quinta-feira, 12 de março de 2015

Convento de S.Pedro de Alcântara em Lisboa

Caminhava do Cais do Sodré ao Campo Pequeno, com paragem ao jardim  do miradouro de S. Pedro de Alcântara a dar as boas vindas ao Bairro Alto, dia magnifico, as vistas sobre Lisboa de pasmar e arrepiar de tanto encanto, muitos turistas, ainda assim aldeia, dei de caras, com duas pessoas que vivem na margem sul. O carteiro fazia a distribuição, não sei se seria o pai  dele que vinha atrás, homem que conheci cliente do Banco, sempre na mesma, os anos não passam por ele, já a outra ansiosa, olhava os bolos da montra, como que esperasse alguém ...
OConvento de S. Pedro de Alcântara ocupa uma vasta área em Lisboa entre o Jardim do Miradouro e a Rua da Rosa.A sua construção deve-se ao primeiro marquês de Marialva e conde de Cantanhede, em 1665, na Batalha de Montes Claros (conhecida também como Guerra da Restauração) fez uma promessa de fundar um Convento dedicado ao santo São Pedro de Alcântara caso Portugal triunfasse.
 
 
A escadaria exterior do convento leva ao átrio da igreja, onde seis painéis em azulejo ilustram a obra social franciscana. 
 
 
 A Capela dos Lencastre, considerada a jóia deste monumento, foi mandada construir na última década do séc.xvii em memória de D. Veríssimo de Lencastre, por D. Frei José de Lencastre e D. Luís de Lencastre.

 
Ao entrarmos na igreja, uma construção do século xvii, com pintura barroca joanina, destacam-se os altares em talha dourada com iconografia franciscana. As paredes da nave apresentam painéis de azulejaria barroca com cenas da biografia de S. Pedro de Alcântara. Esta construção veio do Convento de Mafra logo após o terramoto de 1755, que danificou parte da igreja.


  
Na sacristia encontram-se os quadros de Bento Coelho, dedicados ao Caminho da Perfeição. 
Aberta aos visitantes a Sala do Brasão, atualmente decorada com quadros dedicados à vida da Virgem Maria, antigo local de reuniões utilizado pelos religiosos para a leitura dos capítulos da Bíblia. 
O convento guarda, também, outros motivos de interesse e de curiosidade, como a Roda e o Parlatório, construídos já no século XIX, ou as esculturas que relatam a morte de São Francisco de Assis e o claustro
Visita gratuita apenas a capela dos Lencastre e a igreja.
Visitas guiadas (2,50€) podem ser agendadas em vários idiomas e integram também o Coro-alto e a sacristia às sextas-feiras às 11h30 (francês) e às 15h00 (inglês) ou aos sábados às 15h00 e às 16h30 (em português).
 Na entrada lateral outros painéis com azulejos
 
Ao passar vi a porta aberta e perguntei se era possivel a visita, apesar de ter pouco tempo, aproveitei e adorei. Claro que vou voltar com tempo em visita guiada.

Fontes
http://www.ionline.pt/artigos/mais/sao-pedro-alcantara-mirar-vista-interior-convento

segunda-feira, 9 de março de 2015

Conto do vigário no alerta de fraude com emails desconhecidos ...

Imaginem mal abri o email deparei-me com este comunicado estranho 
TOMEM CUIDADO SÓ PODE SER FRAUDE.
IMPORTANTE: JAMAIS ENVIEM OS VOSSOS DADOS PARA FONTES DESCONHECIDAS ou aparentemente fiáveis.
O email menciona o nome de um suposto cliente com o meu apelido que morreu em 2005-, na verdade o meu sogro com esse apelido morreu nesse ano, mas em agosto-, mas também o seu pai morreu na ilha de Fernando Pó, na costa de África e dele nada se sabe, apenas que morreu há muitos anos. Por isso muito cuidado com as coincidências...Não se deixem iludir.
O cruzamento de dados pessoais é impressionante, quando atinge estes parâmetros  que podem ter consequências drásticas. Faz lembrar outros casos de gente que tem acessos informáticos que era suposto não terem (?) mormente das pessoas que dão conhecimento à polícia da  sua ausência da residência por um nº determinado de dias-,mau agoiro seja daqueles que supostamente por terem acesso a tal  informação com a lista de bens de valor, seja mote para perpetuar assaltos-, o que se fala à boca cheia da suposta prisão preventiva do preso nº 30, Paulo Pereira Cristóvão (?)...
Claro que o email foi prontamente eliminado 

Hello.Dear,

Me desculpe se estou incomodando sua privacidade, mas estou preocupada e
confuso, na medida em que eu don, t sabe a próxima coisa a fazer do que
chamada para sua assistência e apoio a fim de parar o banco
intenções; desde que eu descobri sobre este fundo.

Eu sou Mr.Joseph Kouzo, trabalhei com o Banco Africano de
desenvolvimento, como seus gerente geral de auditoria e conta. Estou aqui para divulgar a você sobrenosso cliente final (Engr.S.Coimbra ), que morreu em 13 de junho de 2005
junto com sua esposa e sua única filha num acidente de Motor.

Gostaria de pedir para ficar como o beneficiário ou o parente mais próximo à sua
US$ 14 milhões como um depósitos a prazo sob a custódia do nosso banco
(Banco de desenvolvimento africano) aqui no Togo Lome desde o mesmo urso
sobrenome com ele, pois não sei se você é parente dele ou não;Para
em breve teremos nosso general auditoria e reunião de conta e se
Descubra a nossa gestão de trimestres a cabeça; Eles definitivamente
vão empurrar isto fundo em conta de reserva governamental ou confiscá-lo como o bill não
reclamado!

Para começar com, me envie essas informações, s abaixo para que eu vou
secretamente arquivá-lo sozinho, sem ninguém, s conhecimento ou consentimento:



Full name...................................
Endereço de contato...
Número de telefone directo...
Número de fax...
Status.........................
Age..............................
Ocupação...
País de origem...
Primeira página de passaporte ou bilhete de identidade qualquer trabalho...
Na esperança de receber suas informações, s, assim que eu secretamente
pode arquivo
suas informações, s, no departamento de remessas estrangeiras onde
liberar este fundo
e transferência ocorrerá como o parente mais próximo ao meu cliente final e
a esta alegação disse OK.

Atenciosamente,

Mr.Joseph Kouzo. 
(josephkouzo@gmail.com)
  E-mail privado para entrar em contato com me diretamente (josephkouzo@live.com) Hello.Dear ,

quarta-feira, 4 de março de 2015

Feira da Ladra o baptismo do Vicente na paixão das velharias

Cenário perfeito para batismo na paixão das velharias, aconteceu ontem, dia 3 de março na teima celebrar o 4º mês de aniversário, do nosso neto Vicente.
Porque as paixões se devem transmitir no dito popular " é de cedo que se torce o pepino"...
Feliz a piada  da miragem da meco ao passadiço airoso na beira do Tejo a caminho do Terreiro do Paço, alcançada pela quadrícula da escultura do Cais do Sodré, que a  Câmara Municipal de Lisboa decidiu prestar homenagem à figura incontornável da moderna cultura portuguesa, com este monumento na Ribeira das Naus, feita a  partir do desenho "Auto-Reminiscência", feito em 1949 por José Almada Negreiros. Facilmente identificado pelo desenho e pela assinatura do primeiro nome do pintor/escritor – "Almada" – mas já se torna muito difícil para quem não tem referências sobre a sua obra, saber a razão de tal estrutura no local, e claro a identifica com a cidade de ALMADA, na margem sul do Tejo, o que a engrandece gratuitamente, e ontem na piada do idoso sentado no muro a espiar a sua boa sombra, de Almada...
 Citando a Crónica de Alexandra Prado Coelho e ilustração de João Catarino,  na «Revista 2» do Público, de 25 - 08, p. 34   
Recorte final:

[...]    "Olha, aquele é o Almada Negreiros", diz uma avó a uma menina de vestido às bolinhas que passeia na Ribeira das Naus. A menina, talvez de uns sete ou oito anos, provavelmente não sabe nada sobre esse homem que nasceu há 120 anos, mas olha para os dois olhos e as linhas rectas que deles saem, e talvez se interrogue se é de riso ou espanto, ironia ou mágoa, zanga ou sabedoria, esse olhar que nos interpela, logo antes do céu e do mar."
 
Saia da base do Alfeite a Fragata  Vasco da Gama sob mar chão em rota de cruzeiro no desfilar airoso como que a dar boas vindas a um dos seus homens que nela anos a fio desenvolveu louvor e perícia de trabalho, parado de olhar fixo, distinguiu o radar não ir a funcionar...Sendo elemento essencial para Comandante sair com o navio, dita mote de breve espera, para de viva voz  afirmar na certeza o seu destino-, viagem  curta e acertada ao Portinho da Costa. Inusitado que suscitou ao fim do dia na viagem de volta no cacilheiro, assistir no mesmo Tejo à graciosa  meco de silhueta elegante, carregada ou vazia, no mesmo adeus no seu caminho de casa...Seja o fatal destino diz a sorrir o meu marido, alguma saudade!
Maldita bateria  da máquina tinha já antes dado as últimas!


Defronte do que foi o estaleiro na Ribeira das Naus em maré baixa com a doca da caldeira cheia...A ilusão da viragem para sair do rio
 Turista de peito desnudado apanha sol no idílico Cais das Colunas
Baptismo do Vicente em tenra idade, no doa do seu 4º mês de vida na paixão das velharias, no encontro feliz da família na feira da ladra
O certame da feira mostrava-se fraco em artigos, e gente de mãos vazias de compras, só se deambulava em passeio... Pelas 11,30 apreçei uma moldura em latão que a vendedora me pediu 3€ e para se estrear aquela hora baixou para 2,50...
Reparei num quadro com um moinho holandês, que me recordou a infância, por haver assim um igual na casa dos meus pais. Compramos uma travessa Sacavém retangular quinada nos cantos ornada a florzinhas cor de rosa para a coleção da nossa filha.Mas o que efetivamente quis comprar e não pude porque o  tempo não está para fantasias; uma travessa casario que me pediram 150€ e faziam 120 e um alguidar "ratinho" gateado que eram 60€...
Ontem  espólio que valia a pena olhar e trazer.
O dia prometia almoço no restaurante, porém depois de três horas, sem descanso a cumprimentar amigos, o certo foi almoçar em casa onde em menos de 50 minutos o Samuel -,o cozinheiro de serviço para um frango no forno, repasto acompanhado com arroz branco e couve cozida, enquanto a minha filha Dina, fazia a sopinha de abóbora, cenoura e batata. O terceiro dia do Vicente a comer legumes de Ansião, produzidos na horta do Nabão, do avó Fernando, que no primeiro dia no domingo foi choro "de meia noite", mas ontem já a papou todinha.

Pestanas molhadas do choro a babar-se da sopinha...O mesmo não se pode dizer da brincadeira com a fatia do ananás que o queria comer e não sabia como fazer...
No quintal a ameixieira florida de manto branco a chamar a primavera, que o Vicente riqueza de menino, ao colo do avô se distrai no engano, no olhar pela vidraça...
De regresso a casa em caminhada pela Almirante Reis breve paragem na Rua da Palma, no que foi o Teatro Laura Alves, para quando a revitalização, de fachada a lembrar o fausto de Roma, doí assistir...

Na travessa que contorna a igreja S. Domingos o certo foi entrar para beber uma ginginha. Lugar minúsculo, obrigado a possuir infraestruturas como WC, dois dos três painéis  de azulejos, tiveram de ser retirados das paredes, para depois sem muito tino terem sido repostos com alguns, a esmo...
Eis que aqui acabou a bateria da máquina...
Dia de festa e de semblante  contente ergui copo "com elas", a lembrar a primeira vez que o meu namorado, hoje marido, me levou à ginginha do Rossio, e assim respondi ao empregado...Virgem a beber este licor, logo me engasguei e a senti sair em rajada a 100 à hora... Alegretes uns metros à frente nova paragem na outra famosa ginginha, onde partilhámos outro néctar, e ainda nos rimos com o empregado, porque já de sorriso escorreito com tanta bebida ingerida dizia o meu marido que lhe sabia a canela para na resposta sábia, o empregado  responder "nada disso, mas não fique triste porque há muitos que dizem o mesmo" digo eu sabe a cravinho com açúcar mascavado?
- "Também não, responde " só leva açúcar caramelizado". 
Ainda partilhei  a graça de há anos ter feito a minha jinginha, com uns frascos de ginjas comprados no Plus do Feijó, deixei alguns dias em aguardente, segui uma receita da net com canela e duas cabeças de cravinho...
Diz-me o homem, mas a sua ficou muito alcoólica? A nossa leva álcool vinícola...
São momentos como este que nos ajudam a viver e a esquecer coisas menos boas. Somos avós SORTUDOS além de modernos, quem andaria nas ruas a desfilar de marsupio como nós na nossa idade? Gente de fibra que testa limites, onde não há cabelos brancos, nem idade, que atrapalhe, antes há amor e muita vontade de viver bons e agradáveis momentos, porque somos gente simples que aprecia as coisas boas da vida dadas de graça!

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