quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Quinta da Comenda de Mouguelas em Setúbal

O registo da Sociedade Agrícola da Quinta da Comenda de Mouguelas aconteceu em 1952 cujos sócios constituintes foram os filhos do Conde Armand, entretanto falecido.Travei conhecimento desta firma no Banco Pinto Sotto Mayor na Rua do Ouro, já em agonia (?) . A minha primeira vez na Arrábida há roda de 40 anos apenas a conheci ao longe da estrada em total abandono, mais tarde julgo no início da década de 2000 (?) foi recuperada sendo que hoje  2016 se encontra novamente em abandono e vandalizada.
Vista de poente - Fotos retiradas de
https://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/04/palacio-da-comenda-e-ribeira-da-ajuda.html
Agradeço a cortesia de   Victor Nogueira sobre o murete foi feito para proteger a estação arqueológica romana da Ajuda das marés, debalde já se encontra desmoronado e ninguém de direito deu conta!
 Portão de acesso privado do palacete à praia por onde iniciei a visita
Tardoz do palacete a norte junto da entrada de serviço vestígios de cantaria do baluarte que aqui existiu
Breve resenha histórica desta propriedade que tinha 616 hectares, supostamente alguns já perdidos seja por via de usurpação(?) do parque de merendas, estradas e,...conhecida pelo nome - Comenda, foi património do Estado, onde existiu uma fortificação( baluarte) de defesa em ruína, supostamente pelo terramoto, haveria de ser vendida pela rainha D.Maria em  1848. Mudou de mãos em 1872 quando Henrique Maria Albino, morador em Beja a vende ao Conde Ernest Armand, viúvo, representante do governo francês em Lisboa, que em 1870, alugara o Palácio de Santos para instalar a Legação francesa, imóvel que o governo francês acabaria por comprar em 1909 e onde funciona ainda hoje a Embaixada Francesa desde 1948.O que denota o bom gosto, pelas vistas sobre o Tejo e pela riqueza da cúpula forrada a porcelana Chinesa da melhor qualidade. Mais tarde o Conde faz a doação da propriedade da Comenda ao filho Visconde Armand, residente em Paris, que encomenda o desenho da casa de veraneio à semelhança das que existiam na Côte d''Azur, ao arquiteto português Raul Lino em 1903, acompanhado de uma sugestão singular: que, antes de começar a projetar a construção, o arquiteto dormisse no sítio uma noite ao luar. Repto aceite. O resultado foi o palacete da Comenda, que teve a responsabilidade da construção civil nas mãos de Augusto Vitorino da Rosa. Na edição de Junho de 1908, a revista A Arquitectura Portuguesa publicava um texto assinado por Henrique das Neves, em cujas três páginas (mais duas com estampas devidas ao fotógrafo sadino Manuel Rodrigues Aldegalega) era feita a apologia das linhas: “Eis uma casa de habitação em cujo traçado colaboraram não somente o intento do seu destino, como também a região, o clima e a paisagem”. A apreciação do autor resultou de um passeio que ele fizera até ao Outão na companhia de Ana de Castro Osório, tendo o enquadramento suscitado o espanto: “Na curva da estrada que decorre sobre um outeiro e oferece o melhor ponto de vista sobre o chateau do sr. Conde, estacionou o trem; e ali nos demorámos, absortos, a ver, a admirar e a… invejar. Ele ergue-se aprumado airosamente como a Torre de Belém, mas sobranceiro ao rio Sado, destacando a sua alvura contra os tons: verde-bronze da vegetação, sanguíneo da argila do solo e azul das águas do rio. Como o olhar se me absorvia naquelas varandas! E o gozo espiritual que acordavam em mim!”
Depois de algumas considerações sobre arquitetura em Portugal, o autor acentua as caraterísticas que foram desejadas pelo proprietário do solar e da quinta: sujeição a muralhas e paredes que já lá existiam, cobertura com “telha nacional, em forma de canal” e linhas simples de forma a ser exaltado o enquadramento natural.
No palacete viveu o visconde Armand, casado, com os seus 5 filhos, supostamente depois do pai morrer passou a ser chamado de conde. A cozinheira foi mulher da região. Venderam a propriedade julgo na década do início de 70 (?) à Torralta(?) tendo de seguida partido para a Suíça levando consigo a sua estimada cozinheira. Supostamente todo o mobiliário teria sido vendido em leilão, seria interessante e rico de origem francês(?)...
Com o 25 de abril em 74 deu-se a falência da Torralta. Na década de 80 a propriedade foi adquirida por António Xavier de Lima, supostamente desistiu da Torre do Inferno em Coina em detrimento de aqui investir num Masterplan da Herdade da Comenda fazendo a entrega na Câmara de Setúbal em fevereiro de 2009, o projecto incluía:
- Um hotel-boutique de 5 estrelas, a instalar no Palácio da Comenda;
- Um hotel de 5 estrelas;
- Cerca de 390 unidades de alojamento turístico, incluindo “branded units”; apartamentos turísticos e outras unidades turístico-residenciais;
- Outros equipamentos: parque comunitário da praia, centro de conferências, clube de residentes, restaurantes, lojas, centro de agricultura biológica, spa/health club, children’s club;
- Uma área de construção total de 110.000 m2 e o índice máximo de construção de 0,02.
Aspeto do r/c onde era a cozinha e afins
Debalde António Xavier de Lima faleceu em 2009, supostamente as últimas obras já foram da sua autoria, pois já encontrei o sistema de canalizações em bicha, e na cozinha o fogão ao centro com a saída de tubagens para o exaustor para a chaminé que está numa ponta. Todo o r/c onde está implantada a cozinha e outras divisões, arrecadações, lavandaria e afins todas revestidas a azulejos banais, réplicas de antigos em branco com simplista decoração em azul.
A propriedade foi herdada pelo seu filho adotivo (Paulinho), atualmente à venda por 45  milhões (?)... 
Consta que a Câmara de Setúbal tem estado a enveredar esforços para que a mesma seja considerada como Imóvel de Interesse Municipal, por ter sido palco de estadia de personalidades internacionais - Lee Radziwill, e o seu inseparável amigo, o escritor Truman Capote,  irmã de Jacqueline Kennedy, viúva do presidente norte-americano J.F. Kennedy assassinado em Dallas em novembro de 1963, ao que se consta também aqui esteve com os seus dois filhos a fazer o luto em 1965,  por serem amigos do Conde Armand .
Argumento ténue, quando outros maiores deveriam ser alerta se invocasse todos os portugueses e os setubalenses, no convite para desfrutar desta beleza que deveria ser de todos nós!

Jacqueline Kennedy 
Não sei onde foi tirada esta foto, teria sido em Portugal? Felizmente já tive televisão desde que nasci, recordo as notícias do assassinato do marido num carro descapotável em Dallas...quando ela voltou a casar com o multimilionário Aristóteles Onassis, homem grego, mais velho de estatura baixa, sem apelativos à beleza, ganhou fortuna como empresário de navios no transporte do petróleo para as refinarias. Então enamorado pela cantora lírica Maria Callas, sem pejo a deixou em prol desta, pelos contatos e conhecimentos que tinha adquirido enquanto mulher do presidente dos EUA no ensejo de poder entrar noutros mercados e ganhar mais. Era de facto uma  mulher de sorriso radiante, bela. Julgo que lhe ofereceu uma ilha grega.
Coluna mutilada na entrada do jardim resquício do antigo baluarte que aqui existiu?
No início de 90 a minha filha nas férias do Arsenal do Alfeite aqui vinha a banhos, em maré baixa partia em aventura pela mata envolvente com amigos a saltar penedos para descobrirem a casa onde nunca foram por estar inacessível com os portões fechados, dela diziam ser assombrada pelo conde que a comprou, falecido em 1919, dele se fala que amava esta casa, passava horas infinitas nas suas varandas a mirar o Sado, seja o seu fantasma que ali aparece vestido de chapéu de aba larga que habitualmente usava para não crestar as carnes...
O conde era apaixonado por aquele sitio, gostava de passar longas horas sentado numa das varandas com vista para o Rio Sado. Após a sua morte em 1919,houve quem garantiu que tinha viste o seu fantasma sentado numa daquelas varandas, acompanhado do seu chapéu de abas largas de que tanto gostava.

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=95412 © Luso-Poemas
O conde era apaixonado por aquele sitio, gostava de passar longas horas sentado numa das varandas com vista para o Rio Sado. Após a sua morte em 1919,houve quem garantiu que tinha viste o seu fantasma sentado numa daquelas varandas, acompanhado do seu chapéu de abas largas de que tanto gostava.

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=95412 © Luso-Poemas
O conde era apaixonado por aquele sitio, gostava de passar longas horas sentado numa das varandas com vista para o Rio Sado. Após a sua morte em 1919,houve quem garantiu que tinha viste o seu fantasma sentado numa daquelas varandas, acompanhado do seu chapéu de abas largas de que tanto gostava.

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=95412 © Luso-Poemas
O conde era apaixonado por aquele sitio, gostava de passar longas horas sentado numa das varandas com vista para o Rio Sado. Após a sua morte em 1919,houve quem garantiu que tinha viste o seu fantasma sentado numa daquelas varandas, acompanhado do seu chapéu de abas largas de que tanto gostava.

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=95412 © Luso-Poemas
O conde era apaixonado por aquele sitio, gostava de passar longas horas sentado numa das varandas com vista para o Rio Sado. Após a sua morte em 1919,houve quem garantiu que tinha viste o seu fantasma sentado numa daquelas varandas, acompanhado do seu chapéu de abas largas de que tanto gostava.

Leia mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=95412 © Luso-Poemas
Palacete sobranceiro nas faldas da serra da Arrábida beija sorrateiro de mansinho o doce Sado e as duas praias de cariz  particular a maior na foz da Ribeira da Ajuda, Aravil ou Comenda, cujas margens albergam vestígios de um povoado romano e de uma fábrica de salga de peixe com cetácias (tanques de salga) para se erguer em altura soberba em pequeno promontório onde já existia uma casa de veraneio, cujas paredes, em parte foram reaproveitadas por terem sido levantadas sobre as muralhas de um antigo baluarte.
Casa de veraneio antes do palacete retirada de http://nestahora.blogspot.pt/2007/08/o-palacete-da-comenda-e-uma-dormida-de.html
Supostamente mais um vestígio do baluarte que encontrei no jardim no gaveto da casa encastrada  uma lápide em pedra que lamento não saber decifrar com a data de 1680

A minha leitura com erros..." Esta plataforma de S.João pelas vitificadas (?) que  velaram(?) conhecem-se sem pena(?) da defesa do seu castelo tomou vila e castelo mandado fazer por D João de Saldanha agora desarmado das vilas da comarca do Senhor capitão Sebastião P...no ano de 1680 "

Encontrei no meio da vegetação esta pia em pedra
Com cinco pisos e 26 quartos médios, sem roupeiros, e muitas casas de banho com banheira, apenas uma com polivan , supostamente fruto da última renovação, porque os azulejos em azul e amarelo tem à volta de 20/30 anos.
Revestimento de todas as casas de banho com estes azulejos,há também a utilização de placas em mármore. As louças brancas.
Junto do promontório a pedra de brecha é rainha.
Entrei por um pequeno portão aberto de acesso privativo à praia e subi sem fôlego o escadatório de degraus largos sem me cansar, tal era a ânsia de ali estar...
Eis que enxergo o palacete que se ergue em excecional posição paradisíaca, extremamente pitoresca que só pode elevar o visitante a se perder, a sonhar, quiçá a fugir alucinado com tamanha beleza que ansioso descansa o olhar com os braços no mural sobranceiro ao Sado, para se regalar com a natureza imensurável a perder de vista em ambiente misto rodeada de luxuriante vegetação mediterrânica e desértica com palmeiras, dragoeiros, aloevera, catos, Figueiras do Inferno, tornam este cenário  idílico, quente e fresco, qual paraíso plantado à beira mar fonte de grande inspiração a mirar Tróia e o infinito azul e sereno Sado!
Árvore jaz morta na praia...
 Vista do palacete a poente
 Pedra carateristica da Arrábida - Brecha da Arrábida
 

Entrada a nascente para um pequeno jardim cercado por colunatas com capitéis estilo romano sobre as quais se cruzam ferros para trepadeiras de bungabilias que sobre a pérgula se deleitam em carícia abertas de sombra como se fosse um alpendrado... 
Foto retirada de https://4.bp.blogspot.com/ no contraste com as minhas
As bungabílias ainda resistem...
A sul o muro com vista para o Sado com bancos namoradeiros revestidos a azulejos padrão com animais e flores, réplica deste motivo do século XVI(?) foram produzidos por AACosta Das Devezas, que consegui ver nos desperdícios dos que tentaram roubar mas se fracturaram e deixaram ficar no chão.
Revestimento de azulejos dos bancos namoradeiros
A maioria dos painéis azulejares foram roubados deixando as paredes nuas com os contornos...
Contraste  de fotos da Vadio XT .blogspot.com e as minhas agora depois dos roubos.
O meu ar de espanto...Este também já não existe
R/c  virado a sul de paredes completamente nuas desfalcadas dos seus azulejos, e alguns que não conseguiram retirar...
Dois salões com lareira, um virado a nascente e sul e outro sul poente
 Vista da escada da entrada norte, deixou-me tão triste de a ver despida de azulejos que nem a fotografei...
Hall de ligação da entrada a norte com as paredes ainda praticamente intatas...estes azulejos serão fabrico de Lisboa Viúva Lamego(?).
Prostrada no chão de boa madeira esqueleto de janela com os vidros partidos

Vândalos sem pejo pintaram uma abelha entre os pagens em azulejo...supostamente o mote de inspiração à presidente da Junta de Freguesia de Azeitão para o portal de entrada da vila...
Existem duas escadas de serviço em caracol com varandim em ferro e uma ao cento monumental com varandim em madeira.
As escadas em caracol tem pequenas janelas para a Ribeira da Ajuda.
Hall de ligação à escada central revestido de lambrim em madeira tipo cachetões  
 
Logo no primeiro lanço de degraus o balaustre do  varandim em madeira já desapareceu ...
 Grande janela virada a norte para dar claridade ao escadatório principal do palacete
Imagens paradisíacas...
Vista do varandim do salão que acompanha o palacete de norte/ sul com varandas a poente e a sul
Vistas soberbas...
 Lindas grades em ferro forjado, de inegável beleza
A enseada ali tão perto...
 
Vista da varanda a poente do 1º andar
Pormenor do estuque do teto de um dos salões
Ao meio apresenta apenas esta coluna em mármore
 
 Varanda a sul
Varanda hoje nua dos seus silhares azulejares...pintada a grafitts...no contraste como era antes
Apenas resta este e bastante mutilado...
 
Retiro para tomar chá rodeado de janelas enormes abertas para o Sado
Nestas fotos de Paulo Oliveira ainda tinha os caixilhos das janelas...
Janelas fechadas
No contraste agora despida de caixilhos...
Teimei ficar aqui neste local na foto, pois acredito foi palco de muitos sonhos...

Nesta varanda só resta este silhar azulejar mutilado e outro...
Foto do silhar azulejar como era antes
Sempre as vistas de grande amplitude, magníficas, calmas, estonteantes...
Águas furtadas muito bem aproveitadas com tetos esconsos onde a ruína já se anuncia com partes do telhado ruídas.
 
Águas furtadas
Painel no tardoz a norte, dedicado a Nossa Senhora da Ajuda com a data de 1908 assinado PINTO (Muitos dos painéis azulejares são da autoria deste ceramista , José António Jorge Pinto)só possível verificar por estar no local  um fotografo armado de objetiva potente a quem o meu marido lhe pediu... 
Foto retirada de  http://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/04/palacio-da-comenda-e-ribeira-da-ajuda.html
 
Em contraste com a minha visita
Contraste com anterior foto de Vadio XT blogsport.com
Em toda a volta do palacete o chão forrado a mosaicos a imitar calçada.
De saída há duas variantes, fomos pela primeira, a segunda a nascente leva à casa dos empregados(?)também vandalizada tem na entrada um pedestal com uma  Cruz em pedra.
Encontrei uma Mó de cima...fina
As palmeiras estão em morte agressiva...
Finalmente feliz por ter conhecido o palacete da Comenda , onde senti a facilidade de me perder, perdidamente, a recitar o poema da Florbela Espanca!

Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...

Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
Portão principal
Visto da estrada foto retirada de http://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/04/palacio-da-comenda-e-ribeira-da-ajuda.html
Ribeira da Ajuda que dá o nome ao palacete embora tenha ficado conhecido por Comenda,outro dos seus nomes, ao que parece neste agora tarda que alguém lhe acuda ao jus de ajuda, o milagre para não se destruir mais...
Que País é este com pessoas que não conseguem resguardar testemunhos dum passado, só sentem adrenalina destruindo, roubando, vandalizando, deixando para trás tanto património histórico em total agonia...Magnífico, porém jaz hoje em total abandono, ao Deus dará amaldiçoada parca sorte...
Em passo apressado era tempo de saborear salmonetes!

FONTES
http://vadiodaxt.blogspot.pt/2014/11/arrabida-desconhecemos.html
http://nestahora.blogspot.pt/2007/08/o-palacete-da-comenda-e-uma-dormida-de.html
http://www.plural-planeamento.pt/projectos/pt/05.htm
http://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/04/palacio-da-comenda-e-ribeira-da-ajuda.html
Florbela Espanca, in "Charneca em Flor"
http://www.queirozportela.com/devesas.htm

3 comentários:

  1. Há aqui fotos de várias proveniências e autores, que deveriam estar identificadas e creditadas. Algumas delas são minhas e nada teria a opor à sua utilização se creditadas. Sobre o Palácio da Comenda poderá ver os meus posts https://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/04/palacio-da-comenda-e-ribeira-da-ajuda.html https://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/07/de-novo-no-palacio-da-comenda.html?m=0 e https://kantophotomatico.blogspot.pt/2016/07/ruinas-da-igreja-de-n-sra-da-ajuda-na.html Em qualquer deles credito as minhas fotos e o meu texto, bem como as fotos e textos alheios. Prática que penso deve seguir, para lá do interesse do que publica, esperando que faça as devidas rectificações a este seu texto.

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  2. EM TEMPO - O murete que refere no início do texto destina-se a proteger a estação arqueológica romana da Ajuda / Comenda do movimento das marés, quebrando o ímpeto das ondas.

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  3. Caro Victor Nogueira muito obrigado pela cortesia da visita e pelo comentário. Estou ausente na província sem net por isso tardei na resposta.Por certo reparou que o seu blog está contemplado nas FONTES em rodapé, assim como os demais. Uma coisa é "roubar informação" sem a referenciar e outra coisa é a referenciar de forma diferente, na altura entendi que apenas em Fontes seria o suficiente, mas logo que volte a casa rectificarei em pormenor. Agradeço a informação sobre o murete que também irei alterar. Cumprimentos

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