quinta-feira, 12 de julho de 2018

Olhares de julho numa escapadela em Ansião

Hoje despertei na forte visualização da crónica de 14.10.2014 http://quintaisisa.blogspot.com/2014/10/a-figueira-da-foz-no-recordar-tempos-de.html da qual retiro excerto por sentir ainda o mesmo estar (...) Sinto que me falta um cúmplice, seja no parar quando quero, o mesmo a fotografar o que for , e ainda em fazer o que me apetece, sendo quase sempre inusitado, coisa imprevisível, de real gana este frenesim de admirar o belo!
A fazer fé no pensamento " Vá tão longe quanto possa ver. Quando chegar poderá ver ainda mais longe" isto para dizer que não gosto de ficar pelo que é seguro, gosto de ir para além do medo, de caminhar através do desconhecido até ao sucesso(?) que me perturbe e pasme que se revele de forma vária, por mim conotado de orgasmo inteletual!
Sendo que " a perfeição é alcançada a passos lentos, sendo necessária a mão do tempo, segundo Voltaire". Por isso não deixo de lutar por aquilo que quero -, teimo no saber dar tempo ao tempo, porque bem me lembro dos dissabores que já tive com as minhas pressas!
Cabaços
Voltar a limpezas florestais depois da brutal em finais de abril, num tempo que  mais parece tropical...Devia haver incentivos para ajudar nos gastos do combustível, das peças e arranjos das roçadeiras e da química, se não for usada quem aguenta tanta selvajaria?
Cheguei aos Cabaços onde sempre me sinto em casa pela graça da vista desafogada  do outeiro verdejante, dos plátanos podados da praça, das recordações do correio onde o meu namorado, hoje marido, me surpreendeu um dia, e do almoço no Lagoa onde as azeitonas de sabor a erva de Santa Maria saborosas me regalam o paladar!
Moita Redonda
Na minha casa rural tenho sempre bonitas flores à minha espera para me saudarem ...
 
A JFPousaflores  andava em limpeza das bermas no pinhal do Alto do Índio.O meu marido meteu-se a limpar o sitio para estacionar o carro e eu a frontaria da estrada com erva tão alta que quase cobria a casa... Mal tinha acabado o trabalho passa a  máquina de limpeza das bermas e o bom homem agradece-me por já ter feito parte do seu trabalho. Quando vinha na outra berma a peça de cortar partiu um dente, foi o meu marido com mãos e arte de técnico especial que apesar de reformado ainda não lhe perdeu a arte que a retirou para deixar o homem de boca aberta...E ainda lhe recomendou o João Medeiros da Mó para a soldar e assim foi da parte de tarde novo reencontro, tinha a máquina estacionada na berma da nossa fazenda onde nós andámos toda a tarde a cortar erva e não deixámos o trabalho acabado, tivemos de voltar na manhã seguinte para o terminar.
Na Moita Redonda constatei as bermas de terrenos confinantes com a estrada pôs a descoberto antigas escadas de acesso a propriedades. Lamentavelmente já ninguém se importa com esta riqueza ancestral , as escadas de pedra, que a cada ano se descarrilam mais...E com as ervas o pobre homem não as enxerga e estraga os dentes da ceifeira...Depois desta passagem  da máquina deviam passar os homens da JFP com a roçadeira de cordel para os acabamentos e repôr as pedras.O dever jamais deve ser descuidado, se o é pelo proprietário não o seja pela edilidade pública!
 Outra escada de pedra calcária em terra rossa arremedada de quartazitos e xisto
O fundo do  lavadouro público na fonte da Moita Redonda...
A água dos tanques fez espelho com o suporte da estrutura do telhado, inadmissível porem pedras dentro dos tanques.A JFPousaflores deve intervir ao divulgar aos novos habitantes que se estão a instalar na aldeia os modos de civilização que a aldeia sempre teve e deles carece, além deste apontado também o estacionamento deve ser marcado para se mostrar ordenado e ainda a  proibição de cães à solta e a manutenção de quintais limpos e das frentes das casas.
Junto do entroncamento da estrada cuja  visibilidade é quase nula exige a limpeza urgente da figueira infestante com vários filhos nascida na quina do ribeiro e ainda o monte de lenha arrumado em local indevido.
Teimei voltar à 3º feira de velharias e artesanato no Avelar. Cumprimentei o Sr. deputado Dr. Medeiros que se fazia acompanhar da sua querida mãe a caminho do café, lastimando-se que nem cafés já existem no Avelar...Havia só no final do dia me aperceber que a pastelaria que havia na travessa da farmácia se encontra fechada.Reparei que a sua mãe tal como a minha é vaidosa, depois de sair do café da praça, havia de comprar um quadro por balelas indo  com ele para casa alegre como uma criança leva um brinquedo... Para dai a pouco a ver novamente já envergando novo tailler de seda de manga curta para com a família saírem para o almoço.O Sr presidente  da Junta Dr Fernando Inácio bem os podia ter convidado para o almoço que a JFA ofereceu no Mercado, confecionado no restaurante Ti Matilde no Camporês. O meu marido foi primeiro ficando eu no estaminé, chega-se apressado para ir depressa , já havia pouca comida, assim fiz, ainda não tinha chegado ao Mercado vinham de regresso bem "arressuados"(termo que oiço à minha mãe uso nas mulas na Moita Redonda) em que vinha um de papo cheio e me dizia - olhe não sei se ainda há almoço para si....Mal chegada ao recinto logo percebi a razão, foi servido à moda de "enfarta brutos" com as terrinas de inox nas mesas para o freguês se servir, onde não faltava  bom vinho, todos se serviram e comeram até mais não...O Sr. Castela simpático foi buscar mais feijoada, que estava boa, sobretudo a couve, genuína, da nossa terra e muito verde, que me soube bem e ainda bebi um copo de vinho. A tarte já tinha ido e não houve mais...Fui a última, e ainda me perdi em conversa com o Sr Castelo e um elemento da JFA!

Feira na Praça Costa Rego no Avelar
De vez em quando gosto de  participar. As vendas ficaram aquém da primeira feira, ainda assim com sucesso!


Lá foi o pinguim vestido de estudante de Coimbra com cartola e bengala de latão que uma inglesa levou para casa, achou piada à combinação do objecto usado na década de 60 em cima dos frigoríficos alusivo ao frio fabricados na Estatuária de Coimbra que os vestia ao jeito de estudantes com a batina...
Um bom filho não é aquele que está presente, é também aquele que presentei os seus queridos. No caso o Sr. deputado Medeiros devia ter agraciado a sua mãe com as chávenas de Sacavém motivo Togo em azul cobalto que tinha na minha banca e tanto lhe agradaram,  apesar de ela deixar no ar que voltava depois do café e na verdade se desviou da banca...Óbvio que me fiquei a questionar a razão, e percebi!
Não gostei da falta de franqueza, ou melhor de ser "mal enganada", logo eu que não sou feirante emergente e até tenho cultura nestas coisas, porque as estudo e me interesso, pelo que decidi levá-las comigo de volta para casa onde logo as deixei em água com lixívia todo o tempo que fui tratar das fazendas, na volta bem lavadas as ofereci à minha querida mãe numa das muitas prendas à conta do seu aniversário que ainda há-de correr para o final do mês, as chávenas a recordam da sua avó Brizida da Moita Redonda que também as tinha, e sejam essas emoções do passado que nos ligam ás velharias ! 
Vendi também  uma travessa inglesa a um conterrâneo que não se apresentou, apenas me disse que me conhecia do Blog, agraciou-me com elogios - gostava da minha maneira de escrever e das criticas , que devia escrever mais sobre Etnografia, e que no post de gastronomia mostrei algumas coisas mais modernas, e ainda lançou o mote que devia fazer uma Monografia, até me deu os palpites como a fazer e ainda o rasgado elogio - tomara muito licenciado estar ao seu nível como aborda as coisas da nossa terra.
Os tópicos para uma Monografia :Folha de rosto; Epigrafe; Dedicatória; Agradecimentos; Sumário; Listas; Resumos em Língua Vernácula e Abstract (resumo em língua estrangeira). Debalde tive aulas de francês e inglês, não seja de todo o meu talento!
Em noite de S.Pedro ao Fundo da Rua curiosa para ver o novo painel azulejar da Rainha Santa Isabel.Graças a Deus a moldura em pedra não foi mexida. De todo o mal o menos!
O meu marido a sair da  Capelinda de Além da Ponte muito bem engalanda.
No Bairro, a caminho do Vale Cerejeiro a quelha sem nome na toponímia que agora faz parte dos caminhos de Fátima, com tanta erva, coitados dos peregrinos em tempo de chuva e de verão com repteis...Merecia uma atenção especial a limpeza destes caminhos.Acaso os peregrinos e o povo que os utiliza não é merecedor de percursos limpos?
Quelha do Vale ao Bairro de Santo António em Ansião
Uma das lonas estendida na fachada dos Paços do Concelho
 
Excerto da minha crónica http://quintaisisa.blogspot.com/2018/07/saboreei-uns-churros-e-uma-cerveja.html " julgo reti do segundo slongan  a duplicação de palavras do primeiro ( Terra Rossa e Santiago, bem poderiam ter sido usadas em seu detrimento - Muros de Pedra Seca e Constantina, terra de belos descendentes romanos com capela catalogada de interesse municipal ) e outra que me pareceu não ter sido escolha acertada - Roma em vez de Romanização.
Recebi um comentário que me dirigiu no Facebook o Dr Leonel Antunes  que destaco excerto "(...) alertou-me para uma possibilidade que me vinha escapando:  e se a Roma na tela for apenas uma Romã mal escrita? Passariam então a cinco os erros numa única tela. Muito interessante mesmo." 
Não percebi de imediato, por razões de outra prioridade no momento. Finalmente fez-se luz ao reparar que ao facto de ter chamado tela quando lhe chamei lona, tenha sido a demora a perceber o que quis transmitir.Como não registei foto da segunda lona, julgo não falhar ao dizer que haja duplicação  em relação à primeira - em Terra Rossa e Santiago e a palavra Roma que achei alusivo a romanização e o Dr Leonel Antunes entende a possibilidade de ser Romã, no total sejam três apontadas, mas fala em cinco...

Rotunda ao Ribeiro da Vide 
Engalanada com os seus canteiros floridos de alfazema revestidos a mosaicos, deixando a rotunda mais airosa e bonita. Boa aposta  de estética urbanística.
 
Depois da fonte do Ribeiro da Vide a caminho da casa da minha mãe mostra-se cenário despautério pela falta de manutenção na jardinagem ao jardim do Ribeiro da Vide. Apenas podam os plátanos e cortam a relva, nas laterais o que existe do jardim não fazem nada. Serão cegos? Em abril via a casa da minha mãe e agora mal se enxerga...A borda lateral a nascente do adro da capela merece atenção com poda da árvore de copa oval a crescer para o céu, o mesmo dos arbustos e o pinheiro ali descontextualizado que nasceu torto por causa de uma raiz de um plátano. O mesmo no lado poente com árvores da família dos choupos que devem ser dizimadas. Os jardins devem ser tratados por gente que sente paixão por plantas e afins e não por gente sem qualificação nem perfil.
No antigo executivo PSD na obra à pressa do asfaltamento do Bairro de Santo António que  depois do 25 de abril já tinha sido intervencionado com calçada grossa, para agora de novo a alcatrão e passeio em nova despesa pela má aposta do passado.O que ficou mal? Na ligação com a estrada para Alvaiázere o remate da berma calcetada para escoamento de águas foi coberta por cimento, como a foto documenta. Pior é que logo a seguir o lancil do passeio encontra-se descarrilado e o técnico da obra que ganha supostamente as empreitadas públicas devia ter visto para a deixar colocada no sitio, era coisa de perda de 10 mn... Quando se enxerga o que está menos bem e se corrige sem estar mencionado no contrato  é sinonimo de gente de olhar peculiar em que vale a pena apostar sem qualquer medo... Pior ficou o passeio confinante com a parcela do jardim que tem acesso a um lanço de escada para o adro que ficou do lado de dentro sem suporte de terra e a minha mãe lá caiu para vir despejar o lixo e se já se encontra cheio tem sido ela com pedras que o vai atulhando...
 Os meus queridos netinhos sentados no degrau do quintal...olhavam com atenção para o cão...
Depois da safra de limpeza efectuada na Moita Redonda levámos a minha mãe para ver a sua courela limpa, antes teimei parar em Lisboinha, onde o seu querido pai nasceu. Logo deparei com o nome do seu primo direito o padre Dr António Freire atestado na toponímia no que antes era o Rossio de Lisboinha, até se dizia que Lisboinha tal como Lisboa tinha um rossio...
Registei a minha querida mãe junto da fonte restaurada pelo neto Alberto, de João Afonso . O mesmo apelido da minha mãe que este ano celebra 84 primaveras, mantém-se linda e de razoável saúde graças à sua vida diária de trabalho no quintal e do carinho das filhas que a presenteiam em passeios e presentes.
Invoca dizer que o certo seria a Rua onde nasceu ser atestada com o seu nome e não se chamar Travessa das Pedras...Quando na realidade se trata de um Beco sem saída...
 A casa onde nasceu exibe placa em mármore com essa menção

 Na frente nesta casa encontrei outra placa sem saber quem foi este homem de apelido "Forte"!

Desta vez regalei o olhar com belas hortenses azuis, pena não as ter registado na Mó e na Moita Redonda Aqui em cor de rosa.
Perspectiva do Beco vista de norte
Uma boa aposta de reabilitação com a frontaria em pedra e o balcão.
Vista para nascente de Lisboinha
Lamentavelmente esqueci-me de registar fotos da limpeza dos quintais e leirões no Vale, na Moita Redonda...Foi a emoção e a conversa com o apicultor que vinha buscar o enxame de abelhas e de ver a minha filha deveras encantada com a beleza indescritível que a limpeza lhe causou e repudiei dizendo - agora está limpo, daqui a horas começam a rebentar os fetos, as silvas e volta tudo pior do que estava...A Florestal fez um bom trabalho, na verdade as courelas com leirões roteados pelos primitivos habitantes judeus vindos de Almofala,  ficaram a valer o triplo...Procedeu a limpezas a minha cunhada, a minha mãe e o meu primo Tó Lucas de Ansião, a quem telefonei se queria aproveitar a Florestal, acedeu e assim os três fizeram o que era preciso fazer. Ficou por fazer a parte dos "Lopes" junto da casa do Silvério e de outros familiares Lucas na Horta.

 Recado à JFPousaflores por ser PS
Há que investir no Vale, em fazer bem feito no que a vereação PSD fez mal quando fechou deliberadamente a passagem pedonal do actual Beco do Vale que entroncava na estrada da serra antes da mina de S.João. Foi  aquando do alargamento da estrada para a serra em que foi feita essa arbitrariedade pela Engª da Câmara da altura e do então presidente da Junta de Pousaflores. Esta passagem faz imensa falta a mim e aos demais em que passamos temporadas na Moita Redonda e gostamos de caminhar e os estrangeiros residentes caminham de manhã e de tarde, por ser um grande atalho de caminho. Neste agora que 80% da quelha (Beco do Vale) se encontra limpa, apenas nela foi deixado os cortes de vegetação porque não se podem queimar, faltando apenas 10% de limpeza  precisamente onde vai embocar na estrada da serra. Que o dono confinante há dois anos também limpou. Depois da atrocidade do passado é o momento de agir  em fazer bem feito uma obra de pouco dispêndio afinal.E ainda deve a JFP equacionar a viabilidade de encanar o ribeiro da Nexebra  no seu percurso onde junto da casa da minha cunhada já tem duas grandes manilhas para as Hortas, e assim o ribeiro encanado se mostra de maior largura para no futuro a estrada do Beco poder ser utilizada para viaturas. No último incêndio apenas veio de marcha atrás um GIP da GNR. As obras da vereação PS devem privilegiar grandeza e progresso sem medo de olhar o futuro e jamais apenas o umbigo que a herança do passado nos deixou!

Casal das Pêras em Ansião
O propósito de aqui voltar para fotografar as Alminhas que não as encontro referenciadas num Livro de Património Religioso , teria visto mal, tal é a embrulhada como se mostra apresentado. Tenho de averiguar melhor.
 A graciosidade do portão em ferro forjado com as iniciais de quem possivelmente a mandou erigir em 1922
O que foi a casa da Ti Otília, mulher de cara rude, alta, solteirona, a primeira  que conheci com dentadura já laça , atrevida a fazia deslizar da boca e nós os cachopos ficávamos assustados só de olhar...
Mercado
Fui ao mercado comprar sardinha, melhor tivesse ido ao Intermaché ao que parece era mais barata e melhor... Comprei a broa, fruta e fui à procura de alfaces que a minha mãe me pedira, o vendedor no piso das galinhas de costa para o mercado dizia-me não quer levar uma couves? - respondi que desta vez não, e toca de por mais alfaces para o saco, só tinha pedido uma dúzia dando conta que ele me deu mais, pelo que lhe teci um elogio - você é mesmo boa pessoa, cada vez que aqui venho o vejo dar mais do que vende, não pode ser, bem sei que o freguês gosta de ser presenteado, mas tanto é demais...Chego a casa e conto à minha mãe diz-me ela olha mandou-te mais outra dúzia...respondi-lhe não te disse que o homem era boa pessoa!

O que foi a casa dos meus bisavós paternos ao Alto do Vale do Mosteiro 
Inspira a dizer que tudo aventa aqui na que foi a sua casa foi outrora uma estalagem.

Vista de poente da casa que foi dos meus bisavós
Distingue-se o pátio cercado de outro casario adjacente onde havia um grande barracão com colunas em redondo e a casa do azeite.


Deixei Ansião pelo caminho que gosto - O Vale do Mosteiro que a toponímia atesta e mal  em Rua do Vale Mosteiro...
Não se trata da mesma coisa!

Vista sobre o complexo onde eu digo existiu um pequeno mosteiro em Ansião
Reparei que o imóvel do que restava da casa de António Serrador já não ostenta a placa "vende-se" indo a medo espreitar pela última vez o que resta do mosteiro, para não se perder para as gerações vindouras.
Agora se mostra em limpezas.
Frontaria a sul
 Arco de volta perfeita a norte e a pedra de lagar

Na rotunda aos Bombeiros dei conta além do cartaz alusivo ás Festas de Agosto dei conta de homens na tira sobrante da expropriação para se fazer a rotunda, em obras do muro de pedra do ribeiro.
Na verdade questionei no tempo do executivo PSD a razão de ter sido supostamente usurpado o Caminho Público que existia entre o pavilhão dito dos chineses e o ribeiro confinante da que foi propriedade da família Freire da Paz de Ansião, sendo alvo de expropriação pela ICOR fazer a rotunda e suas acessibilidades. Se teria sido usurpado ou vendido pela autarquia, fiquei sem resposta. Já antes recebera explicação quando questionei a razão de ter sido construído a norte um anexo na actual Rua do Matadouro, construído há muitos anos estrategicamente com quina em bico para no futuro vir a absorver o que restava da mesma quinta a norte com duas oliveiras, o que se veio a verificar há coisa de 4 anos . Não gosto de situações dúbias nem de gente oportunista que lucra à custa da cegueira ou de unto nas mãos de alguém.
Urge quem de direito deslinde a razão do fecho do caminho público entre o pavilhão dos chineses e o ribeiro!
De igual modo urge saber a razão do anexo ainda não ter sido demolido por causar estrangulamento na curva para o estacionamento público, sendo que a câmara(PSD) me disse ao tempo estar em negociações com o proprietário, sendo que este ficou beneficiado na frente da vivenda e ainda com outro grande anexo, estrangulando a frontaria da entrada a norte da requalificação do Nabão na que é apenas a entrada principal de Ansião, a sua sala de visitas por excelência que deveria ser no mínimo grandiosa e não proveito de UM!
E por último saber se o talho a nascente com a casita foi vendido?
O certo era ser público para usufruto da vila e da sua grandiosidade na sala de visitas principal...
 
Gostei que a JFA tivesse retirado as árvores que estavam no passeio ao Vale do Mosteiro, e não foi preciso alertar, até tinha tirado fotos com o passeio todo levantado que senti com a minha mãe numa ida ao Intermaché. Estão de parabéns por estar atentos nos interesses da segurança dos seus cidadãos . Era de uma tamanha perigosidade,  remediada e bem.As marcas da nova calçada no passei já sem árvores.
Espiava os amarelos da paisagem do que foram terras do meu bisavô quando a minha irmã  me encontra  e oferece boleia. Para me aguçar o apetite levou-me numa passeata rápida, sem paragens, ainda assim sempre benéfica que me deixa radiante. Mais vale ver rápido e partilhar que ver bem e nada dizer...

Empiados
Um dos lugares mais antigos referenciados em documentos
Alminhas ingénuas...
Na rota do Caminho de Santiago e pelos vistos de Fátima...
Por isso um dia depois do jantar no anunciado lusco fusco da noite encontrei dois peregrinos perdidos ao Ribeiro da Vide...O autor do novo retraçado das rotas nas imediações da vila deixam qualquer um incrédulo...
O caminho das rotas de peregrinação vindo do Casal Soeiro...Um pouco melhor contudo pouca limpeza!





Casal Viegas
Aldeia que a olho gordo acho que por metro quadrado existem mais casas minimalistas fechadas com grandes portões...Que saudade do Casal Viegas de antanho. Deu-me um baque, tanto e destemido progresso por entre caminhos estreitos de curva contra curva e muros de pedra seca!


Uma eira em pedra, ex-libris da cultura do povo que deve ser preservada!


A minha irmã apontava para norte para outra bela eira, debalde a máquina não a conseguiu registar em andamento...
Não vejo rival  na mesma paixão por esta terra a partilhar as suas emoções onde jamais falta a critica construtiva... Como o deve ser uma cidadã cumpridora!

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