Acorda Portugal neste
10 de junho 2014 -, Dia da raça, de Camões, e das Comunidades Portuguesas!
Desesperada em fogo lançada no meu Grito de revolta
sobre os iluminados deste governo, e outros achadiços da comitiva...
Apresento
desculpas aos leitores pela linguagem forte de cariz vernáculo.
Embaraço para gente mais sensível -, que de mim se espanta neste travesso de
limites.
- Ponderei o uso de sinónimos mas fatalmente -, o Grito perdia qualidade na raiva e no desespero!
Basta de gajos de poleiro a esmifrar o
povo até ao tutano!
Basta de continuar a bater no elo mais
fraco -, o povo!
Basta de atitudes impensadas de
roubo descarado a cada dia
Ou a ideia é tirar a pele da barriga
como os nazis?
Chegou a hora, de alguém fazer o
que tem de ser feito
Urgente mudar esta cambada de
"conas de sabão"
Achadiços sem eira nem beira de conamayin street...
Julgam-se senhores a mandar em nós sem
dó nem piedade
Urge tempo de fechar o que há muito se
fala, o povo sabe, eles parece que não
Escândalo mayor ajudar acionistas
privados numa Banca rota anunciada
Hora de baixar categorias, escalões,
chefias e ordenados chorudos
Pôr termo a mordomias: carros, cartões,
obras em gabinetes, reduzir stafs
Há gente a mais que continua a não produzir
riqueza no serviço público
Chega de compadrio com entrada direta em
cargos técnicos de fachada
Dar fim a pavões nos encontros a toda a
hora no breek fast a esfumaçar!
Chegou a hora de alguém fazer o que tem
de ser feito
O País só se levanta das cinzas
com gente de mais-valia
Onde a honra, luta e força em vencer, são mote de trabalho
Cortes a doer no governo e na
máquina governamental -, já!
E, nunca debaixo para cima como o fazem
a toda a hora aos pobres
Esmifrando o povo que sendo pacífico, agoniado estrebucha -. não aguenta mais!
Chegou a hora de todos dizerem - Basta! Basta! Basta!
"Cabrones" filhos duma puta fora as mães que vos pariram
Culpa não tem nenhuma a não ser do
excesso de mimo -, vos estragaram!
"Cabrones" filhos duma égua vadia, corruptos de meia tigela
diplomados com aldravices -, abarrotam de
riquezas em paraísos fiscais!
"Cabrones" filho dum corno, raio vos caísse em cima, derretesse em merda
levada pelo Tejo além mar, nunca
mais serem vistos -, nem a boiar!
"Cabrones" panascos d'uma cabra figa não valem na política -, o espirro d'uma "punheta"!
"Cabrones" homens de "meia foda" não valem um "caralho" que sendo gente -, não o são é coisa nenhuma!
" Cabrones" tomem nota isto vai dar guerra -, que não seja de cravos!
Nada na vida pode substituir a persistência nem o talento. Porque o mundo está cheio de Homens de talentos fracassados, e muitos diplomados medíocres.
Só a persistência e a determinação são omnipotentes!
Prefaciando um pensamento: " A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no Amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade."
Basta! Basta! Basta!
Julgo que às vezes a frivolidade, pode ser uma forma de afirmar
que ainda cá estou, e por isso não me tento a deixar derrotar.
Urge tempo de irmos a eles porque ontem -, já era tarde!
Fantasia demasiado alimentada pode criar uma ilusão,
porque é fácil construir um "castelo no ar", no entanto, a sua demolição é
normalmente muito dolorosa…
Resumindo: Há que manter os pés no chão atento a
estes gajos que teimamos manter no poleiro-, afinal a culpa é NOSSA!
- Belo prato decorativo da Fábrica Constância/Batistini pintado por Maria de Portugal-, nada mais a propósito.
"Portugueses unam-se pela Pátria: sejamos fortes e mostremos ao mundo e àqueles que nos seguem atentamente com cobiça, que Portugal há-de renascer ainda, numa era de grandeza e prosperidade. Pensemos no País, sem outras ideias do que a que devemos ter sempre presente: Nascemos Portugueses, queremos reviver as glórias passadas, queremos levantar bem alto o nome de Portugal, queremos viver e morrer Portugueses!
- Neste dia a fazer fé ao pensamento " Portugal há-de renascer ainda, numa era de grandeza e prosperidade, queremos reviver as glórias passadas "...O belo poema de Carlos Fragata!

10 DE JUNHO
Tanta pompa e circunstância,
Tanto hipócrita brilhando...
Tanto mal, tanta ganância,
Ignorando a importância
Do que o povo está passando!
Tanto "glamour" e riqueza,
Tanto ouro, ostentação,
Tanta ofensa à pobreza,
Tanta casa portuguesa
Sem uma côdea de pão!!
Tanto pobre envergonhado
Fingindo, p'ra não chorar,
Tanto lar desmoronado,
Por ficar desempregado
Quem quer o lar sustentar!...
Tanto erro cometido
Por um povo bom e crente,
Que hoje está arrependido
Por ter um dia elegido
Monstros, crendo serem gente!
Carlos Fragata