declínio

Um pinheiro nasce na parede da quinta da Cerca...a precisar de ser limpa
Defronte o muro em tijolo derrubado...
Marisqueira da Boca do Vento
Pelo céu um inferno o emaranhado de fios...
Turistas deram com o nariz no elevador avariado...
 Suporte do varandim do que resta do palácio do Prior do Crato
 
A caminho do jardim do castelo aberração de fios...
Portal com os "caracóis"
Painéis azulejares Cargaleiro a necessitar de serem limpos
Uma boa sardinhada
Pastéis Almaden
 Há quem sobreviva na recolha de monos e ferro velho
Nas últimas obras de envergadura para implantação do Metro de superfície estes canteiros eram cobertos com uma estrutura quadriculada em metal, muitas desapareceram... E os caixotes do lixo estão a ser alterados, já os fontanários, poucos quase nenhuns foram colocados.
Esta ermida foi pertença da quinta dos Espartários. Funcionou nela uma taberna. Felizmente a câmara fez uma boa opção.
Andorinhas retratadas na calçada , o nome do local
Rua Ramiro Ferrão, lixo e mobiliário de alguma casa supostamente do Bairro do Pombal, cujo dono se finou, muito foi  sendo reaproveitado, porque aqui esteve mais de uma semana...e vi uma camioneta de recolha passar só com o motorista que o viu e não parou ao 3º dia.

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