Sempre foi comum o nome de uma terra ditar alcunha para ser conhecido e noutros fidelização em apelido, para se distinguirem dos demais
No séc XIX houve muita gente registada apenas com dois nomes próprios e outros com um apelido muito vulgar (estou a lembrar-me de Freire, em Ansião), em que alguns para se distinguirem juntaram ao Freire outro apelido para se diferenciar dos demais, ainda havia o costume de acrescentar ao nome a alcunha ou o nome da terra de onde vieram ou da mais importante da região.
Há anos numa viagem ao Alentejo a Sousel onde almocei com a minha mãe perguntei ao empregado, homem de farta idade se acaso se lembrava nos finais de 40 de um vendedor na rota de paneiro chamado José Lucas, homem arruçado e olhos verdes, para nossa surpresa outro homem da idade da minha mãe que também almoçava nos dizer- ele tinha o hábito de deixar a carroça com o macho ali numa estalagem que já não existe, trazia uma mala com as amostras, eu era pequenito já andava com o meu pai também vendedor, aqui era conhecido por "Zé de Coimbra"...tendo apelido Lucas- e Coimbra, a terra onde comprava a fazenda para venda, por ser a mais sonante na região em detrimento da aldeia de onde vinha; Mouta Redonda, Pousaflores ou do concelho, Ansião.
O apelido Coimbra
Ramo do meu marido Luís Alberto de Jesus Coimbra, veio a imperar gerações em escala dispare; quer em liberdade e aventura, obstinação ao trabalho, visão negocial e paixão pelas raízes, todos com talento e coeficiente de inteligência, o condão do brasão fiel ao meu marido a que se junta o conservadorismo e a honestidade integra, cujos ascendentes se vieram a fixar na procura de melhores condições de vida ou casamento em Lisboa, Almada, Povoa de Santa Iria, Cascais, Linha do Estoril, e os que ficaram na região; Chão de Couce, Moita Redonda, Avelar, Vale Tábuas, Pardinheira na Nexebra, Cerejeiras no Espinhal, Palheiros, Vendas de Maria em Maças de D.Maria e,...
A maior probabilidade da origem do apelido do meu marido
Luís Alberto de Jesus Coimbra ter sido tomada do topónimo da cidade dos doutores mais concretamente de São Martinho do Bispo, Coimbra, vindo com
António Almeida, que veio trabalhar talvez como carpinteiro(?) na Quinta de Cima, recebeu de alcunha
Coimbra, a terra de onde tinha vindo,
que o veio a dar
de apelido ao seu filho - o primeiro a aparecer neste ramo na pesquisa do
Raul Manuel Coelho, amigo do Avelar.
Pesquisas no Arquivo Distrital de Leiria
Despertei com dois passaportes de apelido Coimbra, um oriundo de
Abiul e outro de Campelo
Manuel Francisco Coimbra
1897-07-30 Idade: 26 anos
Filiação: Manuel Francisco Coimbra / Maria dos Santos
Naturalidade: Campelo / Figueiró dos Vinhos
Residência: Campelo / Figueiró dos Vinhos
Destino: Santos / Brasil
Observações: Escreve
Passaporte de António Coimbra
Pedido em 1896-03-16 na idade: 28 anos
Filiação: Joaquim Coimbra / Florinda de Jesus
Naturalidade: Vale das Velhas / Abiul / Pombal
Residência: Vale das Velhas / Abiul / Pombal
Destino: S.Paulo ( Brasil )
Ainda encontrei um Processo de inventário orfanológico de 1891 de Chão de Couce
Inventariado: Maria Rosa (que faleceu)
Inventariante: José António Coimbra (pessoa responsável pela administração do espólio do inventário)
Freguesia: Quinta Cima - Chão de Couce.
Genealogia do apelido Coimbra
Graças aos bons amigos das Cinco Vilas - Henrique Dias e de Raul Manuel Coelho
Amantes ferverosos da genealogia das gentes das antigas Cinco Vilas e Ansião.
Ao ler a crónica gratuitamente partilhou comigo mais saber que eu desconhecia pelo que aqui lhe dirijo um enorme BEM HAJA, gente desta estirpe o passado das Cinco Vilas e Ansião, jamais se perderá tal como o passado das suas gentes graças aos talentos de personalidade a que se juntam dons de pesquisa, persistência e partilha dos saberes.
Raul Manuel Coelho Apelido Coimbra - Genealogias Avelarenses
De acordo com o estado atual das nossas pesquisas, este apelido, por certo de natureza toponímica, aparece-nos no Avelar, pela primeira vez, aquando do casamento, em 1885, de José Coimbra de Almeida, natural de Portulanos, Chão de Couce, carpinteiro, com Rosa da Conceição, esta natural da vila de Avelar, filha de Joaquim Mendes Peitudo, de Viavai e de Luísa de Jesus, do Avelar.
Aqui viveram e tiveram diversos filhos, nomeadamente:
- Albertina de Jesus, que viria a casar com Abílio Henriques, da família dos Henriques Percebo, da qual, também, já falámos um pouco.
- António Coimbra, que casou, em 1920, no Avelar, com Emília de Figueiredo,
O apelido Almeida chegou-lhe do pai, António de Almeida, natural de São Martinho, Seia.
Em 1898, casou no Avelar, um seu primo
José Firmino Coimbra, natural da Mó, Chão de Couce, com Adelaide de Jesus, esta natural do Avelar, filha de José Rosa Pudenciano, este natural da Rapoula. Foram viver para Chão de Couce. Tanto José Firmino, em 1901, como o seu filho Augusto Firmino Coimbra, em 1925, emigraram para Santos, Brasil.
Ambos eram primos, dado terem avós comuns, o primeiro por parte da mãe, o segundo por parte do pai; estes, portanto, irmãos, filhos de José António Coimbra e de Maria Rosa, moradores em Chão de Couce.
De notar que Maria Rosa tem: ascendência Fidalga na linha dos Sousa / Borges de Azevedo; diversa ascendência Avelarense, nomeadamente nos Manso; sendo, também, descendente dos França, de quem aqui falámos noutra ocasião.
O Apelido Coimbra foi, assim, transmitido por José António Coimbra, natural de Casais Maduros, Pousaflores, filho de Pedro António, dali, e neto de Manuel da Serra Coimbra. Este nascido em 1732 no lugar da Barreira, Almoster, posteriormente residente nos Casais Maduros, pelo casamento com Mónica Maria.
Até à presente data, não encontrei, ainda, qualquer referência anterior, ao Apelido Coimbra, nos ascendentes imediatos de Manuel da Serra Coimbra, todos do Murtal, Almoster.
Pode-se pôr a hipótese de o apelido ter surgido em resultado de alguma ligação, contacto frequente ou facto relevante que algum destes ascendentes tenha tido com a cidade de Coimbra; tal não seria de admirar, dado que grande parte dos lugares do que é hoje a freguesia de Almoster pertenciam, havia já séculos, ao Concelho de Coimbra.
No Murtal nessa altura havia uma grande estalagem, ainda lá está na beira do caminho principal a caminho de Almoster e Alvaiázere
Avelar
Possivelmente, os Avelarenses atuais que ainda ostentam este Apelido Coimbra têm-no com uma outra origem genealógica, sem ligação conhecida à supra referida:
Moisés Coimbra nasceu em 1897 na Portela do Brás, do atual Concelho com sede em Ferreira do Zêzere.
Filho de Amâncio José Coimbra, natural, em 1850, do lugar do Ventoso, Beco, referido como proprietário, e de Rosa Maria Mendes, natural da Portela do Brás.
Os avós paternos são José António Coimbra e Maria Moura, moradores no dito Ventoso.
Os avós maternos são Bernardino Mendes e Maria Rosa, moradores na dita Portela.
Em 1926, casou no Avelar Moisés José Coimbra com Maria da Conceição Duarte Moreira, esta natural do Terreiro da Guia, Avelar filha de Manuel Duarte Moreira e de Carolina Nazaré, naturais da Abrunheira, na Aguda.
Amâncio José Coimbra, filho de José António Coimbra, da Carvalheira, Janafonso, Beco e de Maria Moura, da Foz d´Alge, Arega.
António José Coimbra, pai do supra referido José António Coimbra, nasceu em 1792 na freguesia dos Santos Reis Magos do Campo Grande, em Lisboa. No entanto, os respetivos ascendentes eram oriundos da freguesia do Beco, parte pertencente à freguesia de Rego da Murta. Não constando, nos registos consultados, que qualquer deles tivesse tido o apelido Coimbra.
Moisés Coimbra casou no Avelar em 1926 com Maria da Conceição Duarte Moreira. Faleceu no Avelar em 1963.
No ponto atual das pesquisas, terá sido este o primeiro desta família a usar o apelido Coimbra. Como hipótese da respetiva origem temos, como mera possibilidade, o facto de, em Lisboa, quase ninguém saber onde era o BECO, razão para o diferenciarem de outros António José, talvez, pela referência geográfica seguinte, mais comum à época, o Bispado. Lisboa, a capital, pertencia ao Patriarcado, que ía apenas até Tomar. O Beco pertencia já ao Bispado de Coimbra. Mas, pode muito bem a explicação ser outra.
No curso para os Correios da região centro a irmã mais velha da minha mãe nascida em 1911 foi colega do
Sr. Moisés Coimbra e da sua esposa que começaram por trabalhar em Ansião para se radicar no Avelar onde tinham casa.
Na entrada do cemitério do Avelar vi pelo menos uma campa com este apelido - de
Maria de Jesus Coimbra, nascida em 1932.
Seguindo a linha de genealogia do meu marido investigada por Raul Manuel Coelho
Luis Alberto de Jesus Coimbra Valente
1- O descendente em estudo Manuel da Serra foi Pedro António, nasceu e faleceu em Casais dos Maduros, Pousaflores, casou com Maria de Jesus do Martim Vaqueiro, Pousaflores.
2 - O descendente de Pedro António foi José António Coimbra, nasceu em Casais Maduros, Pousaflores, casou com Maria Rosa de ascendência Fidalga na linha dos Sousa / Borges de Azevedo,nascida e falecida em Chão de Couce onde ele também faleceu
Aqui acontece o entroncamento a Chão de Couce de Pedro António que teria vindo trabalhar para a quinta de Cima onde conhece Maria Rosa filha natural dos donos, por não terem apelidos nem ele nem ela, e se estranha nela, quiseram presentear o filho com o apelido Coimbra, a alcunha do suposto cunhado António Almeida "Coimbra" casado com uma irmã de Maria Rosa, por isso elas herdam uma quinta na Mó? Em que os filhos de ambos são primos direitos a viver entre Portelanos e Mó. O primeiro enigma em deslindar a razão do avô do meu marido ter naquele tempo tanta terra que foi uma quinta?
3 - José António Coimbra, ficou viúvo pelo menos com um filho - Manuel Coimbra
Que entronca na pesquisa do Processo de inventário orfanológico de 1891
Inventariado: Maria Rosa (que faleceu)
Inventariante: José António Coimbra (pessoa responsável pela administração do espólio do inventário)
Freguesia: Quinta Cima - Chão de Couce
4 - Manuel Coimbra, nasceu em 6 julho 1840 em Outeiro da Mó, Chão de
Couce, foi batizado em 14 julho desse ano em Chão de Couce, onde se casou em 22
agosto de 1876 com Carolina Augusta nascida em 1846, Exposta.Ambos faleceram no Outeiro da Mó, Chão de Couce.
Casado com uma mulher exposta na roda, portanto filha de pais incógnitos; num tempo de senhores de quintas e seus filhos - os Meninos, assim chamados pelas criadas usavam e abusavam das serviçais da casa, sem quaisquer regalias, desonradas e despedidas. Igualmente filhos de pais incógnitos e também de mãe rica e de religiosas, eram deixadas na roda dos expostos. Em pesquisas que tenho feito a filhos incógnitos no concelho de Ansião, encontrei mães que deram os apelidos dos progenitores aos filhos, apesar deles não os terem aperfilhado, revela terem sido mulheres de grande inteligência e ousadia, em prol de lhe darem o seu apelido ou apelidos relacionados com a igreja. Reza a história que alguns bebés deixados na roda com uma carta ou fio, para mais tarde serem reconhecidos para possivelmente lhes darem a mão e os orientarem na vida dando parte da herança.
5 - Descendentes de Manuel Coimbra e de Carolina Augusta
Dois filhos
Alfredo António Coimbra, nasceu em 31 janeiro 1884 em Outeiro da
Mó, Chão de Couce .Batizado em 26 fevereiro do mesmo ano em Chão de Couce. Casou em 3 maio 1905 em Pousaflores com
Maria Augusta Ferreira nascida em 27 de novembro de 1883 da Moita Redonda, irmã da minha avó materna Maria da Luz Ferreira.
O bisavô do meu marido, conhecido pela alcunha "Ti Carolino" do nome da mãe - Carolina.
Conta a minha mãe que o chegou a conhecer - homem de estatura atarracado, andava sempre com o casaco pelas costas, no dizer das bocas do povo não fazia nada, vivia à conta dos pais, mulherengo , cobiçado por mulheres para casarem com ele as filhas, pela fama de ser rico...Parava no Furadouro na beira da estrada numa casa de uma costureira baixa mas jeitosa, solteira, vivia com a mãe doente, acamada que o pai queria para genro...Um dia o presenteou com uma omelete, a mulher na cama cheirou-lhe a comida fazendo estridente ruído com o nariz... a que o marido lhe respondeu de má voz - não tem nada que cheirar, o petisco aqui é para mim e mé compadre Carolino para os três vinténs da minha Marquitas entre as pernas deste homem..."
Diz a minha mãe que esta mulher se casou com outro, um "cornabancas", ao lhe perguntar o que queria dizer- refere-se a má conduta que ele aceitava...chegou a ir a casa dos meus avós costurar para um dia a minha avó deu com ela e o meu avô enrolados, no recato o chamou à razão logo ali se desculpou - "atão andas com uma roda de filhos, foi para te poupar..."
Veio a casar com a irmã da minha avó materna- a
Maria Augusta Ferreira da Mouta Redonda, pesar dos avisos de que não seria bom partido para ela pela má fama de mulherengo - mulher robusta, alta e prendada, aprendeu costura na Quinta de Cima. Apaixonada, não deu ouvidos à família, vieram a construir a sua casa de sobrado na Mó, ao entroncamento dos Outeiros para a serra e para os vales, onde havia pela frente um grande tanque de água. Alegadamente não foi tratada como bem o merecia, ele bebia muito, os excessos da bebida fora e em casa, o transformava em demónio...
José Firmino Coimbra
Filho de Manuel Coimbra, da Mó e Carolina Augusta, exposta da roda de Chão de Couce, moradores na Mó, jornaleiros.Nasceu na Mó, mais novo que o primogénito 7 anos, casou no Avelar em 1898 com Adelaide de Jesus, do Avelar, filha de José Rosa.
Emigrou em 1901 ao Brasil.E o filho dele emigrou em 1925.
No pedido de passaporte o apelido
"Coimbra" não consta
Passaporte de José Firmino de 1901-06-11 Idade: 22 anos
Filiação: Manuel Coimbra / Carolina Augusta
Naturalidade: Outeiro da Mó / Chão de Couce / Ansião
Residência: Chão de Couce / Ansião
Destino: Santos / Brasil
Tanto José Firmino, em 1901, como o seu filho Augusto Firmino Coimbra, em 1925, emigraram para Santos, Brasil.Segundo o seu primo, o meu sogro Fernando Coimbra, o José Firmino viveu em Lisboa ao cimo de umas Escadinhas, ao Martim Moniz.
6 - Descendentes de Alfredo António Coimbra
António Coimbra
Artur Coimbra
Alberto Coimbra
Júlio Coimbra
O mais velho, o avô do meu marido
António Coimbra
Filho de Alfredo Coimbra e Maria Augusta
Nasceu no Outeiro da Mó
Carpinteiro
Casou com Rosa Marques mulher mais velha, na altura se dizia passada da idade, nascida na Mouta Redonda, conhecida por
"Ti Rosa da quelha", se conta que o casório aconteceu no julgar dos pais para ele assentar, por ser mais velha e madura, debalde na cabeça dele casou para ter dinheiro para emigrar , o mesmo destino de outros, um de Lisboinha e também do Avelar para a ilha de Fernando Pó, cujos passaportes encontrei:
Passaporte nº 490 de 15.03.1929 António dos Santos (Coimbra) o suposto lapso do apelido era usual
Filho de Alfredo Coimbra e Maria Augusta
Casado. Carpinteiro de 22 anos.
Altura 1,66. Sabe escrever e contar.
Naturalidade - Outeiro da Mó
Residência - Mouta Redonda.
Destino - Fernando Pó
Passaporte para Fernando Pó - África
6.3.1929 de António Xavier dos Santos 33 anos – Lisboinha
António Coimbra nascido na Mó
Pela foto da caderneta militar era um homem de corpo atarracado como o pai, dele se falava ser um homem de perfil instável, sempre armado nas mãos com o seu pau, era uso naquele tempo, temperamento fogo, violento, conflituoso, nutria o gosto de aventura e liberdade, sem compromissos.Deixou a mulher grávida sem ainda o saber, quando ela lhe escreve a contar a notícia, mostrou surpresa...
O pai do meu marido nasce a 26 de novembro de 1929..
Foto da
"Ti Rosa da quelha"(Rosa Marques) com o seu filho Fernando Coimbra, tirada na Casa de Fotografia Paz em Ansião .
Mulher com o filho para lhe enviar para não se esquecer deles...Que esqueceu!

O padrinho de batismo do meu sogro Fernando Coimbra foi Alberto Mendes Rosa, o mestre de marceneiro que tinha sido colega do seu pai António Coimbra, também emigrou para os Estados Unidos, onde foi bafejado pela fortuna, quando vinha a Portugal ficava hospedado no Hotel Tivoli onde sempre presenteava os meus sogros com um jantar, trazia roupa usada em bom estado que se distribuía em Chão de Couce a famílias mais pobres. O avô do meu marido António Coimbra, foi acometido de uma doença venérea tendo disso morrido. Muitos anos mais tarde um vizinho dos lados do Avelar que também esteve emigrado em Fernando Pó, ao encontrar na camioneta a minha sogra com o casal de filhos, os olhando, lhes achou muita semelhança do seu olhar azul forte travando conversa com ela, chegando ambos a consenso que a sua intuição de meter conversa estava certa - eram de facto os netos de António Coimbra que esteve com ele em Fernando Pó. Graças a este homem atento se conseguiu a certidão de óbito, pois até aí, uma vida , a avô do meu marido, a
"Ti Rosa da quelha" foi casada e na verdade o era há muito viúva...
Encontrei há muitos anos numa gaveta o que restava da sua Caderneta Militar de 1927, já sem capa e de lombada descolada, pela humidade...



Pertenceu ao Batalhão de Pontoneiros
Notas: Multas, dia de detenção
Autorização de Licença temporária para Fernando Pó desde 24 de março de 1929
Porventura deixou descendência na Ilha de Fernando Pó!
António Coimbra faleceu na ilha de Fernando Pó, a família só teve conhecimento anos mais tarde por mero acaso numa camioneta do Pontão para Lisboa seguia alguém que esteve com ele emigrado, ao ver o meu marido e a irmã de olhos azuis e parecenças travou conversa, graças a essa pessoa que se conseguiu a certidão de óbito, até então a mulher não sabia se era casada, ou viúva..
O descendente de António Coimbra foi Fernando Coimbra
Fernando Coimbra, filho de António Coimbra e Rosa Marques natural da Moita Redonda, nascido a 26 de novembro de 1929.Casou com Ermelinda de Jesus da Moita Redonda em 26 de janeiro, dia da feira dos Pinhões em Ansião do ano de 1953
7 - O descendente de Fernando Coimbra foi Luís Alberto de Jesus Coimbra +irmã
Luís Alberto de Jesus Coimbra Valente, nasceu em Lisboa precisamente 9 meses depois do casamento a 28 de outubro de 1953 . Casou em Ansião com Maria Isabel Afonso Rodrigues Valente nascida a 05.05.57 em Coimbra , ambos trocaram os apelidos que passaram a usar.
8 - O descendente de Luís Alberto Jesus Coimbra Valente é Dina Isabel Coimbra Valente
Dina Isabel Coimbra Valente, nasceu a 21 de maio de 1982 em Lisboa onde vive com o companheiro Samuel Filipe da Silva Moreira, pai dos filhos.
9 - Os descendentes de Dina Isabel Coimbra Valente são até ao momento:
Vicente Coimbra Valente da Silva Moreira
Laura Coimbra Valente da Silva Moreira
Os meus adorados netos na vida adulta com panóplia de tanto apelido para escolha predileta !
As nossa uvas da Mó quando as há, são biológicas.
Quer queiramos quer não muitos nesta região das Cinco Vilas e Ansião estamos definitivamente ligados a estas terras por raízes familiares de primos casados com primos- o meu marido na escala é meu 4º primo, emoções, saudade, mas também admiração!
Mas ainda os nossos ascendentes judeus que se cruzaram com mouros e povo franco.
do tempo dos Marqueses de Vila Real que tinham bens nestas terras como a Quinta de Cima, Aguda e Ameixieira.