Artigo de opinião no Jornal Serras de Ansião do Dr Rui Rocha
Pertinência, revolta e legitimidade em vir questionar o tema do artigo pela surpresa de teor por mim levantado em primeira mão a 28 de junho de 2017 https://quintaisisa.blogspot.com/2017/06/festa-em-honra-do-santo-antonio-no.html. No meu direito de cidadania confesso que este tipo de festa popular é bem vindo e agradável pela grande vantagem do amplo adro e do jardim do Ribeiro da Vide pela moldura fresca desta sala de visitas da entrada sul da vila de Ansião, factores a ter em conta também pela tradição, jamais devia cair em saco roto, embora pese o facto lamentável desta capela não constar nos vídeos publicitários da vila de Ansião...Tema interessante para a próxima campanha das autárquicas prevalecer este tipo de festa em todos os Lugares do concelho, para não se perderem as tradições, em muitas ainda se mantém por carolice de meia dúzia de interessados.Este ano o S. Brás não vai ter festa...e não sei d'outras!
O jornalismo regional deve pautar-se pela imparcialidade contemplado e exaltando o todo da região. Em Ansião rege-se desde algum tempo pela oposição no uso e abuso em prol da dinamização politica, quando na prática os seus elementos parte deles uma vida no poder deixando tudo pela metade, sobretudo na Cultura, um pelouro de grande lástima no tempo PSD a seu tempo mais se saberá, pior é beber informação de outrem sem a dignificar em gesto de justiça e transparência, o certo no carácter e atitudes! Para pensar!
Pese a grande amplitude temática a muito se dizer e pouco dito num mensário distribuído em Portugal e no Mundo devia seguir linha e dever de maior rigor e investigação em esclarecer os seus eleitores, sem menção às Associações de voluntariado que nada ganham e pretende atingir no destaque à riqueza pela prestação humana, a mais valia, porém as substanciais lacunas, a balizar o passado em vir contradizer quando a riqueza do associativismo em Ansião também falha... Ausente desta terra há mais de 40 anos tomei conhecimento de uma associação de amigos, sem saber se chegaram a se vincular legalmente na sua pretensa revitalizar a festa de Santo António, ao Ribeiro da Vide onde dei conta do tremendo trabalho da equipa na limpeza e pintura da capela, adro e instalações do bar onde se movimentaram meses todos os seus cooperantes em várias áreas, azáfama que admirei e transmiti em crónica, exaltando o mérito. Debalde fogo de pouca dura. Depois de 2 ou 3 anos, este ano sem ninguém se apresentar para dar a cara com capacidade para influenciar e liderar os demais em se continuar no propósito que os moveu no associativismo, fazer a festa a qualquer custo, depois de tanto gosto e trabalho. Debalde chegada a hora alguém pediu ao Sr presidente para se cortar a erva do adro, ainda o percalço na entrega da chave para abrir a capela para a celebração da missa, já antes para outras situações ...Factos tremendamente desabonatórios no associativismo de cariz popular em comissão alegadamente acabada sem interesse na continuidade da festa, a ser credeticio, o dever de se apresentar e fazer entrega da chave quem a foi pedir ao que parece sem modos... Em verdade o que ressalta neste tipo de associativismo festivo? Haver no colectivo indivíduo(s) que apresentam lacunas culturais, falta substancial de conhecimentos, valores de urbanidade e espírito de sacrifício em prol da defesa de causas fundamentais para se viver em sociedade. Relato um associativismo no meu ponto de vista o tenha sido de boa fé e concluso errado aconteceu com a mudança do sitio da capela de NS da Esperança na Sarzeda para nascente onde fizeram uma capela maior. Jamais se deve mexer em testemunhos do passado. Hoje não se sabe se o seu chão da primitiva era guardador do carneiro perpetuo da família nobre que ali morou.
A meu ver todas as capelas deviam ter uma Confraria com Compromissos dos seus Irmãos, estando a Câmara e a Junta de Freguesia recetivas em colaborar na interajuda ; limpeza dos espaços, poda de árvores, empréstimo de mobiliário e sua montagem; mesas, cadeiras, stands e palco, logo após a festa devem desmontar levando de volta ao estaleiro.Assim só com esta união e parceria as festas populares dos Lugares do concelho não se perderão. Em plena festa no primeiro dia quando me dirigi ao balcão para petiscar dei conta de uma falha (?) a merecer ser colmatada no futuro que afloro ao jus de critica construtiva - o cliente ao se dirigir ao caixa para fazer o pagamento do que pretende adquirir se deve de imediato encaminhar para o balcão seguinte e pela mesma ordem receber o que comprou, só depois se deve dirigir para as mesas livres e escolher onde se senta. Paguei e assim fiz, contudo fartei-me de assistir de ver elementos do staf às mesas trazer as encomendas e perguntar com demasia cordialidade se queriam mais alguma coisa, nem sei se todos pagaram o que consumiram a mais (?), porque é fácil na prática esta maneira simpática de acolher trazendo às mesas o que o cliente solicita sem prévio pagamento, se perder o fio à meada...Ora a festa é para ter rentabilidade!
Não é a primeira vez que sinto temática do meu blog servir a iniciativa inspiradora e aprendizado a outros de ideias minhas literalmente "roubadas" sem menção na Fonte, com consequente impressão incorrecta transmitida ao público alvo na finalidade e proveito próprio. Abuso e falta de respeito publicar uma opinião sobre associativismo cujo teor de raciocínio a tinha sido por mim há dois anos já idealizada e noutras aflorada a valia de se manterem as festas populares pelo que representam para quem vive fora enquanto ponto de encontro nas raízes, as leu ou delas tomou conhecimento por terceiros, sabendo retirar proveito genial das dicas para as destacar as tomando como suas dando azo a novo conceito emoldurado ao gosto de graxa politica dizendo por outras palavras o que eu já tinha ressaltado em crónica neste blog para se evidenciar em deliberado gozo e arremesso da sua arma politica, alegadamente reconduzida e plagiada enquanto oposição dando aos leitores do jornal ser da sua lavra e em abono da verdade na sua vida de autarca jamais a implementou, para agora se servir do que não é seu, embora no direito de simpatizar com a mensagem, debalde usada em sábio proveito politico.Lamentável atitude.Cansada de coincidências, alegadamente falar da riqueza do associativismo na pretensa lavagem de imagem de alguém quiçá enxovalhado enquanto líder de associativismo popular este ano falhado (?) em pretenso gesto fraterno de pai da malha e estratégia politica reverter em exaltação, debalde se deixa ficar na mó de baixo...Já eu continuo na mó de cima !O jornalismo regional deve pautar-se pela imparcialidade contemplado e exaltando o todo da região. Em Ansião rege-se desde algum tempo pela oposição no uso e abuso em prol da dinamização politica, quando na prática os seus elementos parte deles uma vida no poder deixando tudo pela metade, sobretudo na Cultura, um pelouro de grande lástima no tempo PSD a seu tempo mais se saberá, pior é beber informação de outrem sem a dignificar em gesto de justiça e transparência, o certo no carácter e atitudes! Para pensar!
Pese a grande amplitude temática a muito se dizer e pouco dito num mensário distribuído em Portugal e no Mundo devia seguir linha e dever de maior rigor e investigação em esclarecer os seus eleitores, sem menção às Associações de voluntariado que nada ganham e pretende atingir no destaque à riqueza pela prestação humana, a mais valia, porém as substanciais lacunas, a balizar o passado em vir contradizer quando a riqueza do associativismo em Ansião também falha... Ausente desta terra há mais de 40 anos tomei conhecimento de uma associação de amigos, sem saber se chegaram a se vincular legalmente na sua pretensa revitalizar a festa de Santo António, ao Ribeiro da Vide onde dei conta do tremendo trabalho da equipa na limpeza e pintura da capela, adro e instalações do bar onde se movimentaram meses todos os seus cooperantes em várias áreas, azáfama que admirei e transmiti em crónica, exaltando o mérito. Debalde fogo de pouca dura. Depois de 2 ou 3 anos, este ano sem ninguém se apresentar para dar a cara com capacidade para influenciar e liderar os demais em se continuar no propósito que os moveu no associativismo, fazer a festa a qualquer custo, depois de tanto gosto e trabalho. Debalde chegada a hora alguém pediu ao Sr presidente para se cortar a erva do adro, ainda o percalço na entrega da chave para abrir a capela para a celebração da missa, já antes para outras situações ...Factos tremendamente desabonatórios no associativismo de cariz popular em comissão alegadamente acabada sem interesse na continuidade da festa, a ser credeticio, o dever de se apresentar e fazer entrega da chave quem a foi pedir ao que parece sem modos... Em verdade o que ressalta neste tipo de associativismo festivo? Haver no colectivo indivíduo(s) que apresentam lacunas culturais, falta substancial de conhecimentos, valores de urbanidade e espírito de sacrifício em prol da defesa de causas fundamentais para se viver em sociedade. Relato um associativismo no meu ponto de vista o tenha sido de boa fé e concluso errado aconteceu com a mudança do sitio da capela de NS da Esperança na Sarzeda para nascente onde fizeram uma capela maior. Jamais se deve mexer em testemunhos do passado. Hoje não se sabe se o seu chão da primitiva era guardador do carneiro perpetuo da família nobre que ali morou.
No Escampado de Santa Marta levantei a questão de haver ombreiras de uma porta no seu tardoz a indiciar no passado foi virada a poente, como mandava a lei, na centúria de 700 requalificada com frontaria para nascente, o Sr Padre Manuel Ventura Pinho ao se aperceber não permitiu que fosse tapado o vestígio que legitimava o terreno que o donatário do casario adjacente reivindicava.
Na Fonte Galega puseram um poste de electricidade quase em cima da capela...
Parto do pressuposto que no concelho todos conhecem exemplos de associativismos de boa fé, onde em alguns prevaleceu a falta de conhecimento cultural acabando por fazer o que não se deve , sem ter alguém que supervisionasse as suas iniciativas, para o bem e para o mal. Qualquer associativismo deve fazer menção ao clausulado escrito ou oral sobre a real intenção do que se pretende patrocinar, pilar basilar na defesa e proteção ao património histórico, vivo, natural e imaterial. Não basta a boa vontade de um grupo se manifestar por uma causa ou ideal comum- gosto de andar de motorizada, bicicleta, praticar caminhada, trails, folclore, corais, etnografia integrando ranchos, futebol, outros desportos e festas populares, cujos participantes aderem por gosto, tempo e disponibilidade. O problema reside na conduta integra que se deve reger toda e qualquer associação, sabendo que tem de trabalhar no duro para se levantar uma festa com exigência de todos os participantes serem de boas contas na gestão da tesouraria dos comes e bebes, esmolas, venda de fogaças, quermesse, demais oferendas o rigor de qualquer festa de cariz popular organizada por associações se deve pautar e jamais levantar qualquer suspeita com gente credível com conhecimento básico de economia para fazer o balanço da despesa e da receita , esperando-se lucro cujo saldo deve ser creditado na conta bancária da respectiva capela, devidamente afixado, em regra de boa transparência. Óbvio aos dias d'hoje só concorre a este tipo de associação de cariz festivo quem tenha predisposição, tempo, gosto e calculista para imprevistos como a imprevisibilidade do tempo e a falta de adesão de massas que hoje se verifica, a se combater com criatividade bastante para se reverter a favor e mais facturar, sabendo de antemão a sua única recompensa se medeia apenas enquanto trabalhador cooperante da festa comer e beber gratuitamente. Os estatutos deviam fazer menção a uma parte dos lucros a ser dividida pelos associados, não me choca em nada - preto no branco!
Só deve aderir a uma associação, quem se sinta capacitado para cumprir deveres, esta deve ser certificada com confrades ou irmãos.Cuja fonte de rendimento são as quotas dos associados e doações de benfeitores, sendo escassas, se devem lançar na criatividade para ganhos na ajuda da sua manutenção, fazendo uma boa gestão do passivo e do activo, com sentido de economia e contenção de gastos. Já antes o deixei claro que não podem nem devem esperar ser subsidiadas pela autarquia. Ainda assim a Câmara num registo de tradição tem ajudado associações na área social, humanitária, desporto e outras (?). Estou a lembrar-me dos Bombeiros Voluntários, desde sempre agraciados, pese nos anos de vida - donativos, doações e quotas de sócios .Sou a primeira a fomentar que as associações existentes se deviam abrir a iniciativas criativas de utilidade para obtenção de ganhos para equilíbrio das suas finanças. No caso dos Bombeiros do pessoal permanente em tempo de menos registo de ocorrências dispensar alguns elementos em sistema de rotação mensal em áreas diversas desde a pintura; canalizador; electricista; polivalente no préstimo facilitado aos cidadãos sócios,em regime mais barato e não sócio mais caro, cobrindo o concelho e ainda a limpeza de pequenos quintais e afins, mantendo equipas multidisciplinares suportadas com software para marcação dos trabalhos, sua conclusão e pagamento. É preciso implementar, começar por saber o que cada um sabe fazer além de ser bombeiro e motorista para vir a receber formação extra para rentabilizar a associação, e assim não estar dependente de outros acrescentando mais valia ao seu currículo no caso de vir a sair da cooperação, estar habilitado com outra profissão.E o mesmo a todas as demais instituições e associações se devem reinventar para deixar de estar dependentes da autarquia.
Seria interessante vir à tona os valores que a autarquia de Ansião lhes doou após o 25 de abril, para cada um tomar a real consciência do que efectivamente se fala em contrariar o autor do artigo de opinião!
Seria interessante vir à tona os valores que a autarquia de Ansião lhes doou após o 25 de abril, para cada um tomar a real consciência do que efectivamente se fala em contrariar o autor do artigo de opinião!

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