terça-feira, 11 de outubro de 2016

Os Menezes na Calçada de Sant'Ana e o Menezes brasileiro

No Largo de S. Domingos distingue-se para norte a brutal massa do Convento da Encarnação que me deu o mote para a descoberta por outra vertente da 5ª encosta  de Lisboa, ao subir as Escadinhas  da Barroca, onde me deparei com um prédio de gaveto em abandono, entaipado, ornamentado com vasos em faiança no  remate da platibanda do telhado.
Belo vaso em faiança
Mais à frente noutro gaveto obras num r/c de um prédio de portas abertas consegui estas fotos apenas para se distinguir numa  parede descascada de estuque a típica construção "gaiola" usada após o terramoto .
 
S.Marcos e S.João
O Convento da Encarnação também conhecido por Mosteiro da Encarnação das Comendadeiras de São Bento de Avis, e agora Recolhimento da Encarnação, é um antigo Convento classificado como Imóvel de Interesse Público. Construído em 1630 no reinado de Filipe II de Portugal nos terrenos de D.Aleixo de Meneses que foi arcebispo de Braga  e Governador da Índia.
Um beco termina com um passadiço estreito que dá passagem para a rua do Convento. Lamentável a inundação de grafites...
Calçada de Sant'Ana varandas em ferro forjado século XVII
Escadinhas ao plátano dão para ao cimo ao pátio onde nasceu Amália
O Convento da Encarnação apresenta na frontaria  um fausto e lindo portal abençoado de óculo com soberba grade que do centro irradia em corações de vários formatos, abrigado pelo sumptuoso alpendre talhado em pedra com muito requinte e arte .Nele funciona há relativamente poucos anos uma convenção de utilização dada pelo Estado à SCML que aqui explora um Lar de Dia com apoio domiciliário, recolhimento com 30 acamados (?) e enfermaria.
 
O INEM tinha sido chamado ao local, o me deu o mote para espreitar a entrada à revelia, ao fundo na parede distingui uma tapeçaria de fundo preto com o Brasão de Avis  bordado a dourado, ladeada por duas pinturas, supostamente uma delas será S.Bento de Avis (?) e outra alusiva às freiras (?), na frente uma  mesa bufete  enfeitada com cachepot em faiança pintado a cartelas com flores, onde o azul e o branco  são dominantes , um cadeirão do século XVII,  e em redor das paredes bancos corridos habituais nos átrios dos Conventos, rodapé azulejar marmoreado setecentista e o chão lajeado com pedras quadradas em branco alternadas com pretas,  a porta de madeira mostra-se imponente, com fechadura tradicional da época  em ferro encimada com uma "Cruz" e aldraba. Aparentemente luxuoso é apenas uma gota d'água em comparação com o átrio do Convento de Santo Antão, onde funciona o Hospital de S.José...
As Comendadeiras da  Ordem Militar de São Bento de Avis tinham Neste Convento refúgio.
Em 1643, na Igreja do Convento passou a funcionar a Irmandade das Escravas do Santíssimo Sacramento. Em 1734 o Convento sofreu um incêndio.
O terramoto de 1755 destruiu parte do edifício, e as freiras foram realojadas no Convento de Santo Antão. A recuperação do edifício terminou em 1758 quando as freiras regressaram.
Atualmente o edifício da Igreja revela-se de linguagem barroca sendo gerida pela Irmandade das Escravas do Santíssimo Sacramento, dela se fala ser muito bonita e imensamente rica-, quiçá a segunda mais rica de Portugal, depois de a de S. Roque.Neste Convento tinham assento as filhas, esposas e viúvas de militares condecorados com a Comenda de Aviz, quando aqui se encerravam  tinham de oferecer uma determinada quantia em prata (?), que se diz parte dela foi sendo usada na construção do altar, todo ele muito rico em prata. O espaço que lhes cabia no Convento onde passariam a morar era decorado com mobiliário trazido pela própria e frequentemente levavam uma criada para as servir.
Merece destaque no interior da Igreja os azulejos azuis e brancos da 1ª metade do séc. XVIII, o retábulo-mor ornamentado em prata, atribuído a João Frederico Ludwig, as pinturas e a talha dourada da capela-mor, e as pinturas existentes no Convento, atribuídas a Bento Coelho da Silveira e a André Gonçalves e seus discípulos.
A Igreja do Convento da Encarnação  abre ao culto ao domingo pelas 9 horas.
Falei com o segurança do Recolhimento que me informou que também abre ao público na primeira sexta feira de cada mês,  não sei a hora, possivelmente entre as 9 e as 11(?). Lamentavelmente neste mês de outubro não abriu, a Irmã Comendadeira foi em peregrinação a Fátima com a Santa Casa...bem podia ter deixado aviso. Quando cheguei  ao largo ainda havia gente  em espera a conversar, uma senhora tinha tirado um dia de férias para a visita, isto não se faz!
Tenho conhecimento que a Santa Casa anualmente emite um calendário de visitas agendadas a decorrer em cada mês do ano a vários Conventos, Recolhimentos e outros espaços, o grande problema com que me deparei é que ao ligar o ano passado a visita já estava esgotada, ficando com a sensação nítida que as visitas mais significativas, como a deste Convento, são marcados logo em janeiro, quando deveriam ser no mês anterior ao agendamento da  mesma...
Citando um excerto http://velhariasdoluis.blogspot.pt/2010/10/portal-do-convento-da-encarnacao-em.html  "enriquecido com o comentário do António"
 "Anualmente  decorre ainda uma cerimonia da Irmandade de senhoras das melhores famílias lisboetas-, as Escravas.Dizem que chegam ao Largo da Encarnação, vestidas de Chanel, em preto, cinza e branco, com colares de pérolas genuínas, muito bem penteadas, numa elegância contida, já rara nos dias de hoje. Toda a população do Bairro, que é uma mistura da velha Lisboa popular, com paquistaneses, brasileiros, chineses e ciganos romenos fica boquiaberta a olhar para aquelas senhoras muito distinguées, em cortejo à entrada da Igreja. É outra vez o contraste entre o luxo e a sordidez. Durante a cerimónia, as senhoras usam a capa da Ordem de Aviz e levam as condecorações do pai ou marido, mantendo as patentes do progenitor ou esposo, segundo me afirmou o António, seguidor deste blog."
Falta saber o dia deste cerimonial!

 O portal da igreja com o brasão de armas da sua fundadora, D. Maria, filha de D. Manuel.
Painel azulejar em azul e branco numa fachada de um prédio, se tem nomes dos visados não se distingue por estar o varandim nele encastrado e em total aberração inestética com os fios de telecomunicações...
Na rua da Igreja do Convento dei de caras com uma lápide esculpida "MENEZES", a que não dei importância, para depois na Calçada de Sant'Ana outra  ver encastrada na frontaria de outro prédio que  pronunciei o seu nome em voz alta , acontece que naquele preciso momento entrava no prédio um casal que ao ouvir o nome  de imediato o senhor volta atrás exclama admirado "  Menezes é o meu nome, está aí escrito Menezes? "
 Na mesma rua outras casas com a mesma menção assim em placa retangular e também em redondo
Acontecimento inusitado logo ali gerou alegre e emocionante cavaqueira com o casal brasileiro que  esteve alojado neste prédio sem jamais terem reparado na pedra esculpida com o mesmo apelido de família - Menezes. Luiz Fernando Menezes, herdou do avô materno oriundo de Leiria o apelido, supostamente homem nascido em 1901 (?) apostou na imigração para o Brasil em meados do século  XX. Obviamente que negligenciei Leiria, a cidade de nome sonante e importante, que até pode ser, mas será provavelmente oriundo de uma outra terra do distrito, mais pequena, pelo que alvitrei o Louriçal  no concelho de Pombal, ou a vila de Ansião no mesmo distrito.Por estas vilas terem sido Senhorios doados à família Menezes.
D. Pedro II  doou o Senhorio de Ansião a D. Luís de Menezes , que o Senado lhe erigiu um padrão com a seguinte inscrição:
"Em agradecimento a D. Luís de Menezes pelos serviços prestados nas batalhas de Ameixial em 1663 e de Montes Claros em 1665, como general de artilharia, foi-lhe doado o senhorio da vila de Ansião em 1673 .
"A inscrição em Latim, tem a seguinte tradução: «Para Perpétua Memória/A D. Luís de Meneses Conde da Ericeira d'El-/Rei Pedro II Conselheiro de Estado e do Fisco/Intendente Na Província do Alentejo/Supremo General de Artilharia/Governador da Província de Trás-os-Montes/em vez de João de Áustria/vencido na batalha do Canal/E após a recuperação da cidade de Évora/esta pela jurisdição/que lhe foi concedida o cumulou de tais/prémios e honras por durante 18 anos/se haver dedicado à guerra por ter travado/cinco batalhas e ter participado em tantos/cercos à cidade obtendo glória militar e/alcançada a paz exerceu os maiores/cargos com louvor Por isso o Senado/de Ansião tratou de lhe mandar erigir/este monumento/No ano do Senhor de 1686"
Ainda no concelho de Ansião e Alvaiázere
" D. Pedro de Meneses comprou Pousafoles (a atual Pousaflores) em 01-03-1407 a João Lourenço de Penela por 1400 dobras em ouro, tendo comprado, também, às freiras do mosteiro do Espírito Santo de Toro, da Diocese de Zamora, a terra de Rapoula, e outros bens não indicados no julgado do Avelar, em data anterior a 15-06-1426. Herdou de seu avô paterno D. João Afonso Telo de Meneses (1.Conde de Ourém, 4.Conde de Barcelos), os lugares de Chão de Couce, Avelar, Aguda e Maçãs de D. Maria, que já este havia recebido também de herança."
 Doação do Louriçal
O 5.º Conde da Ericeira D. Diogo de Menezes foi elevado a Marquês de Louriçal a 22 de Abril de 1740 por D.João V, ficando o título de Conde da Ericeira a partir de então reservado aos herdeiros dos Marqueses do Louriçal.
Os Condes de Ericeira e Marqueses de Louriçal sempre foram do apelido e varonia Meneses
Eram descendentes do primeiro Conde de Neiva, D. Gonçalo Teles de Meneses, irmão do sexto Conde de Barcelos, D.João Afonso Telo, e da rainha D.Leonor Teles no século XIV. Tinham assim a mesma ascendência que os Condes de Cantanhede e Marqueses de Marialva, e ainda os Condes de Tarouca e Marqueses de Penalva.

Francisco Xavier Rafael de Menezes, 6º Conde da Ericeira, 2º Marquês do Louriçal, Senhor da Ericeira; 4º Senhor de Ansião, 10º Senhor do Louriçal

Henrique de Menezes (1727-1787) 7º Conde da Ericeira e 3º Marquês de Louriçal, Senhor da Ericeira, 5º Senhor de Ansião, 11º Senhor do Louriçal

10.º Senhor do Louriçal, do morgado da Anunciada e dos da Casa de Sarzedas, Comendador de diversas comendas pertencentes à casa dos Condes da Ericeira, etc.Sem posteridade, a sua Casa e Título passaram a seu irmão D. Henrique de Menezes, conde da Ericeira.

Marquês Henrique de Menezes e família, falta saber se é a esposa ou a mãe dos filhos(?) 
D. Henrique de Menezes ( era bastardo de D. Fernando de Menezes) foi Conde da Ericeira, 3º Marquês de Louriçal (1727-1787). Filho do 5º Conde, D. Luís de Menezes.Nasceu em 5 de janeiro de 1727 e morreu em 29 de maio de 1787. O 7.º Conde da Ericeira e 3.º Marquês de Louriçal, foi Senhor da Ericeira, 5.º Senhor de Ansião, 11.º Senhor do Louriçal.Casado com sua sobrinha, filha de uma irmã, D. Maria da Glória da Cunha e Menezes. Teve dois filhos ilegítimos de D. Maria Antónia Pinto de Sousa de Albuquerque Nussane que mantiveram a descendência que atualmente representa a Casa de Louriçal.
 
8º Conde D. Luís Eusébio Maria de Menezes Silveira, 4º Marquês de Louriçal (1780-?), filho do anterior. Não deixou descendentes.O Título não foi renovado depois da morte do 8º Conde.
Genealogia MENEZES  na internet
https://www.geni.com/people/Henrique-de-Menezes/6000000016111782026

http://www.fcsh.unl.pt/cham/eve/content.php?printconceito=846

Ora está bem de pensar que Luíz Fernando Menezes deve começar a pensar em fazer a árvore genealógica do ramo familiar Menezes. Sendo muito provável a sua ascendência nobre, embora suposta por via ilegítima (?), ainda assim com o o uso do apelido (?), o enigma que se quiser terá de aflorar para conhecer as suas verdadeiras raízes e genes lusitanos.
Na verdade senti um estar nobre dado pela inclinação do olhar calmo, sereno e doce, sejam parecenças com os dos meninos na foto, que teria sido  o 8º Conde de apelido Luis Eusébio Maria de Menezes Silveira (?)...negligenciei a descendência de Luís de Menezes do Senhorio de Ansião , aqui mandou construir um solar adoçado à Misericórdia, onde hoje funcionam os Paços do Concelho,os historiadores alvitram aqui só dormiu uma noite (?)... suspeita-se que se tenha encantado com uma bela menina  que vivia defronte da praça, de origem judaica e que a deixou grávida...
Do seu casamento teve dois filhos, o D. Francisco Xavier de Menezes e a D. Maria Madalena de Menezes que não casou. Vivia de melancolia, alegadamente pela tristeza de não ver a sua amada de Ansião (?) suicidou-se precipitando-se de uma janela  do seu palácio em Lisboa. Os  seus restos mortais e dos ascendentes Menezes estão no Convento de Nossa Senhora da Graça em Lisboa, belo monumento e não menos belo o seu miradouro  Sophia de Mello Breyner sobre Lisboa.

http://quintaisisa.blogspot.pt/2015/06/do-miradouro-sophia-mello-breyner.html
Foto de amizade com o casal brasileiro Luiz Fernando Menezes e a esposa Mónica.
Sobeja alegria e emoção que desencadeou um forte abraço! Porque de fato os brasileiros é um povo de afetos, nós por cá somos mais desligados e não devíamos, não há nada que se compare a um forte abraço!
Coincidências abonatórias ao mesmo apelido MENEZES ,- sendo este recente amigo brasileiro, filho de mãe brasileira, mas de origem portuguesa, por parte do pai, quis o destino que no tempo que esteve por Lisboa residisse num prédio na Calçada de Sant'Ana que foi propriedade de um Menezes, que disso fez questão de colocar lápide com essa menção, para em remate fantasiar que o Luiz Fernando Menezes brasileiro, pode ter origem nobre nos Senhores e Marqueses da Vila do Louriçal, terra que conheço bem por ser se encontrar a meio caminho de Ansião, a minha terra adotiva,  e a praia da Figueira da Foz , Buarcos e da Gala, onde passei férias na infância, mas também nesta terra aqui vim amiúde quando a minha mãe aqui se deslocava em serviço à estação de Correios e me trazia, recordo de ver os arrozais, os  primeiros que conheci assim a perdem-se de vista imensamente verdes e louros no verão, nesse tempo sem nada para fazer a minha mãe mandava-me ao Convento do Desagravo do Santíssimo Sacramento, onde numa porta lateral havia uma Irmã que vendia ao público bolos confecionados pelas freiras, que os via sair de um cilindro de madeira encastrado na parede....para anos mais tarde voltar a ver outro assim igual no Convento das Carmelitas em Alcabideche, onde também ia buscar ovos quando estive no Colégio Salesiano no Monte Estoril.
Por certo da próxima visita a Portugal a certeza de nos voltarmos a encontrar!
O casal vive na cidade de Santos, onde tantos outros compatriotas de Ansião e do concelho, se afirmaram em árduo trabalho, inicialmente como carregadores de sacos de café para os navios, sendo que mais tarde uns regressaram ficando os filhos que enveredaram para outros ramos, alguns tiveram sorte por terem angariado fortunas de milhões seja na construção civil , panificação e no reino do fabrico do chocolate.
Tenho familiares do meu lado paterno, tias do meu pai e primos estabelecidos em Santos.Um primo em tempos telefonou à minha irmã em agradecimento a uma tramitação burocrática afeta ao seu pai que lhe dizia "prima só o Atlântico nos separa estou esperando por você..."
Beco de S. Luís da Pena
Na frontaria de um edifício pós-terramoto o seu proprietário em 1867 colocou uma lápide identificativa, como sendo ali o local da morte do poeta Luís Vaz de Camões. Apesar do mito, os historiadores parecem estar de acordo de que não seria ali o lugar exato onde morreu o poeta, sendo mais provável, pelo recurso a relatos dos séculos XVII e XVIII, um pouco mais abaixo na Calçada, ou no cotovelo da Calçada Nova do Colégio, junto ao muro que delimitava os terrenos do antigo Colégio de Santo Antão-o-Novo (Hospital de São José). Certo é que foi enterrado nos jardins do Convento de Sant'Ana e quinze anos mais tarde transferido para debaixo do coro da igreja. Em 1880, por ocasião do terceiro centenário da sua morte, os restos mortais foram trasladados para o Mosteiro dos Jerónimos. Tal fato é assinalado por uma lápide na esquina do Instituto Bacteriológico Câmara Pestana.
Por aqui passava a Cerca Fernandina, se continuarmos no cruzamento do Beco de São Luís da Pena,  cujo arco, o Arco de Santana, um dos Postigos da muralha foi demolido em 1676 para facilidade da circulação.
Do lado poente da Calçada, encostada à face Norte da muralha, existiu a Ermida do Senhor Jesus da Salvação e Paz, demolida em 1936. Encostada à face Sul, a chamada casa da Esparragosa, sucessora da construção anterior, antiga residência do comerciante quinhentista com o mesmo nome.
 
Nesta colina além de vasta riqueza descrita ainda a dos prédios Menezes, e mais acima na Rua Martim Vaz no prédio no cuvelo, foi o Pátio Santos, onde nasceu a grande Amália Rodrigues.
Em remate os amigos brasileiros estiveram hospedados numa zona nobre de Lisboa com muita história, no tardoz do prédio um nadinha acima no Beco dos Birbantes existe um Relógio de sol e  vestígios da TORRE DE SANTANA da Cerca Fernandina ao lado de uma chaminé que não sei se foi padaria ou de olaria!

Mais outro passeio  pela Calçada de Sant'ana descrito

http://quintaisisa.blogspot.pt/2015/10/passeio-pela-calcada-de-santana-na.html

FONTES

https://pt.wikipedia.org/wiki/
http://www.cm-lisboa.pt/
http://velhariasdoluis.blogspot.pt/2010/10/portal-do-convento-da-encarnacao-em.html
http://www.jagoz.com/historia/os-condes-da-ericeira.html
http://lisboahojeeontem.blogspot.pt/2012/11/calcada-de-santana.html
Ricardo Charters d’Azevedo os Menezes
 

3 comentários:

  1. Nossa.. preciso fazer uma visita, sou Sant'anna de mãe, Menezes de pai.. e Freixo de casada Todos de bisos portugueses...

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  2. Cara Rosana muito obrigado pela cortesia da visita. Tem de visitar Portugal e tentar conhecer as suas raízes LUSITANAS. uM ABRAÇO
    isa

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