quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A pé do Jamor a Algés na volta até à Cruz Quebrada

Mudança de rota à última da hora no dia 5 de junho, e ainda bem. Montemor o Novo seria um dia estafante pelo imenso calor. O telefone ditou nova rota, com a marginal fechada a veículos, o Jamor foi a aposta. Estacionado o carro depois da Cruz Quebrada junto da linha desativada do elétrico para inverter o trajeto de volta a Lisboa onde deixava gente noutros tempos para o Estádio Nacional, sobretudo no dia do Jogo da Taça de Portugal. 
Emoção no local a lembrar o meu sogro que fez a viagem alguns anos.
 O varandim com bancos sobre a ponte do rio Jamor
A fazer tempo na espera em caminhada a desfrutar dos ares, o que sobra das quintas que por aqui haviam.







A ruína da Quinta da Graça na colina a nascente do Jamor vestida de rosa, sem tetos e janelas abertas, ainda assim se mostra esplendorosa em contemplação.
Contemplei o estádio e a escultura em ferro ao grande Eusébio.
Depois do encontro seguimos em caminhada pela margem do Tejo, a descobrir caminhos demos de caras com a velhinha Lusalite, a caminho de Algés  para degustar um bom cozido, em detrimento das sardinhas que me deixaram a pensar na gota, mas a travessa da salada era maravilhosa repenicada com folhas de coentros...
 A estação do comboio da Cruz Quebrada
 A ponte com passagem estreita para pessoas e ciclistas
Na margem apanhei cacos de azulejo século XVIII

Passeio maravilhoso a comer o que sobrou das empadas que fiz de véspera para o piquenique que a minha filha teve com amigas no Parque da Paz em Almada...
Bom, sentir a maresia do Tejo,  e a apreciar detalhes uma vida vistos de relance de carro ou elétrico, mas jamais tinham sido vistos em esplendor, como a casa de madeira encaixada num grande pinheiro com vários pés,  plantada no meio a mirar o Tejo, enquadrada em quinta com capela, lamentavelmente não sei o nome, murada com ameias e pequena torre e mirantes de vigia.
Tabelei conversa com um casal jovem simpático, de bicicleta, parados, na mesma espantados a miravam...

Aquário Vasco da Gama

 Lindo o cardume de peixes vestidos de laranja.
Os meus queridos netos sempre bem dispostos
 De volta à Cruz Quebrada pelo caminho do elétrico
Maré alta, belo o rio Jamor
 A selfie, aqui a minha filha deixou ficar os óculos...
 De volta ao carro em cima dos carris do elétrico...
Uma caminhada de quilómetros!
Na Cruz Quebrada o rio Jamor de manhã em maré vazia e à tarde cheia, transbordava as margens.

A panóplia de flores... 
Um dia inesquecível!
Apesar de tardia por falta de tempo, não quis deixar de publicar as tamanhas emoções sentidas!

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